Governo do Estado e Prefeitura vão dividir a gestão da Linha Vermelha

O trecho sob os cuidados do Estado fica entre a Ilha do Fundão, na Zona Norte, e a Baixada Fluminense. A execução de melhorias já foi iniciada

Imagem meramente ilustrativa da Linha Vermelha na altura de São Cristóvão - Foto: Reprodução/Internet

O Governo do Estado do Rio de Janeiro reassumiu parcialmente a administração da Linha Vermelha, conforme o anúncio realizado, nesta segunda-feira (2), por Washington Reis (MDB), secretário de Estado de Transportes e Mobilidade Urbana.

O trecho sob os cuidados do Estado fica entre a Ilha do Fundão, na Zona Norte, e a Baixada Fluminense. Segundo Washington Reis, a execução de melhorias já foi iniciada. Ele lembrou que trecho da Linha Vermelha compreendido entre o Caju e o Fundão está sob administração municipal, por uma questão territorial.

A Via Expressa Presidente João Goulart, no oficial da Linha Vermelha, conta 21,9 quilômetros de extensão, divididos em três trechos. O primeiro deles, que liga o fim do Elevado Paulo de Frontin, na Cidade Nova, ao Campo de São Cristóvão, na Zona Norte, foi inaugurado em 1978. O segundo foi concluído em 1992 e compreende o perímetro entre o bairro de São Cristóvão e a Ilha do Fundão. Já o trecho que liga a Ilha do Fundão à Rodovia Presidente Dutra e conta com 14 quilômetros de extensão, foi a última etapa da construção. Também conhecida como RJ-071, a Linha Vermelha interliga o Rio de Janeiro, Duque de Caxias e São João de Meriti.

Outro ponto relacionado à mobilidade urbana destacado por Washington Reis foi o acionamento da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) para combater o furto de cabos na SuperVia: “Acabou essa história de roubo de cabos. Os bandidos terão que devolver,” reportou o jornal O Globo.

O secretário Intergeracional de Juventude e Envelhecimento Saudável, Alexandre Isquierdo (União), disse que uma das suas primeiras medidas à frente da pasta será o estabelecimento de parcerias com igrejas protestantes e católica para viabilizar novos projetos.

“Eu acho que é um canal, acho que a gente pode fazer parceria com essas instituições. Por exemplo, a gente está com uma ideia de fazer fóruns de empreendedorismo, e eu acho que as igrejas podem ser uma base pra receber esses projetos, até porque já têm estrutura, né? Têm som, ar-condicionado, banheiro. E não quero focar só na igreja evangélica, mas católica também. A gente quer fazer, sim, parceria. Eu fui líder de jovens durante muitos anos, tenho uma expertise nessa área, acho que a gente pode somar de forma republicana, vamos dizer assim”, disse Alexandre Isquierdo, que é evangélico e foi um dos principais articuladores da campanha de Cláudio Castro (PL) neste universo religioso, segundo o jornal.

Responsável pela pasta da Saúde, Dr. Luizinho (Progressistas) destacou que uma das prioridades da sua gestão é a redução da lista de espera por serviços de alta complexidade de cardiologia e oncologia.

“A gente precisa também de algumas ferramentas digitais que avançaram no mundo para agilizar esses atendimentos. E aproveitar que a situação financeira do Estado se encontra melhor,” afirmou o secretário, destacando que a sua equipe ainda desconhece quantas pessoas estão na fila de espera, já que existe a possibilidade da superposição de dados dos serviços de regulação dos municípios.

Dr, Luizinho afirmou ainda que negocia uma reunião com a ministra da Saúde, Nísia Trindade, para avaliar uma solução quanto às vagas fechadas na rede federal – problema verificado no Rio e em muitos estados da federação.

O jornal O Globo reportou ainda que, durante uma entrevista concedida no domingo (1º), o governador Cláudio Castro, lembrou que as suas metas de interiorização de serviços estarão em pleno vigor em seu segundo mandato. Na ocasião, Castro enumerou obras que estão em andamento ou que serão finalizadas ainda em 2023. Entre elas estão a inauguração Instituto do Cérebro, no Centro do Rio, com intervenções de ampliação; e a conclusão das obras do Rio Imagem Baixada e do Hospital do Câncer de Friburgo, que receberá equipamentos de última geração.

As informações são do jornal O Globo.

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