História do Restaurante Albamar

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Único estabelecimento comercial remanescente do antigo mercado que ficava no Largo de Moura (onde hoje é a Praça Marechal Âncora), o Restaurante Albamar, com seus mais de oitenta anos de vida, faz parte da história da cidade maravilhosa.

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Com mais de meio século de tradição no mercado imobiliário da Cidade do Rio de Janeiro, a Sergio Castro Imóveis apoia construções e iniciativas que visam o crescimento da Cidade Maravilhosa sem que as características mais simbólicas do Rio se percam.

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No dia 12 de novembro de 1933, o empresário Rodolfo Souza Dantas inaugurou o Restaurante Albamar em uma das torres do antigo mercado do Largo de Moura.

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Embora estivesse localizado em uma área bastante popular e comercial, o restaurante, que sempre serviu frutos do mar da melhor qualidade e é privilegiado por uma vista fantástica, sempre foi frequentado pela alta sociedade carioca.

No ano 1962, aconteceram dois fatos importantes na história do restaurante. O pavilhão onde funciona o Albamar foi tombado e o mercado demolido.

Demolição Mercado do Largo de Moura

O fim do mercado e, posteriormente obras na região da Praça XV, como a construção do mergulhão, a princípio, afetaram o Albamar. O restaurante ficou meio isolado. No entanto, com competência, a administração do estabelecimento, conseguiu se manter muito bem até hoje em dia” afirma o historiador Maurício Santos.

Esse “se manter muito bem” teve seu auge nos anos 1970. Nesse período, o restaurante era muito frequentado por políticos, diplomatas e outras pessoas influentes. Por exemplo, Jânio Quadros e Juscelino Kubitschek eram figuras constantes no Albamar.

Nas décadas seguintes, anos 1980 e 1990, o restaurante Albamar passou por um período complicado. O estabelecimento não estava mais lucrando como em outros tempos. Contudo, a fase ruim passou.

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Em 2013, o Albamar, que é tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac), promoveu um grande evento para comemorar seus 80 anos de idade. Foi um sucesso – como boa parte do passado do local.

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3 COMENTÁRIOS

  1. presado Danilo
    no passado frequentei o Albamar, com sua famosa caldeirada.Os paulistas que iam no voo da Real Aerovias,
    encontravam-se no querido Albamar.Segundo um dos garções, os paulistas eram o clientes preferidos, pois
    ]sempre os que pagavam a conta e davam belas. gorgetas.Eu era um deles que sempre fazia propaganda
    desse tradicional,elevador para duas pessoas.Se vieres a SP,será meu convidado,no shop.por mim idealizado,pPatio Higienopolis.Falaremos tambem do Maria das Tranças,aonde o clima do pé de valsa,Jusça,
    tinha suas historias,Eu tinha fazenda e mineração em Diamantina,de onde tenho belas historias.Abs.doAri Fiadimhoje com 91 anos,graças ao Bom Deus.

  2. Algumas vezes almocei no Albamar, nas minhas idas ao Rio, para pesquisar a fim de escrever meus livros “Uma rua chamada Ouvidor” (Fundação Rio, 1980) e “Antigos cafés do Rio de Janeiro” ( Editora Kosmos,1989). Pedia sempre uma caldeirada de frutos do mar.Agora estou escrevendo uma crônica sobre o Albamar. Devo publicá-la no “Jornal de Letras”, do Rio,e no “Jornal da Associação Nacional de Escritores-ANE”,de Brasília,onde moro desde 1975.Gostaria de enviar a crônica para os diretores do hoje Âncoramar.Assim, peço-lhes enviar-me o e-mail deles e o correto endereço postal.Além do Sr.Luiz Incao, quais são os outros diretores? Grato pela atenção.Muito cordialmente,o antigo jornalista mineiro Danilo Gomes.

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