Investidor conhecido como ‘Monstro do Leblon’ vira réu na CVM por jogadas artificiais no mercado

CVM acusa o empresário de criar “condições artificiais de oferta, demanda e preço” em operações com contratos futuros de câmbio

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Imagem meramente ilustrativa / Reprodução: Internet

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) tornou réu, pela primeira vez, Flávio Calp Gondim, investidor conhecido como “Monstro do Leblon”. Durante o período pandêmico, empresário perdeu R$ 5 bilhões. No meses seguintes, no entanto, Gondim teria conseguido uma recuperação espetacular, atingindo um patrimônio de 15 bilhões, à frente da sua gestora, a Ponta Sul, de cujo fundo é único cotista.

De acordo o jornal O Globo, a Ponta Sul e o empresário são acusados pela CVM de criar “condições artificiais de oferta, demanda e preço” em operações com contratos futuros de câmbio. Tais irregularidades, segundo o jornal, teriam acontecido, em 2019, quando Gondim ainda atuava no anonimato, que foi quebrado pela gangorra financeira vivida pelo empresário na pandemia.

Na ocasião, os contratos envolvidos eram o DOLN19” e o “DOLU19”. A infração na qual o “Monstro do Leblon” incorreu, decorre de uma intervenção no mercado para gerar uma falsa percepção aos demais investidores de que existe uma oferta ou demanda de um ativo. A ação interferiu na precificação dos ativos em seu favor.

Após a formulação da acusação, os diretores da CVM ficarão a cargo do destino do “Monstro do Leblon” no mercado. Atualmente, o fundo de Flávio Calp Gondim tem patrimônio de somente R$ 300 milhões.

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As informações são do jornal O Globo.

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