Leblon, na Zona Sul do Rio, terá nova torre corporativa, em 2026

O prédio da Oi, no Leblon, será convertido em uma nova torre corporativa. A previsão é de que a edificação seja entregue em 2026

Prédio Corporativo - PxHere

O bairro do Leblon, na Zona Sul do Rio de Janeiro, abrigará uma nova torre corporativa. O prédio da Oi, no bairro, será convertido em um prédio de lajes comerciais para locação, com data prevista de inauguração para 2026. A edificação havia sido vendida a um consórcio composto pelas empresas SIG, Performance e HSI. A empresa de telefonia deve desocupar a edificação dentro de um ano e meio, quando terão início as reformas do prédio.

A meta da incorporadora Performance é tornar a torre o principal edifício corporativo de escritórios da Zona Sul, região com baixíssima vacância para imóveis comerciais.

A Performance pretende dar uma guinada em seus negócios, em 2023, já que durante a pandemia a empresa lançou somente R$ 800 milhões em projetos. A empresa pretende lançar, no ano que vem, seis empreendimentos residenciais de alto padrão na Zona Sul da cidade, com aproximadamente R$ 1 bilhão de VGV (Valor Geral de Vendas).

Com 20 anos de atuação no mercado, a Performance se associou recentemente à Patrimar, tendo aportado investimentos de quase R$ 400 milhões na construção de edificações residenciais para locação. O Rio de Janeiro terá prioridade inicial nas execuções dos novos projetos da empresa.  

As informações são do jornal O Globo.

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1 COMENTÁRIO

  1. Obviamente que cada empresa faz o que quiser com seu dinheiro mas, na minha opinião, é uma impropriedade a alocação de sedes empresariais no Leblon: é um custo despropositado para ter como vantagens apenas o endereço vistoso da sede e a proximidade do escritório com a casa dos diretores. A maioria dos funcionários dessas empresas mora na barra da tijuca ou no subúrbio. Uma alocação em Del Castilho ou no Centro por exemplo sairia muito mais barato para todos e com acesso fácil a transporte.

    O representante de dono prefere escolher desfrutar de lajes caríssimas para o dono pagar. Agora, o dono mesmo escolheria o melhor custo-benefício.

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