Linha 2 do MetrôRio pode ganhar expansão e chegar à Praça XV

Ideia é que seja criado um novo trecho, de pouco mais de 3km de extensão, que ligará o Estácio à Praça XV

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Imagem Meramente Ilustrativa da Estação Botafogo do MetrôRio - Foto: Divulgação

Atualmente com cerca de 650 mil passageiros circulando diariamente, o MetrôRio busca soluções para ampliar a quantidade de usuários e voltar aos mesmos moldes pré-pandemia, quando tinha quase 1 milhão de pessoas utilizando o meio de transporte nos dias úteis semanais.

Para isso, a concessionária, que completa 25 anos de gestão em 2023, pensa em finalmente tirar do papel a ligação do Estácio à Praça XV – passando pela região da Cruz Vermelha -, ideia surgida em 1979, quando o metrô surgiu na capital fluminense.

O referido trecho, de pouco mais de 3km de extensão, é considerado crucial no que se refere à tentativa de ajudar a desafogar a Linha 2 (Pavuna-Botafogo), a mais movimentada do circuito.

Vale ressaltar que, apesar de ligar o Estácio à Praça XV ser tratado como prioridade pelo Governo do Estado há anos, o assunto só voltou à tona anteriormente em 2015. No entanto, logo em seguida o RJ entrou em uma crise econômica profunda que acabou fazendo a ideia perder força.

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A expectativa é que, chegando na estação de São Cristóvão, os passageiros vindos da Zona Norte sigam para o Estácio e, lá, peguem o metrô até a Praça XV.

Há oito anos, pensava-se que, com isso, 400 mil usuários passassem a usar o meio de transporte. Na atualidade, porém, esse número pode precisar ser revisto.

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37 COMENTÁRIOS

  1. Seria muito útil a expansão da Linha entre Jardim Oceânico e Recreio (Recreio Shopping). O BRT não funciona e é ultrapassado.

  2. Os projetos desencadeando uma visão futuristica funcional eh ótima mas faz e se serve do serviço para se ter uma ideia no momento de pico. Antes da pandemia pessoas de pequeno porte entravam no metrô e eram tragadas pelo volume daquelas q saiam sem querer sair ….. e se a troca da linha 1 para linha 2 foi alterada por viagem direta … as práticas de estações soltar e pegar outra demorarão mais…. vai lá e use o serviço é sentir na carne esse volume superlotado qdo há….

    • Isso é porque as estações da Linha 2, a partir de São Cristóvão, foram construídas para acomodar composições com 8 vagões.

      No entanto, como nunca concluíram as obras que levariam a Linha 2 até a Carioca (via Estácio -> Catumbi -> Cruz Vermelha -> Carioca -> Praça XV), todos os trens da Linha 2 são limitados pela arquitetura mais antiga das estações da Linha 1, que só permitem composições de até 6 vagões. Se não me engano, ir de 6 pra 8 carros vai aumentar a capacidade em mais de 740 passageiros, ajudando com o problema da superlotação.

      Criar a baldeação nas estações Estácio e Carioca vai fazer com que a Linha 2 atinja todo o seu potencial com 8 carros, e ainda aumentar a freqüência nas 2 linhas, já que não vai mais acontecer essa gambiarra bizarra de alternar trens de duas “linhas” diferentes num mesmo trilho.

  3. A verdade é quem tinha que trocar esses trens da Supervia.Ter como espandir a linha do metro ter uma linha direta para a central tipo outra estação como tinha na General Osorio para linha quatro e reduzir o periodo de intervalo das linhas.Ter uma integração entre o trem e o metro melhor ja que tem a Tarifa Social para quem mora mais longe ter a oportunidade de ter o Jeito de for o caso pegar outro para que não teja o caso de pagar outra passagem.e melhorar os trens pq tem muitos que mau pega o ar condicionado no calor. Se pude se invez de ter um BRT transBrasil fizessem uma linha nova de tipo um VLT ou metro seria bem mais eficiente e mais rapido que onibus alem de ser sustentavel. Bem abaixo da estação da Carioca tem outra estação muito antiga que seria para fazer outra linha do metro. Gastaram milhões na estação da Gavea e esta parada soterrada e a da General Osorio que faziam baldeação antes para linha 4 do metro.

  4. Mesmo com a tarifa alta esses caras reclamam de prejuízo e o metrô da linha 2 vive cheio! Não dá pra entender, e isso pq eles são concessionários: o GOVERNO compra os trens com o dinheiro de nossos impostos e esses fdps “administram”…
    Ao invés de ficarem com essa palhaçada de fazer essa ligação estúpida Estacio x Carioca x Praça 15, eles tem que tomar vergonha e fazer sim é o túnel por baixo da Baía da Guanabara até Niterói e de lá seguir até Guaxindiba, pois em muitos trechos já existe linha abandonada esperando há séculos esse metrô chegar, ou seja, é atender onde tem realmente muito públi que precisa! Além disso, estender o metrô é da Pavuna até Belford Roxo, pois a linha do trem já existe! Só falta VONTADE!!!
    E aí, o ramal do trem/Supervia, voltaria a passar de Costa Barros para São Mateus, e de lá, eles teriam apenas de duplicar a linha do cargueiro para que o trem de passageiros pudesse usar (pra ida e volta) e interligar com o ramal Japeri-Paracambi para seguir até Barra do Piraí, ajudando MILHARES de pessoas que dependem de um sistema de ônibus miserável da baixada/sul-fluminense que demora a passar e tem passagens exorbitantes!!! As empresas de ônibus e demais que se reinventem pra oferecer um serviço digno pra população!

    • Pois é. Infelizmente tudo nessa cidade é mandado e desmandado pela máfia do ônibus. Concordo com você em tudo, mas pra expandir o metrô até Niterói, precisam terminar o tal lote 29 (Estácio-Praça XV).

      Triste é que já houve trem da antiga E.F.C.B. que passando por Japeri ia até Barra do Piraí e ainda seguia pra Belo Horizonte. Uma vergonha o que fizeram com o nosso transporte, sabotaram até ficar intragável só pra justificar o desmonte.

      Mas esse trecho até São Mateus é pra ontem e dava pra fazer agora, como você disse, basta vontade. E um governo (estado e município de SJM) sem rabo preso com mafiosos do ônibus.

  5. Pois é. A extensão da linha 2, a partir do Estácio, para a Cruz Vermelha, Carioca (que já está, há muito tempo, prontinha para receber a linha 2 por uma plataforma inferior) e Praça Quinze, sempre foi o projeto a ser implementado. No entanto, em 2007, a concessionária, para receber mais 25 anos de concessão, em troca da compra de trens e expansão da linha, propôs a tal linha 1A, a partir de São Cristóvão, indo para a Central, via uma nova estação (Cidade Nova) e da Central até Botafogo, usando, a partir da Central, os mesmos trilhos e plataformas da linha 1. Essa expansão era mais barata do que a original, pois era totalmente por cima e não subterrânea, mas criava uma série de problemas:1-O que fazer com o trecho Estácio-São Cristóvão da linha 2 e com a plataforma inferior do Estácio, destinada à linha 2? A concessionária tentou resolver o problema fazendo com que, de 2ª a 6ª feira, o trem fizesse o novo trajeto, isto é, da Pavuna a Botafogo, sem passar pelo Estácio, mas, aos sábados, domingos e feriados, o trem faria o trajeto original da linha 2 (Pavuna-Estácio); 2-As plataformas da linha 2 original (Pavuna-Estácio) são mais longas do que as da linha 1, pois esperava-se colocar trens mais longos e com maior capacidade na linha 2, que recebe um número maior de pessoas. Isso nunca ocorreu. Mas, a partir do momento em que os trens da linha 2 passaram a usar plataformas que eram originariamente da linha 1 (Central-Botafogo), não poderia usar trens com mais vagões. 3-Criou-se um problema de segurança que faz com que os trens tenham que diminuir a velocidade e um deles tem de ficar retido no sinal antes de chegar à estação Central, pois, a partir dela, as duas linhas usarão os mesmos trilhos e plataformas. Não foi à toa que, a partir da inauguração da linha 1A, em 2009, as operações do metrô pioraram, e os intervalos até cresceram. Com a chegada da linha 1 até a Barra da Tijuca, aumentou o número de usuários, mas os intervalos não puderam ser reduzidos devido ao problema de segurança. A minha pergunta é a seguinte: o que vão fazer com a estação da Cidade Nova e com a linha 1A (São Cristóvão-Cidade Nova-Central) se o novo (antigo) projeto de expansão da linha 2 for implementado?

    • Sou a favor de fechar a Cidade nova. Pode virar um pátio ferroviário. Nunca vejo ninguém saltar ali, tem uma passarela enorme pra andar e no final você chega praticamente no mesmo lugar onde se salta da estação Estácio. Em todos os sentidos, é um desperdício de espaço.

      O único argumento é que facilita a vida de quem quer usar a Linha 2 pra ir pra Central do Brasil, mas nem isso faria sentido já que, com a baldeação no Estácio, o intervalo podia ser bem menor (já que não haveria mais o problema da segurança). No final a baldeação nem ia tomar tanto tempo assim.

  6. Tem que inaugurar as estações e acabar com home office do setor publico, botar essa gente pra trabalhar de novo… movimentar os transportes, os bairros… senão o metrô vai ficar rodando sub-utilizado a vida inteira. Ja acabou a COVID ha muito tempo, pessoal tem que voltar ao local de trabalho senao a economia não vai voltar nunca!! Pode ter certeza. Tá cheio de empresario de transportes, setor de servicos, setpr de comercio … quebrados!! Andem pelas ruas da tijuca, centro, zona sul, zona norte… renda do setor privado encolhendo cada vez mais e o setor publico recebendo aumentos pra ficar em casa enquanto a cidade quebra. Essa conta nao fecha!! Arrecadacao de impostos vai cair… ta cheio de gente no setor privado vivdendo de salario minimo quando no pre-pandemia ganhavam seus 2 – 4 salarios… se o poder publico nao tomar iniciativa, acabar com home office pra estimular o setor privado a fazer o mesmo, isso aqui vai afundar!!! Só nao afundou ainda pq as receitas de petroleo tão segurando a economia do Estado e municipio, mas do jeito que a coisa ta indo, petroleo tendendo as minimas em cotação, ja ja arrecadacao vai tombar.

    • Nossa, a matéria é sobre expansão do Metrô e o cara vem com monte de comentários estranhos à matéria da reportagem e com ataques gratuitos e do nada a servidores públicos, quanto rancor… Quando precisar de polícia, vacina, etc, chama o Batman então…
      O esvaziamento econômico do Rio não tem nada a ver com home office, e é um problema muito anterior ao COVID. O problema do metrô se resolve com um sistema mais integrado e lógico, com a presença de residenciais no centro, investimentos em segurança e incentivos nas áreas já consolidadas em infra estrutura, ao invés de incentivar a cidade para o extremo oeste no meio do mato. SP por exemplo apesar dos problemas é muito mais organizado em diversos pontos.

    • Volte você para a rua.Eu não preciso de empregos. Essa deverá ser a profissão do futuro coma grande maioria, muito estudada,trabalhado de casa.

    • Talvez uma das razões que vem levando as empresas a manterem o trabalho remoto seja a mobilidade urbana do Rio de Janeiro. A cidade tem a pior mobilidade urbana do Brasil e é uma das 4 piores do mundo. O trabalhador carioca gasta mais tempo para ir de casa para o trabalho e deste para casa do que o trabalhador de qualquer cidade brasileira, incluindo São Paulo. O cansaço com os longos e demorados deslocamentos diminui a produtividade. Isso é a provável razão pela qual muitas empresas mantiveram seus funcionários trabalhando remotamente. Desde que não prejudique a qualidade do serviço, o trabalho remoto acaba sendo mais interessante para o trabalhador e para a empresa (diminui gastos com auxílio transporte e vale refeição).

  7. Finalmente vamos ver o dinheiro dos nossos inpostos sendo bem utilizado! É bom fazer rápido essas estações, antes que o governador resolva mudar de idéia e torre o dinheiro todo com aumentos de salarios e beneces pra politicos e funcionarios publicos como sempre.

  8. O sistema ferroviário está abandonado e quebrado. Já se foi a SuperVia, o Metrô logo seguirá os passos da Insolvência e já querem quebrar o NeobondeVLT, que está só começando e tem sido um transporte sobre trilhos eficiente, no seu perfil urbano. Metrô do Estácio à Praça XV quebra o NeobondeVLT. Façam a extensão do percurso usando o NeobondeVLT, que inclusive poderia subir por Santa Teresa chegando a Paula Mattos e ao Silvestre, substituindo finalmente os antigos bondes e os ineficientes microônibus que percorrem o bairro. Quanto ao Metrô, ele precisa chegar a Nova Iguaçu, a Santa Cruz, a Gávea, e a Jacarepaguá. As barcas têm que se expandir por todas as cidades banhadas pela baía de Guanabara, e não somente até Niterói. Os trens têm que ser melhor administrados, chegarem a mais cidades metropolitanas, como Magé, Guapimirim, São Gonçalo, Itaboraí, Itaguaí, Niterói, Mangaratiba, etc. Só recuperar trilhos, unificar as bitolas, eletrificar, e expandir com eficiência, com trens tecnológicos, limpos, climatizados e livres do barulho e da balbúrdia do mercado ambulante (camelôs), no interior das composições. Por fim, integrar todo o sistema de transporte público do RJ, em todos os seus modais, aquaviário, ferroviário e rodoviário, concluir o BRT, resolver a ligação entre os aeroportos GIG e SDU, se por NeobondeVLT, BRT ou Barcas, unificar tarifas, qualificar gestores e operadores, e nos tratar como cidadãos usuários dignos de um sistema público de transporte eficiente, efetivo e eficaz. A pergunta que fica é: temos políticos, governos e gestores para concretizarem isso?

    • Esquece VLT meu amigo. Aquilo ali foi feito só pra dar dinheuro pra empreiteira. Aquilo se locomove feito uma tartaruga, transporta meia duzia de gatos pingados, alem de que.. vira e mexe, tem acidende de um carro colidindo com aquela carroça no centro da cidade e aí para tudo. Aquilo não presta meu amigo. Transporte tem que ser metro, de alta velocidade. VLT eh pra fazer turismo, andar a 20km/h… vai fazer um VLT la no meio da floresta da tijuca e coloca como atração, VLT in the jungle. Mas pro Centro da cidade, ao que se pretende, deslocamento rapido e de massa, isso nao presta. Como se diz na gíria carioca: “vai dar ruim”.

      • Eu não sou seu amigo, nem te conheço. Ah! Não concordo com sua opinião. O NeobondeVLT pode atingir, está projetado, até 70 Km/h, é eficiente nas áreas urbanas, cresce sua implantação mundo afora, em todos os continentes, sendo complementar aos trens e metrôs. Acidentes ocorrem em todos os meios de transportes, sobretudo, quando há má gestão pública e irresponsabilidade privada, dos cidadãos. Os acidentes, poucos felizmente, que ocorreram nas intercessões, entre as ruas e a via férrea do NeobondeVLT, foram decorrentes da imprudência, na observância da sinalização, que prioriza sempre o veículo sobre trilhos aos veículos sobre rodas pneumáticas e pedestres. Também é óbvio que a velocidade reduzida, bem observada pelo cidadão, do NeobondeVLT, está relacionada ao trajeto central das linhas até então operacionalizadas, onde os veículos sobre trilhos trafegam entre pedestres, por ruas estreitas, e sem segregação, com estações próximas e cruzamentos com o tráfego rodoviário, contudo, ainda mais eficiente do que a permanência, de motoristas e passageiros, nas vias permanentemente engarrafadas, no centro das metrópoles, aqui no Rio de Janeiro e pelo mundo afora. NeobondeVLT, quando ampliado às vias segregadas, como é o caso de metrô, trem e BRT, atingem maiores velocidades, tem menor custo de construção, implantação e manutenção, e são eficientes na suplementariedade dos transportes urbanos de médias e grandes cidades. Quanto a decadência do centro, e de vários bairros, senão, de toda a capital e das 92 cidades do Estado do Rio de Janeiro, já estava em curso muito antes da pandemia Covid19, não está relacionada só a home office, e se deve a diversos fatores, que não são matéria desta reportagem, que estamos opinando.

        • Eu lhe chamei de meu amigo por educação, uma maneira informal de se dirigir a alguém. Não se sinta ofendido , pois com certeza não nos conhecemos, eu não tenho amigos que escrevem “intercessão”. Todos fizeram primário em boas escolas, Graças a Deus.

          • Se de fato fosses bem educado sequer faria tal tréplica para corrigir ‘erro de português’, não tenho redator e nem revisor, e negligenciar o cerne da minha opinião, sobre o tema jornalístico, em tela. Me desqualificar por tal erro é baixo, e não lhe confere a sabedoria que queres afirmar. Seres superiores, educados, bem formados, não se prestam a arrogâncias corretivas oportunistas. Não me chamou de “amigo” por “educação” coisa nenhuma, até porque amigos de fato não corrigem erros de redação, uns dos outros, sobretudo, para afirmarem graus de escolas e/ou escolaridades. Ridícula a sua intervenção. Se fizesse a tréplica, não para me corrigir pela ‘interseção’ (satisfeito agora, prezado “linguista”), mas para sustentar a sua opinião, que respeito, embora, não concorde com sua avaliação e desqualificação dos NeobondesVLT, ou até mesmo para aceitar que a minha intervenção foi para demonstrar que o correto será uma maior multimodalidade, do nosso sistema de transporte coletivo, demonstraria mais efetivamente que sua educação se qualifica para além de um bom ensino básico, em conjunto com seus conhecidos amigos, sob às graças do que entendas ser Deus. Corrigida a ‘interseção’, reitero que nada me ofende, a Democracia tem seus efeitos colaterais, mas é sempre melhor que ditaduras, inclusive das dialéticas e das opiniões, e firmo que o propósito aqui era opinarmos, sobre a reportagem, deste Diário do Rio, e não para querermos nos afirmar como corretores de textos e monopolizadores de opiniões. Contudo, diante de sua expertise, quiçá o Diário do Rio, e/ou outro periódico jornalístico, o admita à tal função. Boa sorte!

    • VLT quando bem implantado e situado é uma maravilha. O do Rio deixou a desejar justamente por não chegar até bairros fora da zona portuária e pela falta de integração com outros modais. Mais metrô no Centro (leia-se: conclusão do lote 29 e uma possível linha ligando Santos Dumont, Fundão e Galeão, passando pela Praça Mauá, Gambôa e etc), certamente iria aumentar o uso do VLT.

      Defendo a expansão do sistema para a Lapa, mas acho que pro bairro de Santa Teresa é mais valioso restaurar os “bondinhos” antigos abandonados e voltar a operá-los. Por razão de turismo no bairro, manter a imagem pitoresca, e pelo simples fato que o tal “NeobondeVLT” é um pouco grande demais pra circular por aquelas ruas estreitas, enquanto o “bondinho” foi concebido pra isso.

      Agora, que o lote 29 (ligação Estácio-Praça XV) precisa ser feito em METRÔ, transporte de alta capacidade e alta velocidade, isso pra mim não tem discussão.

  9. Até a praça 15 ? Porquê eles não fazem o metrô até Niterói que essa linha é o início da linha 3 . É merdas atrás de outras merdas que esses engenheiros de infraestrutura fazem há anos aqui no Rio. O sistema metroviário é uma verdadeira gambiarra e cheios de puxadinhos .

  10. Não seria muito mais barato implantar uma linha de VLT entre o Estácio e a Praça XV? E rede da Praça da República até a Praça XV já está pronta, é só fazer a extensão.

    Quando se lê “a concessionária quer tirar o projeto do papel”, será ela mesma que vai investir na construção da linha? Ou será o contribuinte, através do governo do Estado, que mais uma vez arcará com outra obra bilionária (sempre superfaturada) e depois entregá-la à iniciativa privada para que ganhe dinheiro cobrando tarifa cara?

  11. Tem que fazer é o metrô que ligue a praça XV a Niterói.
    O Niteroienses gastamos quase 20 minutos para atravessar a Baía da Guanabara, o que daria uns 4 minutos com um mêtro por debaixo d’água, com duas estações: praça XV e Carioca.

    • O principal argumento da CCR Barcas para desistir da concessão foi a diminuição do número de passageiros. Se isso for verdade, o que aconteceria com as Barcas se fosse criada uma terceira opção de acesso ao Rio? Para mim, seria praticamente o fim do serviço, pois a maioria daria preferência ao transporte mais rápido. As Barcas acabariam se transformando meramente em um passeio para turistas.
      Acredito que a solução mais barata e viável seja a instalação de uma linha de barcas partindo de São Gonçalo, desafogando o trânsito no Fonseca e na Ponte, reduzindo o tempo de travessia de quem vai de ônibus ou de carro.

      • Se precisar acabar com essa linha de barcas, que seja. O metrô chegar a Niterói iria beneficiar muito mais pessoas, e poupar muito mais tempo. Afinal não são só os 20 minutos de trajeto mas o tempo de intervalo entre as barcas. A barca vai ter que continuar existindo, nem que o estado assuma, pois existem ilhas onde o metrô não vai.

  12. Os lugares onde precisa urgentemente de um metrô, mesmo de superfície, é Jacarepaguá e a baixada fluminense. Parece o metrô Rio só faz parte da cidade do Rio. Coloquem metrô pra baixada q o número de passageiros vai aumentar assustadoramente.

  13. Que façam para ontem. A linha 2 vai ganhar mais 2 vagões e ter sua capacidade plena já q não andar mais pelas estações da linha 1 q são menores e subtraem esses dois. O próximo passo, ou ao mesmo tempo tem q ser fechar o anel da linha 1 ligando Uruguai ou Muda até a Estação Gávea.

    • Perfeito, concordo totalmente. Assim o sujeito que precisa ir da Central até Leblon ou Barra pode fazer isso via Tijuca com 8 ou 9 estações, e não 16 ou 17, levando mais de 1 hora como é hoje.

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