Lojas disputam espaço com pedestres no Calçadão de Bangu

Grandes estabelecimentos comerciais têm colocado manequins e araras de roupas do lado de fora das lojas, tornando a passagem dos pedestres cada vez mais impossível

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Moradores e frequentadores do Calçadão de Bangu, na Zona Oeste do Rio, estão indignados com a crescente invasão das calçadas pelos lojistas da região. Grandes estabelecimentos comerciais têm colocado manequins e araras de roupas do lado de fora das lojas, tornando a passagem dos pedestres cada vez mais estreita e difícil.

O que começou timidamente com apenas alguns itens de mobília na calçada, agora se expandiu para duas fileiras de araras, criando um corredor estreito entre elas. Os pedestres ficam espremidos entre as estruturas das lojas e os camelôs, que já causam uma grande desordem no calçadão.

A situação é crítica, com a passagem reduzida a aproximadamente um metro e meio, o que mal acomoda o fluxo intenso de pessoas. O Calçadão de Bangu é um dos polos comerciais mais movimentados do subúrbio do Rio, e cerca de sete a oito lojas adotaram essa prática abusiva.

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Para muitos moradores, as reclamações aos órgãos fiscalizadores, como a Prefeitura, têm se mostrado insuficientes. A situação persiste há tanto tempo que o abuso dos lojistas parece ter se normalizado, deixando a comunidade frustrada e sem saber a quem recorrer para resolver o problema.

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15 COMENTÁRIOS

  1. Não bastasse a reportagem falar mal dos lojistas a loja Magal fechou. Talvez devido aos altos impostos e a concorrência desleal dos camelôs que moram no calçadão. Estes, desordeiros não pagam impostos. Devem pagar propina.

  2. O problema maior não são as lojas. As lojas colocam os bancas e araras de roupas para fora das lojas para que os camelos não coloquem suas mercadorias em frente as portas das lojas, as mercadorias das lojas atrapalham menos que os camelos.

  3. Vc deveria fazer um jornalismo mais coerente, a bagunça do calcadao é dos camelos ,seja justo com quem realmente gera emprego e paga impostos pesadíssimo.

  4. Esse port deve ser de um comunista só pode, os lojistas se não fizerem isso, quem assumirá o ligar em frente a loja deles serão os camelôs, portanto os lojistas têm esse direito pois pagam muito impostos, quem atrapalha a circulação no calçadão são os camelôs e não os lojistas.

  5. De tantos descontentamentos por parte da população com seus administradores da cidade, com isso a população comecous a colocar suas barraquinhas no calçadão e aí ensinaram os lojistas e trabalahr da mesma forma, embora o governo so recolham impostos do governo

  6. Isto é mina de dinheiro, para a subprefeitura, e guarda municipal, todos desmoralizado, quando chega as eleições, começam a fingir que irão resolver. Uma milícia oficial, como em todo estado do Rio de Janeiro.

  7. Se informe melhor. Os camelôs que atrapalham o trânsito das pessoas no calçadão.
    Sabia que até salão de beleza foi montado ao lado do banco Itaú?
    Vai lá e confira. Há furto de luz, produtos roubados, falsificados…
    Os lojistas estão certos, pagam impostos, luz, empregados, aluguéis.
    Quando as autoridades resolverem esse pproblema, aí sim as lojas deverão fazer o correto.

  8. Vc deve se informar melhor.
    A quantidade camelôs que existem no calçadão está um absurdo. Eles sim, atrapalham, furtam luz e deixam uma sujeira nas ruas. As LOJAS RSTAO CERTAS de colocarem seus produtos nas ruas, eles pagam impostos, luz, empregados.
    O dia que as autoridades acabarem com a bagunça dos camelôs, aí sim as lojas deverão seguir as leis.

  9. O centro comercial de Bangu é um verdadeiro transtorno,e desgoverno,não tem nenhuma autoridade que tenha coragem pra retirar os camelôs que vem causando uma verdadeira desordem, quando isso acontece,é pq alguém está levando vantagem e compartilhando com a bagunça diária,os lojistas pagam aluguéis de lojas,empregados e impostos, logo,os verdadeiros personagens da desordem são os camelôs que as autoridades devem tomar uma providência e atitudes pra retirada desses indivíduos que deixam o calcadão numa verdadeira imundície.
    Espero que alguma providência seja tomada e o bairro volte a ser limpo e decente aos transeuntes.

    • Concordo plenamente com você, moro a cinquenta e dois anos em bangu e os camelôs sempre causaram uma bagunça imensa no calçadão, isso sem falar na sujeira.

  10. A reportagem está direcionando a causa dos problemas em uma direção errada, Bangu sofre com a ocupação desorganizada dos cabelos, a anos eles invadiram o calçadão se apossando do espaço público e levando prejuízos não somente ao pedestre, mas também aos lojistas. São barracas de roupa, eletrônicos, frutas e legumes entre outros.

  11. Não entendi a reportagem.
    Não vi nenhuma reclamação quanto a invasão dos camelôs no calçadão. Eles sim ocupam o espaço que deveria ser dos pedestres e vendem produtos, iguais aos vendidos nas lojas, na porta das lojas. Só que eles não pagam impostos. Os lojistas se vêem obrigados a por suas mercadorias na porta para garantir que os camelôs não o façam primeiro.
    Deveriam sim investigar porque a autoridade permite que os camelôs invadam o calçadão, a passarela e arredores e prejudiquem as lojas que pagam impostos e a circulação dos pedestres.

  12. não é apenas em Bangu
    estive em Madureira na Carvalho de Souza – uma das ruas principais do bairro – é o mesmo sufoco.
    a calçada é mínima
    os comerciantes colocam bancas na porta da loja e no final da calçada.
    sobra um espaço mínimo
    aí o passante tem que disputar esse ” espaço mínimo” com os clientes da loja que estão escolhendo as mercadorias

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