Manual da Buzina Carioca

 

O carioca é bacana, é gente boa, é tudo isso… mas bota ele em um objeto de metal, com duas ou mais rodas, normalmente quatro, e veja o que acontece com ele. Há uma mudança terrível do seu jeito, tornam-se, sei lá, uma mistura de paulistas com argentinos?!

 

Para facilitar um pouco isso, o Mamendes, do Mamendex Express, criou O Manual da Buzina Carioca. Como ele disse:

O carioca adora a buzina. É uma forma de expressão. Um belo instrumento musical de uma nota só. E há muito que faz parte da trilha sonora do nosso dia a dia. A vitória do time é celebrada ao som de várias buzinadas — longe da casa do buzinador, claro. Quem tem boa memória lembra do som da buzina daquele Fusca 77 no qual deu o primeiro beijo… E quem nunca teve uma cena romântica interrompida por uma boa buzinada?

A buzina em si é um serviço público que garante que o trânsito flua mesmo em regiões complicadas. Mais ou menos como o berrante de um tocador de gado. Por exemplo, se não fosse pela buzina, todos os dias dezenas de motoristas morreriam de inanição parados no sinal por não perceber que ele abriu.

E, melhor de tudo, criou um pequeno manual com o signifcado das buzinas:

1 toque forte = Seu fdp!
2 toques fortes = É você, seu palhaço!
3 toques fortes = Vai tomar no c*! (ou Vai-te à m).
3 toques curtos e cadenciados = O sinal vai abrir…

1 toque forte e longo = O sinal abriu há 0,2 segundos, pô! Eu avisei!

2 toques leves seguidos de assovio = Deusa maravilhosa, tamos aí!

E tem muito mais.

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