Foto: Divulgação

Iniciada em 2013 a franquia ‘Minha Mãe é uma peça” rapidamente se tornou um dos filmes mais queridos do público brasileiro, tendo como protagonista, o humorista Paulo Gustavo, que com o passar dos anos se consolidou como um dos principais artistas da comédia brasileira.



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Neste terceiro filme, que estreia em todo Brasil nesta quinta-feira (26/12), o ator novamente dá vida a frenética Dona Hermínia (personagem inspirado em sua mãe) que se vê mais uma vez diante de mudanças em sua vida. Dessa vez, sua filha Marcelina (Mariana Xavier) anuncia que está grávida do namorado que conhece a três meses, Sol (Cadu Fávero) e Juliano (Rodrigo Pandolfo), que conta estar noivo de Thiago (Lucas Cordeiro).

Diante desses acontecimentos, Hermínia se questiona sobre sua idade, seu estado civil e da impossibilidade de ajudar os filhos nos preparativos do casamento e na chegada do bebê. Em meio a esse cenário, a protagonista ainda precisa resolver sua situação com o ex-marido Carlos Alberto (Herson Capri), que vira seu vizinho de porta.

O que se vê em “Minha Mãe é uma peça 3” é uma produção que certamente vai agradar (assim como os dois filmes anteriores) o público brasileiro nesse verão. O tempo das piadas (nem sempre na hora certa) é alucinante e o entrosamento entre os excelentes atores é um dos pontos altos do longa. Além de Paulo Gustavo, destaque para as ótimas Samanta Schmutz (Valdeia) e Lesa Alexandra Richer (Lesa), que mesmo com pouco tempo de cena, dão suporte necessário para Hermínia (Paulo Gustavo) brilhar.

Contudo, a fórmula da produção e o desenrolar das cenas é muito semelhante aos dois primeiros longas,fazendo com que a sensação de “mais do mesmo” esteja sempre presente na experiência, mesmo nas cenas mais engraçadas. A forma como Paulo Gustavo conduz o papel de Dona Hermínia é ao mesmo tempo carismática e irritante. Por vezes Dona Hermínia é melhor pessoa do mundo, e em outras, a inconveniência da personagem incomoda sensivelmente. Em ‘Minha Mãe é uma Peça 3’ essa dualidade parece mais latente.

Embora se esforce para abordar temas pouco convencionais do segmento da comédia, ‘Minha Mães É Uma Peça 3’ acaba sendo uma produção ‘padrão’, com diversão garantida, mas sem muita inspiração.

O DIÁRIO DO RIO assistiu ao filme a convite da Atômica Lab.

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