No mês do feminismo, Luciana Boiteux aprova a entrega de três medalhas a mulheres de luta

A medalha Chiquinha Gonzaga será entregue a três mulheres

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Foto: Divulgação

No mês do Dia Internacional das Mulheres, a vereadora Luciana Boiteux (Psol) teve aprovada nesta quinta-feira (02/03), na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, a entrega da medalha Chiquinha Gonzaga a três mulheres de luta: a yalorixá, educadora e jornalista Wanda Araújo, a sindicalista e trabalhadora doméstica Nair Jane e a jornalista e pedagoga Sara York, mulher trans. “É uma honra poder homenagear essas mulheres de luta. Elas nos dão esperança para seguir lutando contra o machismo e todo tipo de opressão”, ressalta Boiteux.

Wanda Araújo (Yá Wanda d’Omolu) é zeladora do Ylê Asè Egi Omin. Mulher negra, ativista na luta antirracista, trabalhou desde os anos 1980 em escolas comunitárias e grupos afro-culturais. Coordenou e colaborou em diversos projetos educacionais para crianças e adolescentes em situação de rua. Desde 2000, coordena o Centro Cultural de Tradições Afro-brasileiras Ylê Asè Egi Omim, um espaço que conjuga espiritualidade, projetos artísticos e culturais, ações políticas decoloniais, programas educativos e sócio-ambientais.
Nos últimos anos, vem pesquisando as corporalidades e a memória no Candomblé, com especial interesse nas questões do feminino ancestral entre as culturas de matrizes afro-centradas.

Nair Jane é trabalhadora doméstica desde os nove anos, começou a lutar pela organização da categoria em 1970. Elegeu-se presidente da Associação Profissional das Empregadas Domésticas em 1973, permanecendo à frente da entidade até 1977. Em 1988 assumiu o comando do Sindicato dos Trabalhadores Domésticos. Também participou da formação da Central Única dos Trabalhadores (CUT) no Rio. Além da atividade sindical, militou na defesa dos direitos da terceira idade. Foi conselheira do Conselho Estadual da Pessoa Idosa, no Rio de Janeiro, e coordenadora do Fórum Permanente dos Direitos da Pessoa Idosa.

Sara Wagner York ou Sara Wagner Pimenta Gonçalves Júnior é pessoa com deficiência visual, doutoranda e mestra em Educação (Geni/ProPEd/UERJ), especialista em Gênero e Sexualidades e Especialista em Orientação Escolar, Supervisão Escolar e Inspeção Escolar. Graduada em Letras Inglês, Pedagogia e Letras Vernáculas e Jornalismo, é considerada a primeira mulher trans âncora do jornalismo brasileiro através da mídia TV Brasil247. Recebeu a Medalha Alumni da Universidade Estácio de Sá (2017), é articuladora da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) e da Rede Campanha Pelo Direito à Educação. Membro do Comitê Científico de Acessibilidade da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (Anped). Segunda-secretária financeira da Associação Brasileira de Estudos da Trans-Homocultura (Abeth) e Membro co-fundadora da Câmara de Implementação de Políticas Afirmativas Antirracistas e Interseccionais (Cipaai) da Uerj.

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1 COMENTÁRIO

  1. Mês do feminismo? Essa merda é o ano inteiro. Cada aspecto da programação da TV e filmes está entranhado dessa porcaria nojenta de feminismo. Enfiem seus prêmios no rab… e lamban-se umas as outras em suas comiseracoes, entre prrj

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