Nova Fábrica do Samba terá 14 galpões para agremiações e espaço para eventos

Complexo será erguido no terreno da antiga Estação da Leopoldina, na região central do Rio

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Além da reforma do prédio da estação, o projeto prevê um centro de convenções no terreno ao lado - Reprodução

As escolas de samba da série Ouro do Rio podem já estar acomodadas na Fábrica do Samba em 2026. A promessa foi feita pelo prefeito Eduardo Paes durante a assinatura da cessão definitiva ao Município do espaço da antiga Estação Leopoldina, no Centro da capital fluminense, nesta sexta-feira (10/05).

O terreno foi cedido pelo Governo Federal, com a assinatura da ministra de Gestão e Inovação de Servicos Públicos, Esther Dweck.

As licitações para as obras foram publicadas no Diário Oficial também nesta sexta.

Paes afirmou que a previsão é de que as obras comecem em 60 dias. Ele ainda destacou a importância da revitalização do local.

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O município vai gastar R$ 194 milhões para a construção da Fábrica do Samba no local, que vai ter 14 barracões, e também R$ 80,9 milhões para a restauração do prédio da antiga estação. A Liga RJ, responsável pela Série Ouro, ainda analisa a diminuição do número de escolas de samba no grupo. Atualmente, são 16 agremiações.

Com as medidas, o presidente da Liga RJ, Hugo Júnior, prevê que o nível dos desfiles vai crescer.

A ministra Esther Dweck explicou que o Governo Federal vai investir no local apenas quando começarem as obras habitacionais do programa Minha Casa Minha Vida, que também terá unidades no espaço.

No terreno da antiga estação, de cerca de 125 mil metros quadrados, serão erguidos além da Fábrica do Samba e de empreendimentos habitacionais do Minha Casa Minha Vida, um Centro de Convenções e equipamentos sociais.

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5 COMENTÁRIOS

  1. Chega de Samba, é tanto investimento nisso que o RJ continua a se lascar.

    A Estação Leopoldina deve voltar a ser o que era, uma Estação Ferroviária e focar em trens para ligar a outras cidades trazendo alternativas de transportes além dos ônibus intermunicipais e Estaduais.
    RJ tem que focar em melhorar a malha ferroviária, fazer dela uma atração turística também, ninguém agüenta mais essa obsessão de investimento em Samba que só ganha os contraventores e os vagabundos que são financiados pela lavagem de dinheiro que isso abre oportunidade.

    Vejo que a maioria de quem apóia estas porcarias de projetos são os mesmos que quando vão para a Europa, se gabam de viajar de trens, em suas cabines, para todo o canto da Europa mas aqui fazem questão de serem contra este tipo de investimento. Lá fora é maravilhoso, pra cá é retrocesso.

    Esse empreendimento é desastroso para a Região, há tantos terrenos sem uso pela prefeitura pela cidade toda onde poderiam ser construídos projetos habitacionais mas querem criar esse caótico empreendimento.

    Coitado do RJ, sempre sendo vilipendiado por construtoras e com a ajuda do Eduardo Paes, negligenciada sempre em troca destes apoios escusos.

  2. Muita estrutura para o samba, pouco retorno para a cidade. O Rio não é a Disneylandia.

    Já comentei antes que deveriam ser feitos novos piscinões interligados aos já existentes na Praça da Bandeira. Considero que depois da porrada que o país levou lá no RS e com o histórico da nossa cidade com chuvas, deveria ser mandatório em todos os setores da sociedade civil tal necessidade. A matéria que passou no Fantástico ontem, que realmente naqueles minutos prestou serviço, sobre as soluções para enchentes, em Nova York, Nova Orleans (recuperando até hoje a pancada do Katrina em 2005 e na Holanda, faz com que o debate de fortaleça: Carnaval debaixo agua ou vidas sendo realmente salvas e cuidadas? Chega de pão e circo, a tenda do circo deve servir para que o povo não se molhe.

  3. Desgraça total. Perda de propósito total de um equipamento com grande potencial de mobilidade para série ouro do b1cho. Viva a contrav3nção. Não teremos mais se for pra frente trens interestaduais ou TAV chegando numa área tão estratégica.
    O Carnaval não precisa de 0,01 público. Seus verdadeiros donos tem capital de sobra.

  4. Achei uma grande vitória de Eduardo Paes para aquele maravilhoso prédio e terreno.
    Só não acho interessante para o bairro da Leopoldina, criar moradia de casas popular tipo Minha Casa, Minha Vida. NAO CONCORDO.
    ACREDITO que no local nós fundos, poderá ter vários atrativos para o bairro para revitalizar.
    Destinar o local, nos fundos do terreno um local residencial, fico preocupado.
    Ali, o local merece novos interesses, local de eventos grandiosos, shows, etc.
    Nunca um MINHA CASA, MINHA VIDA.
    EDUARDO PAES, vamos pensar melhor num projeto de magnitude mundial?

    Ah, acho que podemos replantar as Palmeiras Imperiais que foram destruídas com o tempo e, aqueles imóveis velhos e feios na Francisco Bicalho, sejam demolidos para novos empreendimentos, respeitando lógico, o parltrimonio.

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