Ordem Pública, um tema da eleição 2024 no Rio de Janeiro – Bastidores do Rio

Desconhecimento de economia de Monica Cunha; a última pesquisa do ano da Prefab no Rio; Ramagem picolé de chuchu; qual problema de Cabral candidato; Gomide inspira Rio; a omissa Prefeitura de Petrópolis

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Foto: Daniel Martins/Diário do Rio

A culpa é do prefeito
Lamentável o desconhecimento de alguns vereadores, como é o caso de Monica Cunha, do PSol, exigindo que a Prefeitura do Rio pagasse hotel e troca de passagem para os fãs de Taylor Swift do show cancelado de sábado.

A culpa é do prefeito II
O evento era particular, e a vereadora queria que usassem dinheiro público para isso. O mínimo de conhecimento de como funciona a economia deveria ser obrigatório para ser votado.

Última do ano
Na próxima sexta-feira, sai a divulgação da última pesquisa de intenção de votos do instituto Prefab Future para a cidade do Rio no podcast “Eleicoes 2024”. Mario Marques, Jackson Vasconcelos, Henrique Serra e este que vos escreve debatem os resultados. Muitas surpresas.

Taylor esqueceu de consultar
O show da Taylor foi adiado de sábado para segunda, só que a equipe da cantora e a organização esqueceram de consultar o Governo do Estado sobre a possibilidade de policiamento e outros detalhes importantes para um evento deste tamanho.

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Taylor esqueceu de consultar II
Houve apenas um aviso; o estado do Rio que se virasse para sustentar o público no feriado da Consciência Negra.

Ordem Pública
Com Otoni de Paula e Rodrigo Amorim como candidatos a prefeito, e com os camelôs invadindo a cidade e a favelização aumentando, um tema já é certo para a eleição de 2024, a Ordem Pública.

Ordem Pública II
É neste tema que mora a maior fragilidade de Eduardo Paes, que dificilmente conseguirá fortalecer a ordem na cidade neste menos de 1 ano que falta para as eleições municipais.

Ordem Pública III
E Otoni vai mais além: quer que a Guarda Municipal seja armada e bem treinada para assumir de vez seu papel no Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) e passe a agir subsidiariamente às polícias estaduais na prevenção de pequenos delitos.

Picolé de Chuchu Carioca
Cresce a pressão para que Alexandre Ramagem seja o nome de prefeitável ao Rio, mas há quem já o chame de picolé de chuchu do PL.

Picolé de Chuchu Carioca II
Embora tenha lá seus mais de 50 mil votos, quem assiste entrevistas e podcasts do ex-Abin morre de sono.

Comissão
O presidente eleito do Crea-RJ, Miguel Ferandez, promete criar comissão da entidade para fiscalizar grandes eventos após a denúncia de que tapumes evitavam a circulação de ar no show de Taylor Swift no Engenhão.

Qual o problema?
Se Lula pode se candidatar a presidente e sair vitorioso, qual o grande escândalo de Sergio Cabral querer fazer o mesmo para deputado federal em 2026? Vale lembrar que Eduardo Cunha foi candidato a deputado federal por São Paulo em 2022.

Educador destaque
No prêmio Inspira da Band Rio, na categoria, o historiador Thiago Gomide concorre contra dois comediantes, Matheus Costa e Valentina Bandeira.

Educador Destaque II
Com seu canal Tá na História, Gomide mostra que a educação tem vez com os cariocas.

Fazendo o trabalho dos outros
O 26º Batalhão da Polícia Militar do Rio de Janeiro acabou com a milícia mirim que extorquia os motoristas no entorno do Palácio Quintandinha. Mais um trabalho que deveria ser feito pela omissa Prefeitura de Petrópolis.

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4 COMENTÁRIOS

  1. A Ordem Pública deveria visitar a Estação do metro de Coelho Neto; numa passarela minúscula que deveria servir de acesso aos usuários, são ocupadas por todo tipo de comércio clandestino. Ai cabe o cidadão se expermer para passar.

  2. No exterior a atuação das forças públicas em eventos privados é reembolsada. Isto é. Imposto é para policiamento em condições normais. O que excedente, então tem a organização que custear senão por meio de reembolso do custo.
    É assim nas partidas da liga inglesa com segurança pública no interior, acrescido aos agentes privados, ou entorno por aqueles, até mesmo da área da saude e lixo.
    Aqui é bagunça. Temso policiais em campo protegendo juiz e grandes eventos como Rock in Rio em que até Comlurb é usada

  3. O Rio não tem mais volta, já passou da linha que ainda se podia resolver o problema da favelização, agora nem se todos se unirem, governo e oposição, sociedade civil, artistas, e os próprios favelados, ninguém vai consegui acabar com elas, até por que seriam necessários centenas de bilhões de reais e não há esse dinheiro disponível no Brasil ; favela não é moradia, não tem como garantir serviços básicos e segurança, mas deixaram o Rio se favelizar num ponto sem volta, agradeçam aos políticos, pois é lá que eles se elegem. Quanto à candidatura do Cabral, concordo plenamente, e não tenho dúvida de que será eleito, todo mundo sabe como funciona uma eleição no Rio, basta ter dinheiro, aqui tudo é deplorável em todos os aspectos, a única saída é o aeroporto, infelizmente.

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