Roda Gigante em Construção - Centro do Rio de Janeiro ( Foto: Gabriel Subtil )
Roda Gigante em Construção - Centro do Rio de Janeiro ( Foto: Gabriel Subtil )

No início de fevereiro, mais especificamente em 1º de fevereiro, fui convidado a participar de um evento para debater a segurança pública no bairro da Tijuca. No dia anterior havia sido comemorado o primeiro ano da Operação Tijuca Presente, operações essas que estão na moda, com o atual governo. Assim como já foi a UPP em determinado momento.

Entretanto o que mais me chamou a atenção foi quando o representante de uma instituição começou a defender a criação de um programa denominado “Saúde Presente”. Mesmo com todos os problemas que temos na saúde carioca, é inviável pensar em algo parecido.

O Rio é das poucas cidades no país que tem, na sua rede pública de saúde, os três níveis do poder executivo, federal, estadual e municipal. A sua maioria está com péssimas gestões e falta de pessoal para trabalhar.

Temos que lembrar que a segurança pública do estado passou, recentemente, por uma Intervenção Federal, onde os Policiais Militares e Policiais Civis passaram a ter uma infraestrutura melhor, bancanda pelo Governo Federal, ou seja, a grande maioria da nova frota, armas etc. não foi paga pelo estado do Rio de Janeiro.

Então imaginem se tudo que está errado no Rio de Janeiro criassem um programa para resgatar? Por exemplo: educação presente? Ou… transporte presente?

O Rio não precisa de novos programas politiqueiros. O Rio de Janeiro precisa, sim, voltar a ser o que já foi, referência nacional e, para isso, precisaremos, então ter um governo, aí sim, presente. E, talvez, só depende de nós cariocas!

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