PMDBO título é um desejo de qualquer pessoa que ama o Rio e o Brasil, um partido que não tem uma posição política, é governo não importa quem governe e sempre está aparecendo em algum escândalo sem punir ninguém, merece ser varrido da política.

 

Hoje o ex-prefeito do Rio, Cesar Maia, fez em sua newsletter uma leitura da tendência de queda do PMDB em nosso estado. Realmente espero que se não for o meu candidato a ganhar nas eleições de 2012 não seja alguém do PMDB.

 

PMDB-RJ: CURVA DESCENDENTE!
1. É um risco ter uma pesquisa na mão, tratando de ontem, e pensar que essa é uma situação permanente. As eleições de 2010 deram nítidos sinais que o PMDB-RJ começou sua trajetória declinante. A votação para governador foi uma nuvem de fumaça que ocultou os problemas. Afinal, concorreu sozinho. Mesmo com todo o esforço realizado -recursos, propaganda e campanha- não conseguiu colar em si seu candidato a senador.

 

2. A bancada regional declinou de 18 deputados estaduais, ou 25,7% da Assembleia Legislativa, para 12, ou 17,1%. Os deputados federais orgânicos eleitos pelo PMDB foram 3 (Leonardo, Washington e Cunha). Antes, os sinais já eram claros na Região Metropolitana. Dos municípios metropolitanos, apenas um (Queimados) tem prefeito do PMDB.

 

3. A Capital é um caso transgênico, mas, assim mesmo, a prefeitura tendo lançado apenas um candidato a deputado federal, com todos os recursos e dobradinhas, este obteve 104 mil votos, 25% dos lançados pela prefeitura anterior em 2006 ou menos de 50% dos votos do principal. O carro chefe da prefeitura -o Choque de Ordem- apesar de todo o destaque do noticiário, mesmo concentrado na Zona Sul, viu seu gestor, que teve todos os holofotes, até capa de revista, chegar em 12º lugar na região e o candidato da prefeitura em 18º.

 

4. O PMDB, na Capital, comete dois pecados mortais. Primeiro, a perseguição aos servidores, com medidas mesquinhas, tacanhas e capilares. São quase 200 mil, incluindo ativos, aposentados e pensionistas. Segundo, confundindo, sadicamente, lei e ordem com repressivismo, construindo uma percepção de humilhação dos mais pobres e abrindo espaço, no contato local, à extorsão.

 

5. E ainda terá que superar a disputa do candidato a vice, já que o PT com cinco deputados federais orgânicos e um senador com enorme votação, o PT, entenderá que cabe a ele a vice, o que o PMDB- máquina não aceitará.

 

6. O PMDB não terá candidato competitivo em 2014 pelas características não competitivas de quem seria o candidato natural. Mas abriu espaço para o PT contar com um forte candidato, em função da eleição ao senado. E do PR voltar forte.  Em 2012, o PMDB, nos municípios do interior, tende a ficar ainda menor. Por exemplo, a perda de Macaé é inevitável, assim como a expansão de seus opostos, (PR, DEM, PSDB).

 

7. E os sinais de desgaste de material são evidentes, apontando para a perda ampla de poder em 2014, a partir de 2012.

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