Políticos e outras pessoas públicas comentam a importância de Marielle Franco e cobram solução para o caso do assassinato da ex-vereadora

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No dia 14 de março de 2018, a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes foram assassinados no bairro do Estácio, no Centro da cidade do Rio de Janeiro, bem próximo à sede da Prefeitura. Seis anos depois, ainda não se sabe quem foi o mandante do crime.

A data virou o Dia dos Defensores e das Defensoras de Direitos Humanos no calendário do Rio de Janeiro, graças a um projeto da deputada Renata Souza. Renata, outros políticos e pessoas públicas emitiram falas nesta quinta-feira exaltando a importância de Marielle e exigindo que o mandante dos crimes seja descoberto e punido de acordo com a Lei.

“A execução brutal de Marielle nos levou a questionar que tipo de democracia é essa que usa a violência e a morte como forma de fazer política. Os últimos anos, em que tivemos um governo de extrema direita no poder, foram marcados pela morosidade das investigações e por trocas recorrentes nas equipes responsáveis pelo caso. Com a eleição de Lula, as esperanças foram renovadas, o diálogo com a Polícia Federal melhorou e as investigações finalmente avançaram. A delação do Élcio de Queiroz trouxe elementos importantes para montar esse quebra-cabeça e, sem dúvida, foi um passo fundamental. Agora, estamos na expectativa do anúncio oficial dos autores intelectuais do assassinato e da marcação do julgamento. Exigimos que as autoridades garantam que aqueles que cometeram esses atos hediondos sejam descobertos e responsabilizados. Não haverá democracia plena nesse país enquanto esse crime não for solucionado”, disse a vereadora Monica Benicio, viúva de Marielle. Monica ainda completou:

“Seis anos é muito tempo de espera. Cada ano sem justiça representa uma oportunidade perdida de confrontar a impunidade. A luta por justiça por Marielle não é apenas por ela, mas por todos os corpos que esse Estado julga descartáveis e que não protege, não garante direitos, cidadania e muito menos reparação às suas famílias. Lutamos para que vozes corajosas como a de Marielle possam ser ouvidas e respeitadas. Nossa indignação é combustível para construir um novo mundo, onde Marielles possam florescer sem temer por suas vidas”.

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7 COMENTÁRIOS

  1. Eu não sabia quem era Marielle até o dia em que ela foi assassinada e passou a dominar o noticiário. Não custa lembrar que violência contra agentes públicos no Rio (principalmente na Região Metropolitana) é fato comum e corriqueiro. Em 2021, aqui em Duque de Caxias, dois vereadores e um suplente de vereador foram assassinados, mas não, na boca desse povo só se sabe falar de Marielle. Só me resta entender que ela é apenas um cadáver que a esquerda monta em cima para fazer palanque político das suas ideias torpes e delirantes.

    • Não só vc não a conhecia….absolutamente NINGUÉM….kkkkkk agora q descobriram daonde saiu o mandante se fazem de loucos!!
      PS, tenho 2 conhecidos q foram mortos em assaltos…já fazem 10 anos…ninguém foi preso!!Justiça é só qdo serve para uma “narrativa” a ser usada, e alguém se locupletar por isso?

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