Prédio de cinco andares é demolido na colônia Juliano Moreira, em Curicica

O prédio estava em fase de estrutura e alvenaria, com apenas uma unidade habitada. Engenheiros da Prefeitura avaliaram o imóvel em R$1,5 milhão

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Foto: Divulgação

A Secretaria de Ordem Pública e o Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especializada no Combate ao Crime Organizado (GAECO) e a Subprefeitura de Jacarepaguá realizam nesta sexta-feira (19/01) mais uma operação de demolição de construção irregular, desta vez de um prédio de cinco andares na Colônia Juliano Moreira, em Curicica, uma área que sofre influência do crime organizado e que já foi alvo de outras ações da SEOP. De acordo com os engenheiros da prefeitura, o imóvel está avaliado em aproximadamente R$ 1,5 milhão.

“Essa é mais uma operação importante da Secretaria de Ordem Pública para demolir construções irregulares. É um prédio totalmente ilegal, sem licença, sem segurança nenhuma para quem viria a residir ou ocupar esse local. Lembrando que essa região é uma região que sofre influência do crime organizado, da milícia. Não à toa, 70% das operações que a Secretaria de Ordem Pública já fez, e foram mais de 3.100, foram regiões que sofrem influência do crime organizado. A região aqui da Zona Oeste é o alvo prioritário, justamente porque sabemos que o mercado imobiliário ilegal acaba sendo explorado na região dessa forma. Seguiremos fazendo esse tipo de atuação preventiva, em conjunto com o Ministério Público para que essas pessoas, além da demolição, possam sofrer as consequências de um processo criminal”, destaca o Secretário de Ordem Pública, Brenno Carnevale.

O prédio encontra-se em fase de estrutura e alvenaria, com apenas uma unidade habitada. A moradora recebeu o atendimento dos agentes da Secretaria de Assistência Social. O imóvel não atende à legislação da região, que autoriza apenas construções com dois pavimentos. Não há nenhuma autorização ou projeto aprovado na Prefeitura e não consta nenhum acompanhamento técnico para sua realização.

A nossa preocupação é a ordem pública e principalmente o bem das pessoas. Não podemos permitir que vidas corram risco vivendo em construções irregulares. As pessoas precisam entender que espaço público não é terra de ninguém”, reforça Marli Peçanha, subprefeita de Jacarepaguá.

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Durante a operação cinco ligações de luz clandestinas foram identificadas. Todas foram cortadas pelos agentes de Light. Uma ligação ilegal de água também foi flagrada e desligada pelos agentes da concessionária Iguá.

Também participaram da operação agentes da Guarda Municipal, Secretaria de Assistência Social, Light, Rioluz e Iguá.

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