Prefeitura de Búzios quer garantir certificação internacional às praias Azeda e Azedinha

O Programa Bandeira Azul para Praias, Marinas e Operadores de Embarcações de Turismo Sustentável foi criado para incentivar os cuidados com as regiões costeiras

Praia Azeda, em Búzios / Wikipédia

As charmosas praias Azeda e Azedinha serão revitalizadas pela Prefeitura de Búzios, para que possam ser certificadas com o selo internacional de qualidade ambiental do Programa Bandeira Azul. Entre as intervenções que serão realizadas, estão a coleta diária de lixo, cuidados paisagísticos, instalação de lixeiras e sinalização, além de desenvolvimento de ações de educação ambiental voltadas para os comerciantes do ramo de alimentação que atuam nas praias.

A balneabilidade da Azeda e da Azedinha terá atenção redobrada, por isso, serão feitas análises constantes de amostras de água, para verificar o teor da sua qualidade. Essa é uma das condições a serem cumpridas na fase piloto do Programa Bandeira Azul, temporada 2023/2024. Ao todo, as praias serão obrigadas a cumprir 34 critérios do programa.

As praias são restritas à visitação. Não há hospedagem nos locais. Um casarão, que é usado como apoio para ambulantes e comerciantes instalados em barracas, é a única edificação da região. No local, os visitantes contam com uma série de opções de petiscos e, até refeições, feitas com peixes e frutos do mar.

Para chegar à Azeda e à Azedinha, que são contíguas, os turistas podem pegar barcos ou acessar um caminho a partir da Praia dos Ossos que, apesar de cansativo, revela uma das vistas mais belas da cidade de Búzios.

O Programa Bandeira Azul para Praias, Marinas e Operadores de Embarcações de Turismo Sustentável foi criado na França, em 1985, pela organização internacional não-governamental e sem fins lucrativos Foundation for Environmental Education (FEE). Desde 1987, a programa é adotado em toda a Europa. Países não europeus começaram a aderir ao Bandeira Azul, a partir de 2021. No Brasil, o programa é representado pelo Instituto Ambientes em Rede (IAR), integrante da FEE desde 2005.

As informações são do Diário do Porto.

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