Presidente da NUCLEP, Carlos Henrique Silva Seixas é reeleito como mais influente da Década da Energia

Foto: Reprodução Instagram

Na noite da última terça-feira, 26/07, o presidente da NUCLEP, Carlos Henrique Silva Seixas, foi reeleito um dos 100 mais influentes da Década da Energia, prêmio concedido pelo Grupo Mídia/Full Energy, através de uma análise e votação pelos principais players do setor. A solenidade aconteceu no Centro de Convenções Rebouças, em SP.

“Agradeço ao grupo Mídia e à Full Energy pelo reconhecimento do nosso esforço para construir cada dia uma empresa melhor. Estou aqui representando toda a diretoria executiva e a força de trabalho da NUCLEP. Esse prêmio é o resultado do esforço coletivo para que tenhamos cada dia mais sucesso e força dentro dos mercados em que atuamos”, disse o presidente Seixas após receber o prêmio.

O evento deste ano reuniu nomes de grande expressividade para o setor Nuclear do País, como o ex- ministro de Minas e Energia, Almirante de Esquadra Bento (RM1) Albuquerque; o presidente da Amazônia Azul Tecnologias de Defesa, VA (RM1) Newton de Almeida Costa Neto; o presidente da ENBPar, VA (RM1) Ney Zanella; e o presidente da ABDAN, Celso Cunha.

Entre outras autoridades, receberam o prêmio, os ministros do Meio Ambiente, Joaquim Leite, e de Minas e Energia, Adolfo Sachsida. Convidado especial, o Deputado Federal Julio Lopes também esteve presente tendo sua atuação em defesa do setor Energético reconhecida.

NUCLEP busca realiza ações em Itaguaí

O Contra-Almirante Carlos Henrique Silva Seixas esteve, com representantes da Prefeitrua de Itaguaí, em um encontro com o Presidente da Fecomércio RJ, Antonio Florencio de Queiroz Junior, que se prontificou a ajudar em ações no munícipio de Itaguaí.

A ideia é formar uma parceria para a discussão de inúmeras questões de desenvolvimento, turismo e a volta da “Escolinha da NUCLEP”, que capacitou tantos moradores da cidade para o mercado de trabalho.

Além disso, A NUCLEP será responsável por construir componentes para Usina Nuclear de Angra 3 e para as futuras outras usinas.

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