Rapper Moanah bate recorde de Eminem e Spinardi, se torna dona do ‘speed flow’ mais rápido do mundo e vai para o Guinness Book

A rapper brasileira quebrou recordes com a faixa 'Rap Queen'. O cálculo é feito com base na quantidade de palavras que são ditas por segundo em uma única música

Foto: Arquivo Pessoal

A cantora e rapper brasileira Mohana Malheiros, mais conhecida como Moanah, fez história ao se tornar a primeira mulher do mundo a entrar para o Guinness Book como dona do ”speed flow” mais rápido. O cálculo é feito com base na quantidade de palavras que são ditas por segundo em uma única música.

A faixa ”Rap Queen” contém um trecho no qual são dissertadas 261 palavras em 30 segundos, o que dá em média 8,7 palavras por segundo, dessa forma, batendo o recorde de Spinardi, do grupo nacional Haikaiss, com a música ”King Kong” que atingiu 7.53 palavras por segundo e da estrela do rap americano, Eminem, com a música ”Godzilla”, que atingiu 7.23 palavras por segundo.

A marca atingida pela a artista, garantiu à “Rap Queen” um espaço de destaque na cena do rap nacional, até então, predominado por homens.

“Infelizmente no mercado da música a mulher não é vista como vendável ou como um ser pensante, já cheguei em um estúdio e a primeira pergunta que me fizeram era se eu sabia dançar. Esse título veio para mostrar que a mulher é tão capaz de questionar e discutir os problemas sociais quanto os homens”, relata.

Ao ser questionada sobre projetos futuros, a rapper respondeu que irá focar no lançamento de um álbum que irá envolver elementos do universo dos games e da cultura geek, fazendo jus à antecedente trajetória como streamer. A artista também revelou que os fãs foram os principais responsáveis e apoiadores dessa transição de carreira, dos games às rimas, incentivando a correr atrás dos sonhos e a mergulhar de cabeça no mundo da música.

Para exemplificar essa relação, a artista revisita lembranças de quando rimava nas lives de jogos e relembra da faixa “Grito de Guerra” que foi composta por uma fã que sofria de depressão. “É muito honesta a minha relação com eles, isso é muito bom, saber que a música une pessoas, fortalece e podem curá-las”, conta.

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