Rede de ensino do Rio pode ganhar, em 2024, mais de 25 mil vagas em tempo integral

Roberta Barreto, secretária de Educação, explicou que a modalidade de ensino é benéfica para a formação escolar e pessoal de crianças e jovens

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Imagem meramente ilustrativa de uma sala de aula. Reprodução: Internet

O Governo do Estado do Rio de Janeiro, através da Secretaria de Estado de Educação, passará a oferecer mais de 25 mil vagas de ensino em tempo integral, em 2024. O anúncio foi feito por Roberta Barreto, titular da pasta. O governo também celebrou um acordo entre o Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase) e o Senac para promover a qualificação profissional dos socioeducandos de todo o Rio de Janeiro.

“O Rio de Janeiro tem o grande desafio de construir este conceito de educação integral. Temos, agora, a possibilidade de ampliarmos em até mais de 25 mil vagas para esta modalidade, mas é preciso que a comunidade entenda a importância deste tipo de educação. Esse é o grande mote, porque você está promovendo o desenvolvimento em todas as suas dimensões: intelectual, física, emocional, social e cultural. A escolha da matriz referencial da unidade escolar pode ser complementada com outras ações, que não são, necessariamente, dentro da escola”, disse a secretária de Educação, Roberta Barreto, como reportou o jornal O DIA.

Roberta Barreto destacou que pais e responsáveis devem estar cientes sobre a importância de matricular suas crianças em escolas de tempo integral. Ela destacou que, para ampliar o número dessas vagas no Estado, é preciso que haja adesão por parte da população. Tal incremento, ainda segundo a secretária permitirá que as unidades federativas e municipais recebam recursos antecipados, para a preparação estrutural da rede.

“Gostaria de lembrar aos pais e mães que é muito importante matricular seus filhos no horário integral. Isso é uma oportunidade de estudar mais e de se preparar melhor para as provas do Enem, provas admissionais para o ensino técnico, para institutos federais e até para concursos públicos. Nos países mais desenvolvidos, não se fala em educação em horário parcial. Precisamos acreditar que essa é uma solução para ampliar o conhecimento e a melhoria da qualidade de vida das pessoas. A implantação do ensino integral é uma proposta contemporânea, inclusiva, que promove a equidade de condições. Eu tenho certeza que haverá um futuro melhor se todos acreditarem nessa possibilidade de conhecimento integral”, teria dito Roberta Barreto, segundo o veículo.

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O presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) sancionou, nesta semana, a Lei de Incentivo às Escolas de Tempo Integral (ETI), que regulamenta o repasse de recursos e de assistência técnica do Governo Federal aos estados e municípios. A medida tem como objetivo a ampliar a base escolar pública em tempo integral, cuja previsão de jornada é igual ou superior a sete horas diárias, com base em currículo intencional e integrado.

Pelo Plano Nacional de Educação (PNE), pelo menos 50% das escolas públicas brasileiras devem oferecer educação integral, sendo que 25% dos estudantes atendidos devem estar na educação básica. A previsão é de que o Governo Federal injete R$ 4 bilhões no programa em todo o Brasil. A é meta criar, até 2026, 3,6 milhões de novas vagas.

As informações são do jornal O DIA.

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