Rede de minimercados de autoatendimento, Peggô compra concorrentes em nova fase de expansão

Criada como alternativa aos impactos da pandemia no setor alimentício, startup carioca chega a R$ 35 milhões em valor de mercado e projeta 500 unidades com as novas aquisições

Foto: divulgação

Nascida na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, a startup Peggô, de minimercados com autoatendimento indoor para condomínios residenciais, prédios corporativos e grandes indústrias, anuncia uma nova etapa em seu processo de expansão. Criada em 2021 como alternativa aos empresários do setor alimentício diante dos desafios impostos pela pandemia de Covid-19, a marca acaba de adquirir cinco concorrentes, que passam a fazer parte da sua rede, que conta atualmente com 50 unidades em oito estados. Com as novas aquisições, a expectativa é fechar o ano com 500 unidades e um faturamento superior a R$ 15 milhões. Além disso, tem como meta chegar a todo território nacional até o fim de 2023.

Franqueadora desde janeiro, a Peggô expande com dois modelos de negócios: a Master e a Smart. “Somos a primeira empresa do Brasil a criar um modelo de franquia individual no segmento de mercado autônomo. E agora compramos concorrentes que possuem menos de 50 unidades para ampliarmos nosso alcance”, destaca o sócio-fundador Daniel Sant Anna. 

Liderada por Daniel Sant Anna, empresário com 20 anos de experiência no ramo do varejo, e Paulo Gil, sócio da AAE Metalpartes e da Separar Produtos, a startup tem como diferenciais em relação às lojas de conveniência ou mercadinhos tradicionais a velocidade, praticidade e dinamismo no atendimento, da montagem da operação ao consumidor final, e um mix de até 1200 produtos de qualidade e selos premium. “Enquanto a média do mercado é da instalação da operação em um mês, realizamos o projeto em apenas dois dias”, completa Sant Anna, apontando um dos motivos para o crescimento em tão pouco tempo.

Renata Granchi
Renata Granchi é jornalista e publicitária com mestrado em psicologia. Passou pela TV Manchete, TV Globo, Record TV, TV Escola e Jornal do Brasil. Escreveu dois livros didáticos e atualmente é diretora do Diário do Rio. Em paralelo, presta consultoria em comunicação e marketing para empresas do trade.
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1 COMENTÁRIO

  1. esses minimercados são uma mão na roda. precisam melhorar em alguns pontos, mas são uma tendência inevitável. é mais uma face da individualização das pessoas. neste ponto é ruim. vejamos o que os mercadões farão a respeito. não digo quanto a “promoções” mas a entrega domiciliar e outros mimos que venham a competir com este seguimento.

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