Rio de Janeiro gerou 22.403 vagas de trabalho nos últimos 12 meses, segundo o Caged

O Estado foi a 2ª entidade da federação a gerar mais vagas de trabalho em abril. A cidade também ficou na dianteira, com 12.109 vagas criadas

Movimentação no comércio popular do Saara, no Centro do Rio (Foto: Dikran Junior)

O último levantamento do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado nesta segunda-feira (06/06) pelo Ministério do Trabalho e Previdência e analisados pelo Observatório do Trabalho da Secretaria de Estado de Trabalho e Renda, demonstrou que o Estado do Rio de Janeiro registrou 22.403 postos de trabalho preenchidos, nos últimos 12 meses. O que representa um acréscimo de 1071,9%, segundo a entidade. O Estado foi a segunda unidade da federação a gerar mais vagas de trabalho no mês de abril. Ainda no comparativo ao mês de abril, o Estado registrou um incremento dos postos de trabalho da ordem de 589,7%, em relação a 2021.

Pelo levantamento, a cidade do Rio de Janeiro foi a que mais avançou na geração de empregos, em abril, com 12.109 vagas criadas. Em seguida vem Niterói, com 1.187 vagas; Campos dos Goytacazes, com 1.093 novos postos; e Duque de Caxias e  Macaé, com 1.050 e 970 novas vagas de emprego, respectivamente.

O governador Cláudio Castro (PL) celebrou as novas conquistas do Estado, depois de períodos turbulentos recentes.

 “Os dados do Novo Caged refletem o crescimento da economia fluminense e mostram que estamos no caminho certo. Com trabalho sério, planejamento e uma gestão responsável, tornamos o Rio de Janeiro novamente atraente para novos negócios. Gerar cada vez mais oportunidades de emprego e renda, em todas as regiões do estado, é nosso compromisso permanente para garantir dignidade e melhoria da qualidade de vida da nossa população,” comemorou o chefe do executivo estadual.

De acordo com o Caged, de maio de 2021 a abril de 2022, o Estado registrou um total de 207.502 empregos com carteira assinada. A análise dos dados de abril, no biênio 2021-2022, apontou um crescimento de 589,7% nos empregos formais.

No que diz respeito à análise por setores, o de Serviços foi o que mais abriu postos de trabalho, com 14.865 novas vagas; seguido pela Construção, com 2.935 postos. No quesito gênero, os homens ocuparam 58,2% das posições, e as mulheres 41,8%. Nas variáveis idade e escolaridade: os jovens, de 18 a 24 anos, ocuparam 9.291 vagas de trabalho, e os trabalhadores com ensino médio completo foram os mais contratados.

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