Rio recebe recursos do Ministério da Saúde para combater dengue, zika e chikungunya

Sala Nacional de Arboviroses, painel público de dados e ampliação do método Wolbachia são algumas das ações que serão aplicadas pela pasta

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O Estado do Rio de Janeiro receberá mais de R$ 3,6 milhões em verbas do Ministério da Saúde (MIS) para o combate às arboviroses – como dengue, chikungunya e Zika. O Governo Federal também destinará R$ 6,8 milhões a outros dez municípios fluminenses, com a mesma finalidade. Os aportes serão efetuados, em parcela única, até o final de dezembro.

Segundo o Ministério da Saúde, entre 2022 e 2023, o Rio de Janeiro registrou um aumento de casos de dengue de 10.662 para 43.312. Quanto à Chikungunya, a tendência foi de recuo, com 2023 registrando 1.331 casos diante dos 1.550 registrados no ano passado. A Zika também registrou um recuo de contaminações entre um ano e outro, com 4 casos, em 2023; e 30, em 2022. A saúde fluminense registrou apenas uma morte por ano.

Para monitorar os locais com maior incidência de casos em tempo real, o Ministério da Saúde inaugurou a Sala Nacional de Arboviroses (SNA). Com a iniciativa, o MIS pretende aplicar ações de contingência no Brasil para minimizar os efeitos da dengue, da chikungunya e da Zika nos próximos meses.

O Governo Federal também vai usar o Painel Público de Monitoramento de Arboviroses, ferramenta em tempo real, que indicará número de casos prováveis, taxa de letalidade, óbitos, incidências e hospitalizações pelas três arboviroses. A vantagem da plataforma é que ela possibilita a realização de uma análise comparativa entre o ano atual e o anterior, com recortes por estado e município, faixa etária, sexo, entre outros indicadores.

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Outra prioridade do Ministério da Saúde é o acompanhamento da vacina Qdenga, que está sendo feita pela Comissão Nacional de Incorporações de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec). A pasta já abriu consulta pública sobre a proposta de incorporação do imunizante à rede SUS.

As localidades com maior de incidência de casos e o público mais vulnerável foram considerados pela Conitec na recomendação inicial favorável à incorporação da vacina, de acordo com as diretrizes do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

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