RJ monta força-tarefa para ‘remoção’ de poluente que contaminou água da Cedae

Sistema Imunana-Laranjal, responsável por levar água a 1,7 milhão de pessoas, está parado há 48 horas

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Foto: Reprodução/TV Globo

Uma força-tarefa se reuniu, nesta sexta-feira (05/04), para definir medidas que viabilizem a retomada da produção de água no Sistema Imunana-Laranjal, paralisada devido à contaminação do manancial por tolueno. Foi estabelecido um plano de ação para conter o derramamento do composto químico nos rios Rio Guapiaçu, em Guapimirim, que abastecem parte da Região Metropolitana.

A mobilização envolve as secretarias de Estado do Ambiente e Sustentabilidade, da Polícia Civil, da Polícia Militar, o  Instituto Estadual do Ambiente (Inea), a Cedae, a Petrobras e as concessionárias Águas do Brasil e Águas do Rio.

Foi definido que Inea, Cedae e Petrobras vão ceder maquinário para realizar a sucção do poluente que está contaminando a água dos rios. A Petrobras e a Transpetro se comprometeram a disponibilizar equipamentos como barreiras de contenção, recolhedores de oleofílico e vertedouro e mantas absorventes. A Cedae já instalou barreira num canal onde foi constatada a contaminação, o que reduziu o índice de tolueno na água. Técnicos avaliaram que será necessário fechar o acesso de um outro canal onde também há indício de derramamento do produto. 

O sistema Imunana-Laranjal abastece as cidades de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, parte de Maricá (Inoã e Itaipuaçu) e a Ilha de Paquetá, no Rio de Janeiro. A contaminação da água foi constatada na quarta-feira (03/04) pela Cedae e, a partir disso, foi criada uma força-tarefa do Governo do Estado e aberta a investigação policial.

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