RJ tem a tarifa de metrô mais alta entre os 9 sistemas do Brasil; veja o ranking

A partir desta sexta-feira (12/04), os passageiros enfrentam uma nova tarifa, com o valor de R$ 7,50. Beneficiários da Tarifa Social manterão o preço de R$ 5

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A partir desta sexta-feira (12/04), os passageiros do metrô do Rio de Janeiro enfrentam uma nova tarifa, tornando-se a mais altas do país, com o valor de R$ 7,50 por viagem. No entanto, os beneficiários da Tarifa Social manterão o preço anterior de R$ 5.

A aprovação do aumento, autorizado pela Agetransp, baseou-se na variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que registrou um aumento de 4,5% entre janeiro de 2023 e janeiro de 2024, conforme estipulado no contrato de concessão.

Para aqueles elegíveis à Tarifa Social, uma iniciativa do Governo do Estado, é necessário possuir entre 5 e 64 anos, uma renda mensal declarada de até R$3.205,20 e um cartão Riocard Mais vinculado ao Bilhete Único Interestadual, cadastrado no CPF do usuário.

Com 58 km de extensão e inaugurado em 1979, o metrô do Rio de Janeiro detém a posição de ser o mais caro do país, de acordo com o ranking elaborado pelo DIÁRIO DO RIO:

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1 – Metrô Rio de Janeiro: R$ 7,50 (58 km)

2 – Metrô de Brasília: R$ 5,50 (42,38 km)

3 – Metrô de Belo Horizonte: R$ 5,30 (28,01 km)

4 – Metrô de São Paulo: R$ 5,00 (104,4 km)

5 – Metrô de Porto Alegre: R$ 4,50 (44,6 km)

6 – Metrô do Recife: R$ 4,25 (37,8 km)

7 – Metrô de Salvador: R$ 4,10 (38 km)

8 – Metrô de Fortaleza: R$ 3,60 (56,8 km)

9 – Metrô de Teresina: R$ 1,00 (13,5 km)

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8 COMENTÁRIOS

  1. Não dá mesmo para entender. São Paulo tem uma rede de metrô bem maior do que a do Rio e que transporta muito mais passageiros, e a passagem por lá é bem mais barata do que a daqui. Além disso, em São Paulo, o metrô continua sendo expandido, enquanto por aqui nada está sendo feito. Ontem (15/4), esperei por 8 minutos o trem na estação Nossa Senhora da Paz por volta de 15 h 45 min., que não é horário de pico. Quando o trem chegou, já estava cheio (não superlotado), nas, na estação Siqueira Campos, superlotou. Tinha de saltar na seguinte (Arcoverde) e tratei de ficar perto da porta. Quando saltei, logos após 16 h, vi, no monitor, que o trem seguinte passaria 7 minutos depois do meu e o outro, 21 minutos depois do meu. Ou seja, entre o trem seguinte ao meu e o seguinte, o intervalo era de 14 minutos. Pode um intervalo desses num sistema que se propõe a ser transporte de massa?

  2. Pra quem está reclamando e não sabe, o aumento é SEMPRE autorizado pela agência estatal reguladora e no caso em questão a AGETRANSP que autorizou o aumento baseado no índice IPCA. Independente de ser de esquerda ou direita o IPCA continua existindo e bases contratuais são feitas visando o reajuste. Também vale lembrar que o metrô do Rio não é privado e sim contrato de concessão pública.

  3. O princípio da modicidade das tarifas por serviços determinada pela lei do serviço público é completamente ignorado…
    O Metrô Rio tem a possibilidade e explora os espaços para marketing de grandes empresas, além do aluguel para comércio.
    O serviço é usado por grande número de usuários.
    Ainda assim possui uma malha com cobertura ridícula.

  4. Agora vamos bater palminhas, jogar confete e puxar o saco de empresários honestíssimos e digníssimos, que têm todo o “mérito” por sua riqueza indecente e criminosa. Batam palminhas!

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