RJ tem amplo aumento no número de casos de coqueluche

Em 2024, até o dia 04/07, foram registrados 34 casos da doença em todo o estado; em 2023, durante o ano inteiro, foram apenas 8

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Imagem meramente ilustrativa de mulher assoando o nariz - Foto: Reprodução/Internet

Dados do Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, apontam que, em 2024, até o dia 04/07, foram registrados 34 casos de coqueluche no estado do Rio de Janeiro. A nível de comparação, em 2023, considerando o ano inteiro, foram apenas 8, o que representa um aumento de mais de 400% por ora.

A coqueluche, ocasionada pela bactéria Bordetella Pertussis, é uma infecção respiratória e transmissível. Seus principais sintomas são tosse seca, coriza, congestão nasal e espirros, além de, em alguns casos, febre e fadiga. Vale ressaltar que a doença pode atingir também tranqueia e brônquios e, em bebês menores de 6 meses de idade, é bastante preocupante, podendo levar à morte.

Para se prevenir contra a coqueluche é necessário tomar as vacinas pentavalente, DTP e dTpa Adulto. Em relação ao primeiro imunizante citado, ele é obrigatória para bebês de 2, 4 e 6 meses.

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A DTP, por sua vez, é destinada a crianças com idades entre 15 meses e 4 anos. Já a dTpa Adulto é recomendada para gestantes e puérperas; profissionais de saúde em geral; e parteiras e estagiários da área da saúde que atuam em maternidades e unidades neonatais.

O diagnóstico de coqueluche é feito por meio de exames laboratoriais solicitados pelos médicos. Já o tratamento é realizado com uso de antibióticos.

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