#RuasdoRio: Quem foi Martin Luther King?

A série do DIÁRIO DO RIO chega a uma das mais movimentadas vias do Rio de Janeiro, que diariamente é utilizada por milhares de cariocas

Avenida Pastor Martin Luther King (Foto: Reprodução Redes Sociais)


A Avenida Pastor Martin Luther King Júnior, a antiga Automóvel Clube, é uma das vias mais extensas e importantes que cruzam a Zona Norte carioca, A via passa por diversos bairros, entre eles, Colégio, Irajá, Coelho Neto, Del Castilho, Vicente de Carvalho, Thomaz Coelho Engenho da Rainha, Inhaúma e Pavuna.

A Martin Luther King compreende em seu trecho o Shopping Nova América, o Hospital Municipal e o Ronaldo Gazolla, além disso, outros importantes pontos do Rio, como o Parque Madureira, o Norte Shopping e o Ceasa ficam nos arredores da via, que ainda é cortada pela Avenida Brasil, um das das vias expressas mais movimentadas do Rio de Janeiro.

A região costuma registrar trânsito intenso, por ser rota de diversas linhas de ônibus e abrigar várias estações de metrô e trem

Infelizmente, a Avenida Martin Luther King Júnior também é considerada uma das mais perigosas da cidade. 

Mas afinal, quem foi Martin Luther King ?

Martin Luther King

Martin Luther King Jr. foi um dos principais líderes negros dos Estados Unidos contra a segregação racial e pela igualdade social. Entre as décadas de 1950 e 1960, Luther King teve atuação de destaque ao se posicionar de forma pacífica contra a segregação racial, que em muitos estados era lei.

Nascido em Atlanta, King foi pastor protestante e dono de uma oratória ímpar, conseguindo agregar multidões em torno da luta pela igualdade racial e pelos direitos civis para os negros.

Apesar do pacifismo, as manifestações lideradas por ele foram alvos de agressões de grupos radicais, como a Ku Klux Klan, que desde o século XIX era favorável à segregação racial e usava a violência para intimidar aqueles que se manifestavam pela igualdade entre os norte-americanos. Apesar dessas perseguições e das prisões, Martin Luther King não abriu mão dos atos pacíficos.

Sua morte em 1968 foi lamentada pelo mundo todo e, apesar das várias conquistas, como a aprovação dos direitos civis para negro, havia muito a ser feito para acabar com o racismo nos Estados Unidos. O dia do seu nascimento, 15 de janeiro de 1929, transformou-se em feriado nacional, uma forma de homenageá-lo e recordar sua luta pelo fim da desigualdade.

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