Sessão matinal de “Tarsilinha” em Vassouras recebe mais de 600 estudantes

As manhãs do festival foram preenchidas por exibições de filmes de animação e os ingressos esgotaram para todas as sessões

Nesta segunda-feira (23), o Festival de Cinema de Vassouras promoveu a primeira exibição de um longa-metragem de animação para crianças do município. Mais de 600 alunos das redes pública e privada assistiram ao filme “Tarsilinha”, inspirado nas obras de Tarsila do Amaral, no Centro de Convenções General Severino Sombra, no centro da cidade. 

A secretária municipal de Educação de Vassouras, Magda Sayão, pontuou que essa é uma grande oportunidade que a cidade de Vassouras recebe, de ter um “movimento de equidade”, uma vez que 300 ingressos foram repassados para alunos da rede municipal, e os outros 300 foram partilhados entre as escolas estaduais e privadas. 

O Festival de Cinema de Gramado, que completa 50 anos em 2022, já possui um projeto chamado Educavídeo para promover o audiovisual nas escolas do município. Segundo Sayão, esse é um conceito que pode ser aplicado na educação vassourense. “A sementinha foi plantada e as oportunidades são infinitas, os nossos profissionais da educação e nossos alunos da pedagogia também estão envolvidos em todo esse movimento que tem tudo para dar certo”, reforçou a secretária. 

Sessões esgotadas

Inspirado nas obras da artista brasileira Tarsila do Amaral, o longa de animação Tarsilinha traz a história de uma menina de oito anos, que tenta ajudar sua mãe a recuperar a memória, enquanto vive uma grande aventura em um universo repleto de aventuras. 

A programação de todos os dias do festival é oferecida de forma gratuita ao público, mediante inscrição prévia. Os ingressos esgotaram em todas as sessões antes mesmo do início do Festival de Cinema de Vassouras. O evento foi idealizado e organizado pelo diretor Bruno Saglia e a atriz Jane Saglia

Jornalista, produtora e apresentadora do podcast cineaspectos. Como amante do cinema, ficou imersa em roteiros fantásticos, conheceu a beleza dos filmes de máfia e os incompreendidos dramas europeus. Sara adora desbravar a singularidade do cinema brasileiro, e acompanha de perto os principais festivais e mostras ao redor do mundo.
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