Setor de franchising fluminense fatura mais de R$ 5 bilhões no 3º trimestre de 2022

O Rio registrou o aumento de 8,3% no faturamento geral das redes de franquias, e uma expansão de 4,6% dos seus fraqueados

Praia de Copacabana: Reprodução

Um levantamento realizado pela Associação Brasileira de Franchising (ABF), em parceria BR Insights, identificou uma tendência de crescimento do segmento no Brasil. A comparação entre o terceiro trimestre deste ano ao mesmo período de 2021, verificou um crescimento de 18,7%, com um acréscimo no faturamento de R$ 47,385 bilhões para R$ 56,256 bilhões.

O Estado do Rio de Janeiro acompanhou o ciclo virtuoso, no período analisado, com um aumento de 8,3% no faturamento geral das redes de franquias, com mais de R? 5 bilhões de receita. Outra boa notícia para o mercado fluminense, foi a expansão do número de unidades, que registrou alta de 4,6%, totalizando 17.701 operações.

De acordo com a pesquisa da ABF, os setores que mais cresceram foram o de Hotelaria e Turismo, Casa e Construção e Saúde, Beleza e Bem-Estar; com índices de 22,3%, 14,9% e 14,6%, respectivamente. Os setores de Alimentação e Hotelaria e Turismo registram o maior crescimento quanto ao volume de operações.  

O presidente da ABF Seccional Rio, Beto Filho, demonstrou otimismo diante do bom desempenho do setor. Para ele, o ano de 2022 foi promissor quanto à superação das consequências desastrosas provocadas pela pandemia da Covid-19.

 “Estamos com uma perspectiva bem positiva para o fechamento do ano. Tivemos a aprovação da diminuição da alíquota do ISS para as redes cariocas e temos a certeza de que isso irá atrair mais empresas para a cidade do Rio de Janeiro, o que reflete no crescimento do franchising em todo o Estado. Temos uma demanda reprimida que quer investir no Rio”, destacou o executivo.

O estudo apontou ainda que houve um ganho de eficiência das redes, através da digitalização do atendimento e da adoção de estratégias omnichannel, alinhadas à desaceleração da inflação, ao crescimento do varejo de forma geral, e ao aumento do 1,36% do PIB  nos meses de julho, agosto e setembro, segundo o Banco Central (BC).

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