Veja sobre o enredo “É Segredo” da Unidos da Tijuca:
As imagens surgiam para nos revelar alguma coisa, nos dar a certeza de que ali estavam respostas e, de repente, nada era mais como parecia ser alguns segundos atrás. Como isso pôde acontecer, se tudo parecia tão claro? Como num passe de MÁGICA, o que tínhamos diante de nós se transformava em outra coisa. Inexplicável.
Ou o “Histórias Sem Fim” do Salgueiro:
Mãos e máquinas à obra! As páginas impressas resgatam o passado glorioso de impérios erguidos sob o signo da compaixão e da fúria de heróis, mitos e deuses. Feitos épicos imortalizados em Epopeias que exaltam valores e virtudes de civilizações. As mesmas palavras edificadas às glórias humanas também descrevem o renascer de uma era, personificada na figura de um cavaleiro errante. Os moinhos de vento sopram os ares da esperança, guiando o homem a uma jornada espiritual rumo ao paraíso, por tortuosos caminhos…
Ou a explicação do enredo da Beija-Flor sobre Brasília:
Emerge do passado a sua herança, do coração do Egito, coincidência, inspiração… Aketaton, gêmea ancestral do deserto, que se esplanou em largos espaços abertos, em templos, “estelas”, em reverência ao sol, abrindo-se, feito asas, norte e sul, qual vôo de íbis, ave sagrada, em seu vôo na imensidão.
E por aí vai… parece mais coisa de quem estava em Woodstock do que na Cidade do Samba.
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