Sistema de monitoramento de desastres naturais do Rio contará com mais 70 sirenes, anuncia Cláudio Castro

O Estado tem investido pesado no Plano de Contingência para chuvas, para o qual foram destinados mais R$ 1 bilhão, em 2022

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Cláudio castro durante reunião para discutir o Plano de Contingência para Chuvas Intensas / Divulgação

Ação dentro do Plano de Contingência para Chuvas Intensas, o sistema de monitoramento, alerta e alarme de desastres naturais ganhará mais 70 sirenes, anunciou o governador Cláudio Castro (PL), nesta terça-feira (11), durante uma reunião no Palácio Guanabara, em Laranjeiras, Zona Sul da cidade. Também foram anunciados o aumento de operadores do Sistema de Monitoramento Meteorológico e a destinação de mais de R$ 40 milhões para a construção da Academia de Bombeiro Militar Dom Pedro II, em Petrópolis, na Região Serrana do Rio, onde a Defesa Civil pretende instalar gabinetes integrados para a gestão de crise nos 92 municípios do estado.

O Governo do Estado tem investido pesado no Plano de Contingência para chuvas. Somente, em 2022, foram destinados aproximadamente R$ 1,1 bilhão ao plano, contando com os orçamentos das secretarias para ações de prevenção de catástrofes. Em 2021, o Executivo estadual investiu apenas ¼ de tal montante: R$ 310 milhões nas iniciativas.

“Desde o início da nossa gestão, o Governo do Estado trabalha de maneira integrada e constante para prevenir desastres provocados pelas fortes chuvas. No primeiro ano, avançamos muito em limpeza de rios, córregos e canais. Em 2022, investimos em amparo social para as pessoas afetadas pelas tragédias. Nossa meta é começar 2023 com o fortalecimento da contenção das encostas, trabalho que sempre foi realizado com diligência e competência pelos nossos técnicos,” afirmou Cláudio Castro.

Atingida por chuvas devastadoras no início do ano, a Cidade Imperial terá as 20 sirenes já existentes atualizadas, além de ganhar mais 30 delas. À cidade de Angra dos Reis foram destinadas 20 novas sirenes. Além de 5 sirenes, Rio Claro também ganhará oito pluviômetros automáticos. Já Paraty contará com a instalação de 11 novas sirenes e 11 pluviômetros. Nova Friburgo será contemplada com quatro novas sirenes. Segundo o Governo do Estado, o valor estimado para instalação e manutenção de todo esse equipamento, por um ano, é de R$ 11,1 milhões.

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Durante a reunião, as autoridades destacaram o importante papel desempenhado pelo comitê de monitoramento das chuvas e desastres naturais no Estado. Todo o trabalho realizado, em 2022, será aplicado na previsão e evitamento de tragédias semelhantes às de Petrópolis, explicou o secretário de Estado da Casa Civil, Nicola Miccione.

“Mais do que atuar nas consequências das chuvas, o acompanhamento quinzenal feito pelo comitê, ao longo de meses, ajudou na preparação para evitar problemas futuros. O comitê gerou um trabalho preparatório para 2023, uma ação maior e completa. Nesse grupo, além de mostrar o que cada pasta está fazendo, estamos concentrando esforços para prevenir essas tragédias, com gestão e responsabilidade. Um trabalho importante que evita desperdícios de recursos e visa a segurança da população”, disse Nicola Miccione.

O mês de novembro será dedicado à simulação emergencial para a desocupação de escolas públicas, de favelas, além de realização de seminários e criação de protocolos conjuntos com o CBMERJ e a Seinfra.

“Estamos trabalhando constantemente para a reformulação e atualização do Plano de Contingência Estadual para Chuvas Intensas. São novos protocolos para padronização de planos municipais, redefinição de integração entre as agências, definição de padrões mínimos de estruturas físicas para resposta aos desastres, criação de índice para medir a capacidade municipal na gestão do risco de desastres, entre outros temas. Vamos continuar a aprimorar o atendimento à população fluminense,” explicou o coronel Leandro Monteiro.

Participaram do evento os secretários de Defesa Civil, coronel Leandro Monteiro; das Cidades, Uruan de Andrade; da Agricultura, Alexandre Grilo; bem como representantes do Departamento de Recursos Minerais (DRM) e do Instituto Estadual do Ambiente (Inea).

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