TCE investiga movimentação milionária de instituto que administra Moeda Social de Niterói

O instituto E-Dinheiro Brasil se negou a apresentar a equipe do Tribunal de Contas o extrato bancário da conta paralela

Segundo relatório emitido pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio (TCE-RJ) o instituto E-Dinheiro Brasil estaria se apropriando dos rendimentos de investimentos feitos com dinheiro público.

O instituto E-Dinheiro Brasil se negou a apresentar a equipe do Tribunal de Contas o extrato bancário da conta paralela onde consta os valores e movimentações decorrentes da parceria com o município de Niterói.

No relatório consta que os valores não utilizados pelos beneficiários estão sendo investidos em aplicações de curto prazo.

As taxas administrativas destinadas ao financiamento do programa de microcréditos estão alocadas em uma conta paralela do instituto.

O instituto E-Dinheiro estaria se apropriando das taxas administrativas de 2% sobre o valor da compra de cada resgate e da taxa de 1% sobre o valor resgatado pelo comerciante. Além da taxa de boleto que varia de R$1,00 a R$20,00.

Até o mês de setembro de 2022 já foram depositados mais de R$91 milhões na conta paralela.

Além de Niterói, o instituto administra programas sociais nos municípios de Cabo Frio, Iguaba Grande, Itaborai, Maricá, Porciúncula, Saquarema e Tanguá

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