Temporal: Prefeitura decreta ponto facultativo em repartições públicas municipais, nesta sexta-feira

Serviços essenciais municipais não vão parar. Prefeito pede à iniciativa privada que suspenda as suas atividades. "É ideal que tenhamos a cidade esvaziada", disse Eduardo Paes

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Dia de chuva no Rio de Janeiro| Foto: Rafa Pereira - Diário do Rio

A previsão de temporal para esta sexta-feira (22) fez o prefeito Eduardo Paes (PSD) decretar ponto facultativo nas repartições públicas municipais nos próximos dias. O decreto contempla os servidores lotados em áreas administrativas não essenciais, como as escolas da rede municipal. A medida tem como objetivo evitar deslocamentos durante a possível tempestade. Os serviços essenciais, no entanto, funcionarão diuturnamente.

A previsão do Sistema Alerta Rio é de que, entre a noite desta quinta-feira e a tarde de sábado (23), uma frente fria que chega à capital fluminense gere instabilidade no clima local, precipitando pancadas de chuva moderada a muito forte, com raios e rajadas de vento moderado a forte (até 75,9 km/h). O volume de chuva pode ultrapassar 40mm por hora e 200mm em 24 horas. Segundo a série histórica, a média em março é de 124,7mm.

À iniciativa privada, Eduardo Paes recomendou a suspensão das atividades nesta sexta-feira. Segundo o prefeito, o ideal, diante do possível momento de urgência, é manter a cidade “esvaziada”.

“O ideal é que as escolas particulares não funcionem. As empresas que não tenham serviços essenciais também orientamos que parem. É ideal que tenhamos a cidade esvaziada. Vamos observar como será esta madrugada, mas é provável que a chuva deva começar ao longo da tarde. E nesse momento seria importante termos pouco movimento na cidade”, alertou o chefe do Executivo municipal.

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No decorrer do dia, a Prefeitura comunicou uma série de medidas a serem adotadas pelos 9,3 mil servidores envolvidos na operação relacionada ao temporal. A força-tarefa municipal contará com equipes dos seguintes órgãos públicos: Centro de Operações Rio, Rio Águas, Defesa Civil, Sistema Alerta Rio, Fundação Georio, Comlurb, secretarias de Conservação e de Ordem Pública, Guarda Municipal e CET-Rio.

“A rua a gente limpa. Bem material recupera depois. O importante é sair desse suposto momento de crise mais aguda, que possamos sair com vidas preservadas e que serviço público trabalhe de forma adequada apenas com as equipes essenciais e os órgãos de resposta”, reforçou Eduardo Paes.

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