Vendas de residenciais no Centro do Rio tiveram um aumento de 24% em 2022

Esse número é relativo aos quatro primeiros meses deste ano; a soma de unidades previstas para serem construídas já é quase 17% maior do que o número de licenças concedidas nos últimos 10 anos

Foto: Alexandre Macieira|Riotur

Dados do Sindicato da Habitação do Rio revelam que a vende de imóveis residenciais no Centro do Rio tiveram um aumento de 24% nos quatro primeiros meses de 2022. Os dados são uma comparação deste ano com o mesmo período de 2019, ano anterior ao início da pandemia mundial.

Um dos motivos para o aumento das vendas é o projeto de busca restaurar o Centro, o Reviver Centro, que é um plano de recuperação urbanística, cultural, social e econômica da região central do Rio, está contribuindo na atração de novos moradores para a região. 

De acordo com Leonardo Schneider, vice-presidente do Sindicato da Habitação do Rio, a infraestrutura, o transporte público e comércio são alguns dos benefícios da região. E completa alegando que há uma possibilidade de aumento nas vendas nos próximos meses.

A Prefeitura recebeu, até o momento, quatro pedidos para novas construções e 12 para reconversão de imóveis. Com isso, o número de unidades previstas para serem construídas já é quase 17% maior do que o número de licenças concedidas nos 10 anos anteriores. 

O secretário de Planejamento Urbano do Rio, Washington Fajardo, afirma que o objetivo do município é de aumentar em 15% o número de moradores no Centro até 2024.

Entre as licenças, está a que foi concedida para a construção do primeiro prédio residencial na Avenida Presidente Vargas desde a década de 1940.

Advertisement

2 COMENTÁRIOS

  1. Existe há mais de 60 anos um terreno vazio, ocupado por um estacionamento, na av Passos nele podetia ser construido um hipermercadp com estacionamento.

  2. Seriam ainda maiores se houvesse investimentos em mais comércio de bairro, principalmente supermercados nas zonas do Castelo e Porto Maravilha (a Lapa e o Bairro de Fátima já os têm em fartura), se fosse feita a limpeza e restauração das principais praças (Cinelândia, Largo de São Francisco), se houvesse algum progresso na questão da população de rua e se a Prefeitura valorizasse o potencial que a Cinelândia e seu entorno têm como um dos maiores polos culturais da cidade, promovendo mais atividades culturais de alto nível (lembrando que lá estão o Theatro Municipal, a Biblioteca Nacional, o Museu Nacional de Belas Artes, o Cine Odeon, diversos centros culturais e teatros, como o da Justiça Federal, o Rival, o da FIRJAN e Brigitte Blair e o tradicional bar Amarelinho).

Comente

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui