Visando movimentação da economia e geração de empregos, Rio terá ‘fundo de startups’

Objetivo da Prefeitura é que a cidade seja parceira das empresas e seus donos

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Eduardo Paes no Web Summit Rio 2023 - Foto: Divulgação

Considerado o maior evento de inovação e tecnologia do mundo, o Web Summit, realizado na última semana no Rio de Janeiro, ainda rende frutos à capital fluminense. Umas das iniciativas é o lançamento de um ”fundo de startups” na cidade, que visa fortalecer o referido segmento, movimentando a economia carioca, gerando empregos e arrecadando impostos ao município.

Paulo Espanha, CMO da KATE Capital, destacou que escolheu o Rio para abrir sede da empresa pelo projeto da Prefeitura de tornar a cidade cripto friendly – iniciativa encampada pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Simplificação (SMDEIS).

A KATE posiciona-se como uma plataforma onde startups, S.A. de capital fechado, e investidores realizam negócios privados, de forma digitalizada usando Blockchain da Hathor.

”Estamos animados com as possibilidades de negócios que eventos como o Web Summit, e todas as outras iniciativas da Prefeitura, por meio da secretaria de Desenvolvimento Econômico e da Invest.Rio, abrem para nós empreendedores. Acreditamos que em pouco tempo o ecossistema de tecnologia estará consolidado”, destacou o empresário.

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Segundo Espanha, a tokenização de startups de capital fechado permite negociações mais ágeis com redução da burocracia graças a smart contracts tipo Atomic Swap, que automatizam o processo, possibilitam que os acionistas tomem decisões de forma independente e reduzem a barreira de entrada elevada e custosa que hoje existe para se fomentar o ecossistema empreendedor.

Outro destaque é a Fractal, empresa de tecnologia luso-brasileira que escolheu o Rio como sede no Brasil. Instalada desde 2021, a companhia deve abrir 20 vagas para Arquitetos 3D e desenvolvedores de negócios no 2o semestre de 2023, sendo metade envolvendo capacitação de jovens de comunidades do município. A Fractal desenvolve e entrega transformação de negócios para empresas com inovação nas áreas Metaverso/Web 3, Inteligência Artificial, Cripto/NFT e ESG-Tech, conectando com projetos sociais como o DLW (DreamLearnWork) e o Karanba, segundo o CIO da empresa, Daniel Carocha.

Já a Distrito, plataforma voltada para gerar resultados de tecnologias emergentes, divulgou relatório que mostra crescimento de startups cariocas de 613 em 2019, ano anterior à pandemia, para 843 em 2023. O relatório traz entrevistas como a de Julio Azevedo, vice-presidente da Invest.Rio, que mostra a importância da atuação do poder público municipal e número de startups por setores – um retrato atual do ecossistema carioca de startups.

Para o secretário Chicão Bulhões, responsável pela SMDEIS, a expectativa com a realização do evento no Rio era fortalecer o setor de tecnologia e inovação da cidade.

”Foram dias intensos de evento, mas muita coisa ainda está acontecendo depois que o Web Summit Rio terminou. Tivemos lançamentos, parcerias firmadas, reuniões, e há a expectativa de ampliar as oportunidades de trabalho para os cariocas. É o resultado que esperávamos”, disse ele.

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