Wagner Victer: O ICMBio e o turismo

Um dos desafios para o futuro Presidente do ICMBio, deputado Alessandro Molon, será resolver o imbróglio que cerca o horário de acesso ao Cristo Redentor

Foto: Marcos de Paula / Prefeitura do Rio

Um dos desafios importantes para o futuro Presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBio, deputado Alessandro Molon, indicado recentemente pela nova Ministra do Meio Ambiente Marina Silva, será resolver de vez o imbróglio que cerca o horário de acesso ao Cristo Redentor, o que traria impactos positivos ao Turismo do Rio.

Em conversa recente com empresário Sávio Neves, Ex Secretário Estadual do Turismo, que opera os trens do acesso ao
Cristo Redentor, atualmente pelo ICMBio, o chamado Plano de Manejo do Parque Nacional da Tijuca permite que ele abra somente de 8 horas às 18 horas.

No verão, está abrindo até às 20 horas, sendo que o ideal para ampliar as atividades seria que fosse ao menos até às 23 horas.

Estima-se com essa alteração de horário aumentar em cerca de 25% a visitação, que este ano deverá bater 3 milhões, ou seja, mais 750 mil turistas/ano visitando o local e desfrutando o magnifico visual noturno da cidade.

Isso também permitiria reabrir o restaurante com bela vista, inexplicavelmente fechado, além de revitalizar o complexo de visitação e gastronômico do Hotel das Paineiras.

Com essa simples medida, seria criado um novo turno de trabalho, com aproximadamente 250 novos postos de trabalho diretos e centenas de indiretos, sem falar a maior arrecadação do próprio ICMBio, o que logicamente deveria ser acompanhado de eventuais medidas de mitigação de impactos ambientais e melhorias na segurança.

No momento em que os principais postos do turismo nacional, que são o Ministério do Turismo e a EMBRATUR, têm como titulares políticos Fluminenses, essa integração será fundamental e se torna uma oportunidade.

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