O governador Wilson Witzel revogou hoje o decreto que criava o cargo honorífico de General na Polícia Militar e no Corpo dos Bombeiros, é o que informa o site do O Globo. Atualmente apenas o secretário de Estado de Polícia Militar, coronel Rogério Figueredo, e o secretário de Estado de Defesa Civil e comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Roberto Robadey Jr., possuíam o título que não representava aumento nas atribuições ou no salário.

Mas não é que Witzel tenha desistido da ideia, na publicação que acaba com os generais na PM e nos Bombeiros. Foi criada uma comissão, sem aumento de despesas, formada por um representante da Secretaria de Estado da Casa Civil, do Gabinete de Segurança Institucional, da Secretaria de Estado da Defesa Civil e da Secretaria de Estado da Polícia Militar. O grupo discutirá alterações na legislação federal, com o propósito de valorizar a carreira das instituições militares.

Outra atribuição dessa comissão formada por meio do novo decreto é propor a criação de um cursos de Altos Estudos e Gestão e de um Alto Comando na PM e no Corpo de Bombeiros, dando uma nova determinação honorífica aos oficias que até então eram chamados de Generais. A comissão terá 60 dias para concluir esses objetivos.

1 COMENTÁRIO

  1. Vamos recordar que artigos publicando pesquisas realizadas indicam que, assim como nas Forças Armadas, as forças auxiliares, leia-se: Polícia Militar e Copo de Bombeiro Militar, no Estado do Rio de Janeiro, e nos demais estados, contam com um número desproporcional de oficiais para o número de batalhões e de comandados, comparando-sr com forças militares de países envolvidos em conflitos pelo mundo.
    Ou seja, tanto nas FFAA como na PMERJ e BMERJ, temos demasiado excesso de oficiais burocratas. Comando e sobreposição de ordens. E ainda quando passam para reservas são promovidos. Fora a promoção por não fazerem mais do que o exigido pela função…
    Importante lembrar que as regras de Mercado preveem a contraprestação (do Patrão) pelo uso da força de mão de obra (ao empregado) de acordo com a complexidade da atividade e a disponibilidade desta (para contratação) e nível de conhecimento (formação) exigidos.
    Que complexidade tem a atividade de Polícia Preventiva para termos tanto oficiais?
    Tudo para tornar elevado os custos para manter centenas (milhares pelo Brasil) de oficiais, mas sem resultado (eficiência) no policiamento preventivo.

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