Zepelim no Rio de Janeiro Quem diria, depois de mais de 70 anos, a empresa alemã responsável pelo Zepelim quer trazer ele de volta ao Rio de Janeiro. Claro que o objetivo não é fazer o serviço de passageiros, mas entrar em outras áreas além da óbvia, turismo, também poderia funcionar para monitoramento ambiental, pesquisas científicas ou mineração.

Apesar de haver vários dirigíveis espalhados pelo mundo, apenas os da Zeppelim tem o direito de vender passagem a qualquer pessoa e é controlado 100% por pilotos. E já tem Zepelins voando pelos céus da Alemanha, Japão e em breve nos EUA e, de acordo com executivos da empresa, estão conversando com empresários brasileiros para trazer o Zepelim para nossa cidade. Mas a passagem seria meio salgada, por volta de US$ 600,00.

Mas ainda há a opção de ter Zepelim trabalhando para a Petrobrás, para a Vale ou a Eletrobrás, já que se pode usar a aeronave para controlar nossas redes elétricas, gasodutos ou minas. Mas a empresa antes tem de conseguir uma autorização da Anac

O grande problema do Zepelim é a falta de pilotos, só há hoje 13 no mundo capazes de pilotá-lo, já que necessita de formação específica. Ainda há a falta de infra-estrutura, já que quem investir na máquina vai precisar gastar US$ 11 milhões para comprar um Zeppelin e toda sua estrutura, incluindo caminhões que levam torres para “estacionar” os aparelhos.

Vamos torcer!

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