O prefeito do Rio, Marcelo Crivella (PRB), tinha 2 objetivos nesta eleição de 2018, ter o filho dele Marcelo Hodge Crivella (PRB) como o deputado federal mais votado do estado e eleger seu antigo suplente e atual senador, Eduardo Lopes (PRB). Isso inclusive fez com que tivesse a já mal fadada reunião no Estácio onde se usou ônibus da Comlurb e levou a um novo pedido de impeachment de Crivella.

Sobre Crivellinha, apelido dado a seu filho, ainda não dá para saber se será o mais votado, ou qual será a bancada do PRB do Rio, mas sobre Lopes, bem este está sendo uma grande decepção nas últimas pesquisas para Senador. No último Ibope, Eduardo Lopes está em 10º lugar, atrás de Cyro Garcia (PSTU) e do candidato do PRTB! Uma posição bem desgraçada para quem tem a força da máquina da Prefeitura e da IURD por trás tentando elegê-lo. A aposta de Crivella em Lopes era tão grande, que a 1ª suplente é sua esposa, Sarah Jane Crivella e nem isso bastou para tirar o candidato do traço.



Se há alguma análise a ser feita, é a incrível fraqueza política de Crivella e da própria IURD, que conseguiu conquistar a Prefeitura do Rio graças a uma tempestade perfeita, divisão dos votos da direita e do centro no 1º turno e candidato altamente rejeitado no 2º. E como prefeito o grupo de Crivella conseguiu se mostrar ausente, incompetente e inoperante, era esperar demais que conseguisse eleger um senador.

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