CCR Barcas seguirá por mais um ano administrando o transporte aquaviário do RJ, afirma Castro

A empresa tinha anunciado que iria encerrar as atividades em fevereiro porque teria mais de R$ 1 bilhão a receber do estado

Foto: Marcelo Tavares

Em mensagem divulgada em suas redes sociais, o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, anunciou na tarde desta segunda-feira (5) que a concessionária CCR Barcas vai ficar mais um ano geriando o transporte aquaviário do estado, após o término de seu contrato.

A empresa tinha anunciado que iria encerrar as atividades em fevereiro porque teria mais de R$ 1 bilhão a receber do estado. A empresa tinha contrato até 2023 com o governo. A decisão de permanecer administrando o serviço veio após reunião com o governo.

Conseguimos garantir que toda a população que usa as barcas não ficará desassistida. Após uma reunião com a CCR Barcas, ficou decidido que a concessionária ficará à frente do serviço de transporte aquaviário por mais um ano depois do término do contrato”, afirmou Castro em suas redes sociais.

Vamos enviar os termos do acordo para aprovação do Ministério Público do Rio de Janeiro e homologação junto ao Poder Judiciário. A permanência da CCR vai dar mais estabilidade para a conclusão da nova modelagem em elaboração pela UFRJ e à futura licitação”, acrescentou Castro.

Conseguimos reduzir em 40% o cálculo apresentado pela empresa, assegurando maior vantagem aos cofres públicos. Este acordo marca a concretização de meses de negociação e a reafirmação de uma certeza: não havia risco de interrupção do serviço. A população é a maior beneficiada”, finalizou.

Atualmente a CCR administra seis linhas das barcas do Rio. No início do mês, o Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro pediu mais informações do governo do estado sobre o processo de licitação das barcas.

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2 COMENTÁRIOS

  1. Presta um péssimo serviço e é caro. Essa licitação já deveria ter saído.

    É preciso que a exigência na próxima licitação seja a obrigatoriedade de investimentos na infraestrutura das estações, barcas novas com ar condicionado e frequência de horários adequados.

    Também tem que expandir para a Baixada e Ilha do Governador.

  2. Conhecendo o Estado do Rio de Janeiro, que age como um caloteiro sempre que pode… se a CCR Barcas conseguir receber 60% do que pretendia, pode estourar um champanhe e emoldurar o cheque. Terá sido uma vitória. O povo, por sua vez, ganha por não perder o serviço e não voltar à CONERJ: aí que ele iria ver o que é bom pra tosse.

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