Cláudio Castro, governador do RJ
Cláudio Castro, governador do RJ - Foto: Rafael Campos/Governo do RJ

Nesta quinta-feira (17/06), durante um almoço com o presidente Jair Bolsonaro e com empresários em um hotel na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, o governador Claudio Castro falou sobre a importância da parceria e do diálogo com o Governo Federal

Segundo ele, assim que assumiu o cargo, havia um déficit de R$ 6,2 bilhões, mas com a parceria do Governo Federal, esse valor foi pago.

Eu me recordo que assim que assumi, mesmo com toda ajuda Federal, tínhamos um déficit de R$ 6.2 bilhões. Liguei para o senador Flávio Bolsonaro e falei que essa briga tinha que acabar de vez, porque o Rio precisava dos seus senadores e do Governo Federal. Para vocês entenderem a importância dessa parceria e desse diálogo, eu vou encurtar a história. Pagamos os R$ 6.2 bilhões, ajudamos os municípios com cerca de R$ 500 milhões e fechamos com superávit”, disse. 

Castro ainda criticou a tomada de medidas de isolamento social na pandemia, citando que empregos foram dizimados: “Era um governo que não dialogava com o Governo Federal, não dialogava com o parlamento, com a iniciativa privada… que, infelizmente, tomou decisões duras. O Rio de Janeiro foi o primeiro estado a fechar, o primeiro a dizimar empregos”.

O almoço

Nesta quinta-feira, o presidente da República, Jair Bolsonaro, participou de um almoço com empresários em um hotel na Barra da Tijuca. O governador Cláudio Castro também esteve presente. O encontro já é parte da pré-campanha de Bolsonaro à reeleição ao cargo, no pleito de 2022.

Vale lembrar que a base eleitoral do atual chefe do Poder Executivo Federal é em território fluminense. A reunião, que integra as ações do movimento Rio Produtivo, foi organizado pela Associação de Supermercados do Estado (Asserj).

Quando falou aos presentes, Bolsonaro, entre outros assuntos, disse que não errou em nada sobre a pandemia causada pelo Coronavírus e criticou medidas tomadas por prefeitos e governadores de todo o país. “A política do fique em casa e toque de recolher levou 40 milhões de pessoas que viviam na informalidade quase que a miséria absoluta”.

3 COMENTÁRIOS

  1. Pague as dívidas com o Governo Federal e com os fornecedores! Se o Estado do RJ virar bom pagador, até o preço das coisas vendidas para ele irá cair! Decidir por aumento pros servidores é queimar dinheiro num buraco sem fundo e sem retorno, uma vez que não se pode demitir.

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