Editorial: Witzel está certo em tratar narcotraficante como terrorista

Não convém fecharmos os olhos para um fato do Rio de Janeiro: vivemos em uma sociedade com medo dos bandidos, em especial dos narcotraficantes que fecham nossas grandes vias, colocam toque de recolher em comunidades e deixam uma população refém do medo. Várias vezes dissemos aqui no Diário do Rio que era uma situação de Guerra Civil, e só porque o novo governador assumiu que isso era verdade, parece que agora seus adversários passaram a achar que vivemos em Copenhague.

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Ações como as de Witzel aparecendo no helicóptero da PM, ou com uma metralhadora, diferentemente do que pensam alguns dos colunistas do DIÁRIO DO RIO, acredito que sejam essenciais para mostrar que agora temos no comando do governo, um líder que sabe que o combate contra os marginais não é feito apenas com manifestações pela paz. E sim através do combate e de infligir medos nestes terroristas que apavoram a cidade.

Como dizem, é provado cientificamente de que se matar 500 bandidos, estes 500 nunca cometerão mais crimes. Obviamente o ideal seria prender, recuperar e devolver a sociedade. Mas, um policial não pode colocar sua vida em risco para tentar salvar aquele que tenta matá-lo. Ele precisa exatamente desta defesa do Estado, através do governador, de que se fizer aquilo que é necessário, não sofrerá consequências.

Agora, andam dizendo que o helicóptero no qual estava o governador metralhou uma tenda de oração (no alto de uma comunidade violenta, é lugar de reza?), ou ainda a tentativa estapafúrdia de um deputado que quer denunciar o governador a ONU por supostas violações aos Direitos Humanos, até porque todos sabemos que o conselho de Direitos Humanos da ONU não passa de uma ação entre amigos das forças liberais de esquerda. Isso tudo parece reclamação de um grupo político que não foi eleito. E que não foi eleito, justamente, por não entender que o anseio da população é por segurança e paz, custe o que custar.

13 COMENTÁRIOS

  1. Parece que a redação não aceita críticas, pois deletam os comentários contrários… enfim… bandido de terno é bom, bandido de chinelo é traficante… por isso estamos no ponto que estamos neste pais, muita ignorância

  2. – Minha sugestão: Aplicar “tolerância zero” imediatamente e toque de recolher após as 22 horas com revista obrigatória, Snipes .50 com visor noturno em ponto estratégicos da cidade: alto dos edifícios e morros.

  3. ” educação, saúde, saneamento básico”
    Particularmente eu acho que isso ai só entra e perpetua em comunidades depois que apaziguar!!!…fazer o quê se deixou ficar assim???…agora é coagir!!!…depois estuda e faz um levantamento das reais necessidades!!!…

  4. Ah sim… dar tiro do alto a esmo na população pobre que quase sua totalidade é trabalhadora, é uma bela forma de combater o tráfico. Por isso a favela tem essa visão da polícia e toda razão.
    E tenho grande dúvida se ele trata melicia com desaa forma, o que vejo é ele no palco com a mesma pessoa que rasgou a placa de Marielle.
    E sobre essa ação do helicóptero foi puramente para fazer live em rede social, não tinha mandado de prisão, nem nada do tipo.. pelo jeito deu certo, pessoal gosta disso.

  5. Você não tem medo dos bandidos das coberturas e ilhas paradisíacas no Brasil??? porque enquanto continuarem existindo, continuará tendo bandidos nas favelas, acordem para enxergar a realidade, os bandidos de chinelo continuarão morrendo e aparecerão outros para substitui-los, mas se não acabarmos com os bandidos de terno tudo continuará igual ou pior. Senhor Quintino, já fiz vários comentários em seus artigos, o senhor é bem partidário nas suas publicações, uma pena, porque jornalismo tem que ser objetivo, caso não escreva num blog

    • Alguns bandidos de terno já estão sendo presos, mas infelizmente a esquerda os protege a todo custo. As leiem breve mudarão e darão outro sentido a estes criminosos de terno querendo eles ou não. E aqueles que o apoiam tbm serão enquadrados.

  6. Eu não gostei da atuação da deputada Talíria nem da presidente da Comissão de Direitos Humanos.

    Contudo. Também nem um pouco quando o assunto como é tratado o tráfico por ignorantes do direito e/ou da realidade social.

    De início. O que seria um narcotraficante? Um traficante? (…)

    Quais condutas do tipo penal são descritas?
    A verdade é criminalizam generica e indiscriminadamente.

    Prende-se o traficante pequeno da cadeia, aquele da comunidade, e alguns outros de fora, mas não chega a quem movimenta toda logística e quem lucra… se pegar os que estão no vértice da pirâmide ficará prejudicada a rede de corrupção.

    Como explicar que se prende drogas, armas alguns “traficantes” mas não o dinheiro?

  7. Não votei nesse sujeito.Ele tá certo !!!
    Só deveria colocar serviços públicos nas favelas como educação, saúde, saneamento básico e tudo que as pessoas precisam.

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