Rio enfrenta problemas de conservação e preservação em várias zonas da cidade

Zona Sul, Oeste e Norte encaram problemas nas calçadas, lixos e falta de cuidado público

Foto: Hermes de Paula

A Cidade Maravilhosa não está tão maravilhosa assim. O Rio de Janeiro está passando por uma crise de desordem na capital. De acordo com o jornal EXTRA, na Avenida Lucio Costa, localizada Barra da Tijuca, na Zona Oeste, o famoso calçadão preto e branco está desabado a meses, em cinco trechos entre os postos 6 e 9. O desmoronamento foi causado pelas fortes ondas da praia, porém, nenhuma ação para a reconstrução foi iniciada, em alguns trechos, a destruição está no calçadão há anos, como na altura do número 5.210, mais de cem metros de calçadão permanecem engolidos pelo mar desde 2020.

O problema se estende por outros pontos da Barra, como em frente ao número 6.200, da Lucio Costa, que não tem mais calçadão para contar história e os pedestres são obrigados a andarem dentro da ciclovia.

Já na Zona Sul do Rio, um dos pontos de luxo da cidade, o calçadão de Ipanema é um desafio para quem tem Tripofobia (medo irracional de objetos que tenham buracos ou padrões irregulares), pois a calçada se tornou um emaranhado de pequenos buracos por sua extensão. A cuidadora Inês Pires disse, ao jornal EXTRA, que é um perigoso aos moradores da região. “O bairro tem muitos idosos e boa parte caminha aqui. Já presenciei alguns acidentes”, relata a cuidadora.

Foto: Reprodução

Outro ponto que está largado às traças é o Parque, tombado, do Flamengo. As quadras de futebol com grama sintética estão esquecidas, com alambrados quebrados e buracos que aumentam o risco de lesões dos jogadores. Pelo menos três delas, contam frequentadores, começaram a ser reparadas pela prefeitura nos últimos meses. Mas as obras demoram a avançar. “Em um dos campos já tinham colocado grama sintética novinha. Mas estão tendo de refazer tudo”, conta o jovem Lucas de Souza Nascimento, de 20 anos.

Na Praça São Salvador, em Laranjeiras, a falta de conservação também chegou, bancos e mesas estão com uma má preservação.

E na queridinha Zona Norte também sobram problemas. Em Madureira, na Avenida Ministro Edgard Romero, lixo, caixotes, mercadorias de camelôs, carrinhos de supermercado usados como depósitos fazem parte do cotidiano e da paisagem do local. Existem trabalhadores informações na região que estão ganhando o pão de cada dia, porém, falta um respeito e higiene com o espaço público. E sobra para os pedestres, que precisam se arriscar entre a bagunça e o trânsito.

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