Romário, ex-atleta e atualmente senador da República - Foto: Reprodução/TV Globo

Quando Romário (Podemos) surgiu na vida política, 8 anos atrás, apareceu como um grande craque, um verdadeiro bicho papão, que metia medo em todos os candidatos a cargos proporcionais. E em 2014 candidatou-se ao Senado e com uma excelente votação, todos esperavam que ele viesse candidato a prefeito do Rio, mas acabou desistindo, mas em 2018 veio candidato ao governo.

E que decepção, nunca fui fã dele como político, mas nunca esperei que fosse tão fraco e fosse derreter de uma forma tão absurda. Começou na frente nas pesquisas e foi perdendo voto até ser ultrapassado por Garotinho (PRP). Isso parecia que garantiria a Romário uma ida fácil ao 2º turno, mas bastou uma semana para o conservador Wilson Witzel (PSC) colar nele e ter o resultado que teve.

Romário deve agradecer a alguns fatores, e a principal é o total despreparo para um cargo de vulto com governador. Seja nas entrevistas para os telejornais, ou nos debates, o ex-jogador mostrava total desconhecimento de como funciona o estado do Rio, com dificuldades até para responder as perguntas mais básicas. Isso sem contar os problemas éticos, como as doações para a irmã.

Se Crivella foi o grande derrotado desta eleição, Romário sem dúvida foi o 2º e já não é mais um nome para as majoritárias no Rio de Janeiro. Seu capital político diminui muito e dificilmente veremos o nome dele de novo para governador e muito menos para prefeito.

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