Falta de água afeta mais de 300 bairros no RJ; abastecimento deve ser normalizado em até 3 dias

Serviço tem sido regularizado gradativamente após 14 horas de paralisação do sistema Guandu

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Foto/ Reprodução


A interrupção do fornecimento de água no sistema Guandu, retomada na noite desta segunda-feira (28/08), já afeta mais de 300 bairros do Rio de Janeiro e da Baixada Fluminense. Após 14 horas de paralisação, a Cedae voltou a realizar a captação de água no Rio Guandu, às 19h30 desta segunda-feira (28). O serviço foi interrompido na última madrugada, quando a empresa detectou a presença de uma espuma branca na água que entrava na Estação de Tratamento do Rio Guandu.

Apesar da captação de água ter sido retomada, as empresas responsáveis pela distribuição da água precisarão de até 72h para normalizar o abastecimento em toda Região Metropolitana. A captação de água pela Cedae foi retomada na manhã desta quarta-feira (29/08).

No início da noite desta segunda, moradores das zonas Norte e Oeste do Rio de Janeiro relataram que estavam sem água em suas torneiras por conta do problema. A recomendação da Cedae é para que a população economize água nos próximos dias.

Ao todo, o sistema de abastecimento atende 11 milhões de pessoas, em 9 municípios da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Segundo a empresa, a paralisação no abastecimento é uma maneira para garantir a segurança hídrica da população.

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A Cedae tinha manutenções programadas agendadas para esta terça-feira (29/08) para as regiões de Andaraí e Vila Isabel, e também em Belford Roxo. Contudo, o serviço foi suspenso em função do problema no Guandu.

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A operação só foi reiniciada após técnicos da unidade confirmarem, por meio de monitoramento e análises laboratoriais, que não havia mais risco de alterações na qualidade da água tratada.

A CEDAE informa que a água com surfactante não foi, em momento algum, distribuída para a população. E assim que foi constatada a presença do composto na água, a captação foi interrompida e a água que já estava no interior da estação foi descartada.

Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e a Polícia Civil, por meio da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA), investigam a origem do descarte do material.

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