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Em recuperação judicial, Americanas fecha várias lojas ao mesmo tempo

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A crise que atinge a Americanas não dá trégua. Em comunicado ao mercado a varejista informou que os resultados trimestrais que seriam divulgados nesta segunda-feira (19), agora estão previstos para acontecer no dia 26 de fevereiro, antes da abertura do mercado. Enquanto isso, quem anda pelas ruas vê as lojas Local, antigas Americanas Express, com cartazes de “Saldão” e imensas filas em suas portas. Dias depois do saldão, elas têm fechado as portas definitivamente.

O comunicado foi emitido mesmo com a elaboração e a auditoria dos balanços do primeiro, do segundo e do terceiro trimestres já estarem finalizados. O recuo teria acontecido, segundo a companhia, pela falta da aprovação interna exigida pela governança da varejista.

Enquanto isso, o que se vê pela cidade são quase todas as lojas menores fechando e realizando saldões, com posteriores encerramentos de atividades. Caso da unidade da Americanas Express, da Rua da Assembleia, no Centro do Rio, que está com produtos em liquidação e fila quilométrica na porta, com clientes comprando produtos por preços bem mais em conta. O clima é dos últimos dias de Pompéia.

A unidade da Rua Primeiro de Março, também no Centro, já encerrou as atividades logo após o Saldão. Segundo informações de funcionários que não quiseram se identificar, o mesmo destino vai abater a loja da Rua do Passeio, na mesma região. Há duas semanas, a loja da varejista na Cidade Nova, também encerrou as atividades, assim como a da Rua do Riachuelo, ambas na região Central do Rio de Janeiro.

Nesta quarta-feira (21), a Americanas, que está em recuperação judicial, sofreu uma nova baixa. Pierre Moreau, advogado que integrava o Conselho de Administração da companhia, apresentou a sua renúncia. De acordo com o fato relevante, Moreau teria saído por motivos pessoais. Por meio de nota, a Americanas agradeceu ao ex-integrante pelo trabalho executado e afirmou que “manterá seus acionistas e o mercado em geral informados sobre o desenvolvimento dos assuntos”, conforme repercutiu o Poder 360.

As ações da varejista fecharam o pregão da última terça-feira (20), com recuo 1,67% e com os preços da ação a R$ 0,59. O resultado indica que a crise da Americanas está longe do fim.

Em seu comunicado ao mercado a Americanas informou que, no dia 26, deverá fazer uma teleconferência para seus investidores e o mercado em geral para o detalhamento do seu balanço.

O DIÁRIO DO RIO entrou em contato com a assessoria de comunicação da Americanas para saber se a loja da Rua da Assembleia encerrará as suas atividades, mas não teve retorno.

Com informações da CNN e Poder 360

Antiga garagem da Silveira Martins é vendida por R$19,7 milhões a incorporadora

O antigo prédio e o galpão garagem da Rua Silveira Martins, 139, no Catete, construídos em estilo industrial, dos mais conhecidos imóveis do bairro, foram vendidos para a TGB Empreendimentos, do empresário Rogério Chor, por R$ 19.750.000,00. A aquisição milionária foi registrada em cartório no dia 8 de janeiro; o imóvel pertencia à família Pinheiro Guimarães, fundadora do colégio de mesmo nome, desde 2015, quando comprara o imóvel da MUCISA, uma empresa de transportes muito famosa nos anos 1950 e 1960, que o utilizava como uma de suas garagens.

A velha edificação fica perto da esquina da rua Bento Lisboa. A garagem em si funcionava num galpão sem valor arquitetônico construído atrás de um prédio que aparenta ser dos anos 30 ou 40, através do qual era feito o acesso a um grande pátio. Ali, na edificação amarela, funcionavam o Hostel República e o Bar Cariocando. O Cariocando foi bastante conhecido por seus shows de música ao vivo, e pelos petiscos, que atraem muitos jovens. No imenso galpão atrás funcionava um estacionamento.

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Antiga garagem da Silveira Martins vai virar um condomínio residencial, pelas mãos da incorporadora TGB, do incorporador Rogério Chor

O DIÁRIO consultou especialistas do mercado imobiliário que informaram que o terreno é um dos maiores do bairro ainda vazio e esteve à venda há algum tempo,\: a reportagem teve acesso a documentação pública que já mostra a venda realizada de o pagamento do preço. Foi verificado que o imóvel esteve mesmo à venda por alguns anos, por cerca de 25 milhões de reais. Corretores que não quiseram se identificar dizem que a chegou a haver disputa com um grupo hoteleiro, mas a venda acabou saindo para a incorporadora.

Segundo informações, será erguido um amplo condomínio residencial no local.

Procurada pelo DIÁRIO DO RIO, a TGB não havia se pronunciado até a publicação desta matéria.  

Artistas do Rio apresentam seus trabalhos em badalada exposição em São Paulo

A Galeria Contempo, em São Paulo, promoveu, em 2023, sua primeira chamada aberta para artistas integrarem sua seleção de representados visando uma possível exposição. A curadoria da exposição resultante desta criteriosa análise ficou a cargo de Luana Rosiello, responsável pela coordenação da seleção. Entre os mais de 100 portfólios recebidos de diversas regiões do país, três artistas foram escolhidos, sendo 2 deles do Rio de Janeiro: Beto Fame (Rio de Janeiro), Greta Coutinho (Santo André) e Marina Ryfer (Rio de Janeiro), cujas obras recentes estão agora reunidas na exposição. O evento ocorrerá de 24 de fevereiro a 6 de março, e promete ser uma agenda bacana pros cariocas que estiverem em Sampa no período e que forem fãs de arte.

Beto Fame, natural do Rio de Janeiro, explora a intersecção entre arte e arquitetura em sua produção pictórica. Sua abordagem tem como base a cidade como um organismo vivo, revelando-se de diversas maneiras. Suas pinturas capturam espaços públicos por meio de pinceladas geométricas, buscando ordenar o caos urbano e destacar a singularidade sensível da experiência presente.

Greta Coutinho, por outro lado, investiga os cantos íntimos da casa e a criação da mulher em sua pesquisa poética. Sua representação do feminino ocorre através de retratos de mulheres em situações íntimas, colocadas fora do contexto contemporâneo, transformando-as em personagens teatrais e espetaculares por meio de composições cromáticas vibrantes.

Marina Ryfer se afasta da pintura para apresentar instalações inspiradas em sua história familiar. Utilizando materiais industriais como cordas náuticas, madeira e cimento, a artista cria objetos luminosos que evocam a memória afetiva de uma família com tradição em esportes náuticos.

A curadoria realizada por Luana Rosiello, em colaboração com as marchands Mônica e Márcia Felmanas, busca estabelecer um diálogo entre as particularidades de cada artista, tendo como ponto de convergência os atravessamentos cotidianos e afetivos que marcam suas produções.

A exposição “A casa, a cidade e o mar” terá sua abertura no sábado, 24 de fevereiro, das 10 às 16 horas, com o período de visitação estendendo-se de 24/02 a 6/03.

SERVIÇO
Exposição: A casa, a cidade e o mar.
Abertura: sábado, 24 de fevereiro, das 10 às 16 horas.
Período de visitação: de 24/02 a 6/03
Galeria Contempo
Alameda Gabriel Monteiro da Silva, 1644, São Paulo
De segunda à sexta-feira, das 10h às 19h; aos sábados, das 10h às 16h
Telefone: (11) 3032-5795

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Terramaris investe R$ 1,4 bilhão em casas em Itaboraí e Pedra de Guaratiba

Um grande investimento de R$ 1,4 bilhão da Terramaris, construtora focada em condomínios de casas criada por um dos fundadores da Localiza, Flávio Brandão Resende, em imóveis do Minha Casa, Minha Vida no Rio, vai ser aplicado em dois mega empreendimentos. Trata-se do bairro planejado Happyland, em Itaboraí, que já está em curso, e num impressionante complexo de condomínios com 4,7 mil casas em Pedra de Guaratiba, Zona Oeste, que será lançado no mesmo terreno que recebeu o Papa Francisco em 2013. A informação foi divulgada pelo jornal “O Globo”.

A primeira fase do Happyland foi lançada há dois anos e meio. Com o novo fôlego dado ao Comperj, que fica próximo do projeto, a Terramaris decidiu acelerar o projeto, que prevê cinco condomínios e VGV total da ordem de R$ 600 milhões. Está previsto para março o lançamento de mais um dos cinco condomínios do Happyland.

O Happyland fica próximo ao Shopping Itaboraí Plaza e à BR-101 e é cercado por 7 quilômetros de muros. De acordo com a companhia, o investimentos em infraestrutura somou R$ 60 milhões. Das 2,5 mil unidades previstas, cerca de 400 já foram vendidas, totalizando R$ 110 milhões. Os lançamentos estão sendo feitos em fase, e o valor médio das unidades é da ordem de R$ 220 mil, se enquadrando na faixa 2 do Minha Casa, Minha Vida.

Já em Pedra de Guaratiba, a proposta da companhia é lançar em junho um impressionante projeto para construção de 82 condomínios de casas, totalizando 4,7 mil unidades e VGV de R$ 800 milhões. O terreno pertencia à construtora Vila Mar, mas foi assumido pela Terramaris, segundo André Gontijo, sócio de Flávio Brandão Resende na FRJR Empreendimentos, da qual a Terramaris é subsidiária. Apesar da política do novo Plano Diretor do Rio ser mais próxima da teoria da “cidade compacta”, apostando mais no desenvolvimento da Zona Norte e do Centro, o empreendimento promete revolucionar Pedra de Guaratiba, que tem na antiga Estrada da Pedra seu ponto mais valorizado e procurado. O bairro possui lindas reservas florestais e é banhado pelo mar.

Especialista alerta para grave risco após desmatamento em Mury, Nova Friburgo

Nova Friburgo, cidade serrana do estado do Rio, enfrenta constantemente a ameaça dos escorregamentos de solo. Em um triste episódio do dia de janeiro de 2011, a Região Serrana do estado, especialmente Nova Friburgo, Petrópolis e Teresópolis, foram assoladas por fortes chuvas que desencadearam uma série de deslizamentos, resultando em uma tragédia que tirou a vida de cerca de mil pessoas. Este evento trágico foi documentado em uma reportagem especial pelo DIÁRIO DO RIO, em abril de 2022.

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Mapa de 2010 – Foto: Reprodução

De acordo com Manoel Vieira *, arquiteto e urbanista com especialização em Patrimônio Cultural, o Governo do Estado já havia identificado, no final de 2010, áreas de alto risco, que englobam não apenas Nova Friburgo, mas também Petrópolis e Teresópolis, por meio do Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro. Entre 2010 e 2013, o Departamento de Recursos Minerais do Estado do Rio de Janeiro continuou aprofundando os estudos, publicando um mapeamento das áreas de risco iminente a escorregamentos. Esse mapeamento alarmante apontou que quase dez mil casas e mais de trinta e oito mil pessoas estavam expostas ao perigo de deslizamentos de encostas em 85 dos 92 municípios fluminenses, com Nova Friburgo figurando como um dos casos mais críticos.

Manoel ressalta que é comum o uso do termo “desastre climático” para descrever o que ocorreu em 2011. No entanto, ele enfatiza que tais acontecimentos não são exclusivamente resultado de fenômenos climáticos excepcionais, mas sim estão diretamente ligados à negligência e à permissividade dos órgãos públicos em relação ao uso e ocupação de áreas de alto risco geológico.

Recentemente, durante uma investigação na área, Manoel Vieira testemunhou em primeira mão um exemplo preocupante da falta de regulamentação e fiscalização. Ao viajar de Macaé de Cima pela Rua Hans Garlipp, em Mury, aproximadamente a 8,5 quilômetros da RJ-116, ele se deparou com um caminhão carregado com toras de eucalipto. Essas árvores haviam sido cortadas em um trecho considerável da mata, localizado no ponto mais vulnerável da montanha. Manoel afirma que não fizeram corte seletivo e tampouco em período adequado e em quantidade minimamente razoável, cortando a mata nativa, dentro da APA Estadual de Macaé de Cima e na zona de amortecimento do Parque dos Três Picos.

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Imagem: Manoel Vieira

Ainda segundo o arquiteto, na estrada, há uma placa que indica que o INEA autorizou a atividade.

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Imagem: Manoel Vieira

Por conta da umidade alta e a proximidade com as baixadas litorâneas, aliado ao relevo acidentado e a vegetação, a Região Serrana do Rio, especialmente cidades com Petrópolis, podem ter a maior incidência para desastres naturais do Brasil, como já foi apontado por inúmeros especialistas .

* Manoel Vieira é arquiteto e urbanista, conselheiro do CAU-RJ, especializado na área de Patrimônio Cultural, foi superintendente do Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) do Rio de Janeiro e diretor geral do INEPAC, órgão estadual do Patrimônio Cultural.

Baixa produtividade do trabalho remoto gera conflitos entre empresas e colaboradores

Adotado diante dos riscos e restrições impostas pela pandemia, o homeoffice ou trabalho remoto foi uma solução para aquele momento de exceção e tragédia, mas por algum tempo se cogitou que esta modalidade laboral poderia ser instituída mais amplamente. Com o fim do período pandêmico, e o mundo entrado nos eixos, as empresas, que percebem claramente a queda na produtividade e problemas de criatividade, querem voltar ao “velho normal”, com escritórios ocupados pela totalidade dos seus funcionários.

Como é óbvio que ocorreria, os empregados resistem, pois querem continuar evitando o trânsito, sem contar outras vantagens como a falta de controle superior e a possibilidade de executar outras tarefas no meio do dia. No setor público, a situação se agrava, até por não existir praticamente nenhum tipo de controle de produtividade mesmo no trabalho presencial; agora, imagine no trabalho em casa.

Em 2024, muitas instituições anunciaram a volta ao presencial, inclusive as empresas de tecnologia e internet – estas têm exigido de dois a três dias presencialmente – que se adaptaram rapidamente à lógica do coronavírus. Especialistas, no entanto, mostram que esse retorno tem gerado a esperada resistência em muitos trabalhadores.  “Ninguém quer controle, ninguém quer abrir mão do que considera um benefício. Mas quem paga o salário quer produtividade e entrega pessoal. É óbvio que ninguém quer devolver prêmio de loteria”, explica – pedindo anonimato – a diretora de RH de uma grande empresa do setor de Óleo e Gás no Rio.

Em entrevista ao Infomoney, Maria Eduarda Silveira, headhunter da Bold HRO, ressaltou que as empresas podem abrir janelas de negociação para não perderem funcionários que considerem competentes e que ajudaram as instituições em períodos sombrios e que agora têm preferência pelo desempenho das suas tarefas diretamente dos seus lares, seja por que razão for.

“As empresas se beneficiaram muito com o home office, especialmente com a contratação de talentos onde quer que eles estivessem. Agora não podem simplesmente voltar atrás”, ressaltou Maria Eduarda Silveira, acrescentando que os setores de RH precisam ser mais flexíveis e “avaliar [as novas modalidades de trabalho] antes de simplesmente dizer que vai voltar tudo como era antes”, disse a headhunter, lembrando que impor tal mudança pode levar a empresa a “colocar em risco também a qualidade do seu quadro de funcionários, tendo de buscar pessoas que topam o presencial”. Obviamente há funções onde o trabalho é de certa forma instintivo ou automatizado, e neste caso a opinião dos colaboradores é bem menos relevante.

Quanto aos funcionários que mudaram de cidade, ela disse que “isso exigirá além de flexibilidade, uma transformação da liderança. Mas é importante frisar que não é ‘tudo para mim nada para eles’. E isso vale também para o funcionário. É preciso equilíbrio porque há ganhos também com trabalho no escritório”, pontou. 

Quanto aos ganhos do trabalho presencial, a psiquiatra e cofundadora da Caliandra Saúde Mental, Camila Magalhães, ressaltou que ele tem um lado muito positivo: “Sabemos que, no remoto total, a cultura da empresa estava se perdendo e tem gente que trabalha melhor em equipe do que sozinha. Mas o contrário também é verdade e, por isso, não há uma solução pronta e sim construída”, disse a especialista ao Infomoney. Na verdade é fácil comprovar que a cultura de cada empresa se dilui e mesmo desaparece se não há o encontro presencial e o trabalho em equipe.

A negociação entre trabalhadores e empresas também é defendida por Bruno Carone, CEO da empresa de benefício de viagens Férias & Co, criada em 2020 durante a pandemia para ofertar locais de trabalho para funcionários de empresas. “70% dos nossos clientes trabalham no modelo híbrido, deixando os colaboradores escolherem de onde querem trabalhar. E incentivam até viajar e trabalhar de um hotel, enquanto a família aproveita piscina”, disse o executivo ao site, lembrando que muitos empregados não querem mais o presencial total, aceitando, inclusive, ganhar menos para poderem escolher o lugar onde querem trabalhar. “Hoje sabemos que a pessoa não é remunerada pelas horas trabalhadas e sim pelo trabalho que entrega. Se quiser trabalhar da praia pode, desde que seus resultados estejam em dia”, afirmou Carone.

Os profissionais de RH acabam ficando em cima do muro para não desagradar os lados em questão e tentam, de forma politicamente correta e simpática, tornar o trabalho presencial mais palatável, tão óbvia sua superioridade produtiva. Há quem defenda a volta ao trabalho presencial ao menos 4 dias por semana (ou seja 4/5 presencial), dizendo que ambos têm vantagens e desvantagens parecidas. A consultora Renata Rivetti, fundadora da Reconnect Hapiness at Work, comentou que existe uma insegurança por parte das empresas quanto à produtividade dos funcionários, que, segundo ela, não será 100% em lugar nenhum. “Tem alguns dados levantados pela Universidade de Harvard que mostram que o trabalho 100% remoto não é mesmo tão produtivo, mas o mesmo estudo indica também que o 100% presencial também não é”, ponderou a empresária, cuja empresa é parceira da comunidade internacional 4 Day Week, voltada para implementação da semana pelo menos quatro dias de trabalho no Brasil. Se são a mesma coisa, por que propor 4 de 5 dias presencial? Pois é.

Empresas moderninhas e apaziguadoras como a Google, por exemplo, trabalham sob um modelo híbrido desde 2021, no qual a maioria dos funcionários passa três dias no escritório e dois dias em algum lugar da sua escolha. A iniciativa pode ser adotada porque as equipes da gigante de tecnologia definiram o tempo no escritório como colaborativo, com as áreas de atuação decidindo os dias das reuniões presenciais. Contudo, a Google reconhece que há funções específicas que precisam  ser presenciais ao menos três dias na semana.

O bilionário empresário Elon Musk, no entanto, discorda de todas os argumentos apresentados acima e se coloca a favor do que é mais óbvio, embora menos agradável para quem está em casa: sua postura é anti-home office. Musk chegou a chamar o teletrabalho de “moralmente errado” e determinou a volta de todos os seus funcionários aos escritórios.

No segundo semestre de 2023, o Itaú Unibanco estabeleceu uma nova regra na qual as suas equipes devem estabelecer um mínimo de dias presenciais. A proposta está sendo implementada em duas fases: quatro dias por mês desde setembro e oito dias por mês a partir de fevereiro de 2024. A iniciativa foi tomada para que o ambiente de trabalho seja mais produtivo, segundo Tatyana Montenegro, da área de Recursos Humanos do banco: “O objetivo é promover um ambiente de trabalho produtivo, flexível e acolhedor, aproveitando o melhor dos dois mundos: a praticidade, a autonomia e o foco do home office aliados às oportunidades de interação com o time no presencial”, disse, enfatizando que a mudança fortalecerá a cultura organizacional da empresa, e a integração e colaboração entre funcionários e equipes.

Atualmente, dos 85 mil funcionários da Itaú Unibanco, 42% já atuam presencialmente, com atendimento ao público ou funções de apoio a escritórios e agências; e 58% trabalham no modelo híbrido, regidos por uma escala pré-definida ou devendo comparecer em dias definidos nos escritórios. Diante das mudanças, o banco inaugurou a uma nova torre na zona Sul de São Paulo. Frases bonitas e apaziguadoras, mas parecem saber como o trabalho rende mais.

Retorno da ocupação dos escritórios físicos das empresas

O mercado imobiliário também está se readaptando à pós-pandemia, com ocupação dos prédios de escritórios registrando uma forte intensificação, em 2024, segundo levantamentos empreendidos pela consultoria imobiliária estrangeira JLL. A consultoria detectou que o saldo da absorção líquida – diferença entre as áreas alugadas e as devolvidas – atingiu 51 mil m², no terceiro trimestre do ano passado. O volume, que equivale a sete campos de futebol, é o melhor nível de atividade desde 2020. No centro do Rio, segundo a Sergio Castro Imóveis, apenas 19% dos escritórios de alto padrão estão vazios.

No acumulado do ano, a absorção líquida foi de 64 mil m², o que demonstra o reaquecimento do mercado nos últimos meses. As empresas ligadas aos setores financeiro e de serviços são as principais responsáveis por essa dinâmica. Em tendência contrária está o setor de tecnologia cujos trabalhadores preferem o home office.

A consultoria imobiliária CBRE destacou que, em 2023, 90% dos prédios de escritórios registraram uma ocupação de 69%, contra 50%, em 2022. “Esse aumento recente na ocupação dos escritórios é bastante significativo e tende a continuar porque existe uma demanda reprimida por espaço”, disse o vice-presidente da CBRE, Adriano Sartori, destacando que há empresas tendo que manter o homeoffice porque não têm onde instalar os funcionários recém-contratados. Por outro lado, há aquelas que acusaram queda na produtividade ou no engajamento dos funcionários e, por isso, querem reduzir o home office “A grande maioria dos CEOs com quem conversamos diz que prefere o expediente presencial full”, comentou Sartori, cuja opinião é compartilhada por Marcio Kawashima, sócio-diretor da consultoria Binswanger: “Ao longo do segundo semestre de 2023, a demanda por escritórios aumentou porque os funcionários estão passando menos dias em casa. A frequência no trabalho presencial tem aumentado”, afirmou o empresário, ponderando que o trabalho híbrido continuará sendo uma alternativa para empresas e funcionários: “São muitos os casos de empresas que avaliam ter perdido capacidade de interação com o home office e que isso tem representado menos produtividade e inovação. O modelo híbrido vai permanecer, mas em modelo reduzido, de um ou dois dias na semana”, concluiu.

Com Informações: Infomoney

Ocupação de escritórios de alto padrão no Centro é a maior em 7 anos

É sabido que a crise econômica e a pandemia atuaram no processo de desocupação de escritórios no Centro do Rio e de diversas outra cidades. Mas a coisa parece estar mudando, não só pelo lado dos projetos de revitalização conduzidos pela prefeitura e pelos diversos projetos culturais que que passarão a ocupar quase 30 lojas ao mesmo tempo na região, como também pela via da reocupação dos escritórios, ao menos os de padrão alto. Uma pesquisa do departamento comercial da Sergio Castro Imóveis trouxe dados alentadores para os apaixonados pelo Centro Histórico, e dá conta de que apenas 19% das unidades corporativas consideradas de alto padrão estão vazias: com isso, são mais de 80% dos escritórios maios luxuosos e modernos da região que já se encontram alugados.

“É verdade que os escritórios deste nível ainda respondem por apenas 26% do estoque de imóveis comerciais na área central da cidade. Isto significa, na prática, que 81% destes 26% já se encontram ocupados e em pleno funcionamento. Mas por estes imóveis terem custos de aluguel por metro quadrado em média oito vezes maiores que os prédios menos modernos e atualizados, isso significa uma ocupação por empresas de capacidade econômica bem maior”, explica Lucio Pinheiro, diretor de locações da quase centenária consultoria imobiliária, demonstrando que desde 2017 os índices para os escritórios de alto padrão na região não eram tão bons.

Uma das razões para isto é a forte tendência de queda do home office, especialmente nas empresas privadas, onde de fato existe um controle mínimo de produtividade. O fato é que, apesar de o home office, para alguns, ainda ser considerado uma modalidade possível de trabalho, há outros fatores que ainda interferem em como vemos o mercado de trabalho e as relações que nele estabelecemos no cotidiano. Foi observando a falta do olho no olho do home office que a maior startup de recursos humanos do Brasil decidiu abrir um novo escritório. Em entrevista à TV GloboMariana Dias, CEO de uma empresa disse: “As pessoas estavam querendo voltar. Muita gente falando como estava sentindo falta dessa conexão, desse brilho no olho e de coisas intangíveis também. Por exemplo, almoçar com uma pessoa que você trabalha, depois do trabalho você conseguir se conectar. Tomar um café, fazer algum happy hour.” A avaliação de executiva é referendada pela pesquisa que apontou que número de profissionais que trabalham pelo menos um dia à distância recuou de 55,5%, em 2021 para 34,1% em 2022. Mais de um ano depois, estima-se uma queda ainda maior.

Se 19% dos imóveis corporativos de alto padrão do Centro ainda estão desocupados, o problema é muito maior nos imóveis antigos e desatualizados, nos quais a vacância beira os 50%, segundo o mesmo levantamento. “As empresas hoje priorizam maiores espaços horizontais e edifícios modernizados e inteligentes; não precisam ser novos, mas precisam estar ‘up to date’ com as melhores tecnologias. Estes prédios, bem localizados, são extremamente procurados. Todo mundo quer ficar no Porto, na Praça XV ou nas proximidades da Carioca”, disse ao DIÁRIO Pinheiro. Segundo ele, são muitos destes prédios antigos que provavelmente serão, aos poucos, convertidos em residenciais no esteio do projeto Reviver Centro: mas não é esta a única solução.

Os motivos para que estes prédios fiquem vazios são os mais diversos, mas em geral dizem respeito às necessidades de infraestrutura de internet e instalações elétricas e hidráulicas modernas, exigidas pelas corporações. Também são poucos os prédios com lajes maiores que 500m2 e que atendam a todos estes requisitos. Contudo, com o aumento das reformas e retrofits de prédios que vêm sendo vendidos na região, a expectativa é de que melhore a oferta de imóveis nas categorias mais altas. Em poucos meses, foram vendidos três edifícios inteiros na Praça Pio X, o tradicional Edifício Aliança da Bahia, que ocupa um quarteirão inteiro na Graça Aranha, o antigo prédio da CBF na Rua da Alfândega, e outros prédios que já receberam os novos ocupantes, como o da Rua da Assembléia 11, nova sede do Sescoop, e o Sebrae, que ocupa o antigo IRB, na Marechal Câmara.

“A diferença entre o preço por metro quadrado de um escritório no Leblon e um no Centro, com o mesmo padrão construtivo e categoria, é de 300%. Adicione a isto que o funcionário que trabalha no Leblon acaba tendo que pagar 62 reais por um pastel de camarão na hora do almoço, e esteja atendo para que o patrão quer muito trabalhar perto de casa, mas nem sempre quer arcar com todos estes custos, que só estão subindo”, diz Cláudio André de Castro, ‘chefe’ de Lucio e um dos maiores entusiastas do Centro do Rio de Janeiro. “Não moro aqui, mas trabalho, almoço, por vezes janto e freqüento a região dos finais de semana também. Principalmente na Cinelândia e no entorno da Praça XV, a região é policiada e segura. Venho à Missa todos os domingos na rua do Ouvidor. Criar lendas urbanas de que a região é um problema virou modinha. Mas a verdade é que é o lugar mais organizado e plural da cidade, ao menos à luz do dia, com transporte para todos os lugares, aeroporto, gastronomia de qualidade para todos os preços e muita cultura, e arte”, diz o executivo, que é também responsável pelos imóveis da Santa Casa da Misericórdia e provedor de uma Igreja histórica de 1750.

Castro é um apaixonado pela região, mas fala com propriedade. “A conta de nenhuma empresa com centenas de funcionários vai fechar pagando 330 reais o metro quadrado no Leblon ou 200 reais por metro em Botafogo. O Centro tem prédios de todos os padrões, para todos os bolsos, num local onde se pode pagar um vale refeição e um vale transporte razoáveis, em meio à cultura, ao fervo e à beleza de uma cidade que foi a única Capital de um Império Europeu nos Trópicos”. E cita o fervo cultural trazido pelo sucesso do Reviver Cultural, projeto da prefeitura que ocupará dezenas de sobrados históricos com atividades das mais diversas. “A pluralidade trabalha a favor da nossa região. Falta só o poder público e a justiça aderirem de verdade e sair do home office, pois a região tem recebido investimentos públicos e privados de vulto e precisa da circulação dos funcionários das esferas de governo pra voltar a girar mais rapidamente.”.

Você leu no DIÁRIO DO RIO matérias recentes sobre movimento semelhante nos edifícios residenciais do centro do Rio, como nos casos da Cinelândia e Bairro de Fátima. “Parece não ter nada a ver mas quanto mais gente vier morar nestes prédios novos de moradia, mais gente vai querer trabalhar e ocupar os prédios comerciais mais antigos no Centro, sem contar barateamento de custos de vale transporte das empresas que vão ser lá sediadas”, diz Lucio.

Um exemplo desse movimento do mercado corporativo, conforme informou o jornal Valor Econômico, é o tradicional edifício Aliança da Bahia, adquirido recentemente pela Construtora Internacional, e que está passando por amplo projeto de reforma na Rua Araújo Porto Alegre. A construção original de 1961, modernista, toda revestida do classudo mármore travertino, com 16 andares e 176 salas (11 por andar), gerará um prédio moderno com apenas duas salas de 500 metros quadrados por pavimento, após o retrofit. O prédio teve no passado um badalado restaurante na cobertura, e é um dos mais bonitos da região onde foi recentemente inaugurada filial da Livraria da Travessa. O prédio ocupa um quarteirão inteiro e não estava atualizado.

O investimento será de cerca de R$ 100 milhões, dos quais 35% serão direcionados à modernização da infraestrutura do prédio, informou ao Valor o diretor Comercial do grupo, Daniel Leão. “A proposta é tornar o Aliança da Bahia uma referência em tecnologia no Centro do Rio, mas preservando a fachada original com seus elementos típicos da arquitetura modernista brasileira”, disse o empresário em entrevista.

Paco do Ouvidor Ocupação de escritórios de alto padrão no Centro é a maior em 7 anos
O Shopping Paço do Ouvidor é o ponto de encontro no Centro do Rio. Passa no Paço

A previsão é de que o novo prédio fique pronto no final de 2024 – mantendo a bonita fachada original em mármore travertino – com o grupo mantendo a propriedade do imóvel; é um investimento com objetivo em renda de alugueis. O metro quadrado das unidades será disponibilizado para locação por R$ 85 a R$ 100. O preço atual de aluguel das salas de alto padrão no Centro está na faixa de R$ 80, quase um terço do valor cobrado pelas lajes corporativas na Zona Sul, onde o índice de vacância é algo próximo de zero. O mercado está convidativo, e, com o esperado desuso do home office, que feriu de morte a produtividade de diversas companhias, os imóveis top de linha do Centro vêm sendo ocupados. “É claro que lugares como a Cidade Nova, mais remotos e desertos, ainda estão sendo considerados indesejáveis. O que é uma pena, pois lá há prédios excelentes. Mas ninguém quer ir pra lá. A região inteira está em liquidação, mesmo nos prédios novos”, diz Pinheiro, fazendo valer a máxima “Location, Location, Location”, famosa no mercado imobiliário. Segundo informações do colunista Quintino Gomes em sua coluna Bastidores do Rio, uma secretaria estaria para fechar uma locação de um grande espaço na Cidade Nova. Talvez em busca da tal liquidação.

Agora que os preços da Zona Sul explodiram e não é mais qualquer um que pode pagar pra estar lá, a corrida é pra pegar os imóveis em prédios de luxo que ainda estão vazios aqui no Centro e com obra pronta”, avalia Castro. E complementa ao DIÁRIO: “querem os escritórios em bom estado, aproveitar o que ficou vazio e estava bonito, é o tal do flight to quality”, diz.

Na esquina da Avenida Almirante Barroso com a Rio Branco, o famoso prédio Linneo de Paula Machado, inaugurado na década de 1980, tem sido um protagonista desse processo. O imóvel de 33 andares e 67 salas também está sendo retrofitado. De acordo com o síndico do condomínio, Fernando Kalache, nos últimos anos foram investidos R$ 30 milhões no projeto de melhorias e modernização dos sistemas de segurança e infraestrutura de comunicação. Segundo ele, ainda serão investidos mais R$ 10 milhões na conclusão das obras e na melhoria geral do edifício. O prédio é um dos mais procurados, pois sua localização é a mais desejada. Para os corretores, Praça XV e Carioca são as localizações preferidas no momento, além dos prédios mais modernos do Porto Maravilha.

Eventos pós-carnaval devem injetar R? 2,3 bilhões na economia do Rio, segundo Visit Rio Convention Bureau

Com um desempenho acima das expectativas, o Carnaval 2024 foi o primeiro de uma série de 68 grandes eventos que serão realizados no Rio de Janeiro. Entre eles estão competições esportivas, congressos, feiras e festivais de música. Segundo projeções do Visit Rio Convention Bureau, o retorno financeiro dos eventos deve girar em  R? 2,3 bilhões (US? 467,2 milhões), com R$ 117 milhões de arrecadação do Imposto Sobre Serviços (ISS) para o município.

A primeira atração do pós-Carnaval é o Rio Open, maior torneio de tênis da América Latina, que acontece no Jockey Club, na Zona Sul, até domingo (25). A projeção do Bureau é de que o evento injete R? 365 milhões (US? 73,1 milhões) na economia da cidade, considerando o gasto médio do visitante com hospedagem, alimentação, transporte e atrativos. A arrecadação do ISS deve atingir a marca dos R? 18 milhões.

Segundo o Visit Rio, os resultados de 2024 devem apresentar um aumento de 25% sobre as taxas de retorno de 2023, que já foram muito boas. Para Carlos Werneck, presidente-executivo da entidade, a realização do G-20, no Rio, representa um forte agregador de valor para a imagem da cidade, já que o foco da mídia internacional está aqui.

“O Rio teve um carnaval com números extraordinários, no entanto, é importante ressaltar que a cidade vai muito além da folia, apresentando um calendário repleto de eventos. Este ano, em particular, a realização do encontro dos líderes do G20 na cidade trouxe uma visibilidade adicional ao nosso destino, somando ao impacto do trabalho de promoção já realizado por nós e outros órgãos do setor. Esses fatores, sem dúvida, contribuem para a ampliação de um calendário ainda mais diversificado”, disse Werneck.

A partir de março, os festivais de música começam a movimentar o cenário da capital, sendo no inédito I Wanna Be Tour, o primeiro da lista, que conta ainda com o Festival de Inverno, que acontece, em julho, na Marina da Glória e que deve atrair 60 mil pessoas. Em setembro, é a vez do grandioso Rock in Rio, cujos organizadores esperam reunir 700 mil participantes.

O Rio de Janeiro sediará ainda outros eventos muito importantes, como a segunda edição do Web Summit – maior evento de tecnologia e inovação do mundo; a Maratona do Rio de Janeiro; a Asics Golden Run e o tradicional Rei e Rainha do Mar.

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Doce Maravilha confirma segunda edição no Rio de Janeiro com mais de 40 artistas na programação 

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A segunda edição do Doce Maravilha, evento que celebra a música brasileira, vai acontecer nos dias 25 e 26 de maio. O festival chega com diversas novidades, começando pelo local – no Jockey Club, na Gávea. Mais de 40 artistas estão confirmados nos dois palcos do evento, incluindo encontros inéditos, homenagens e celebrações de marcos da história da música.

A curadoria do Doce Maravilha tem novamente a assinatura de Nelson Motta, referência da cena cultural e participante de grandes momentos históricos da música e da indústria fonográfica no país.  

2024 será o ano de grandes surpresas no Doce Maravilha. As meninas maravilhosas do Ayabass – Luedji Luna, Larissa Luz & Xênia França – se reunirão exclusivamente para o festival. Jorge Ben Jor traz sua nova turnê, É Coisa Nossa!. Paralamas do Sucesso vai comemorar os 40 anos do O Passo do Lui e Capital Inicial celebrará os 25 Anos do Acústico com Zélia Duncan & Kiko Zambianchi. Também vai ser uma forte emoção ver Maria Bethânia convidando Xande de Pilares. É uma maravilha, e das mais doces, participar desse evento”, adianta Nelson Motta.

No Jockey Club, o evento ocupará o Pião do Prado. Os dois palcos estarão instalados em pontos opostos estratégicos, possibilitando que o público se movimente com facilidade entre ambos a cada show. O evento terá mais de 10 mil m² de área coberta com piso especial sobre a área gramada. Com capacidade para receber até 20 mil pessoas por dia, terá ainda projeto especial de acessibilidade, incluindo locomoção por todo o espaço, bares adaptados e áreas PCD com monitores.

O evento terá uma série de ações com foco em sustentabilidade, diminuindo o impacto da produção. São ações como separação de resíduos e envio para cooperativas de reciclagem; reaproveitamento dos materiais utilizados na montagem como lonas e madeiras; estímulo ao uso de copos retornáveis; captação de energia em placas solares; e compensação das emissões.

Através da venda do ingresso social, com valor diferenciado, o evento irá apoiar o Instituto Vida Livre e o Instituto da Criança.

A realização do Doce Maravilha é da Bonus Track, empresa de Luiz Oscar e Luiz Guilherme Niemeyer. 

Nosso principal desafio em 2024 é entregar um evento para surpreender todo o público, em todos os quesitos. Montamos uma programação excepcional, agradando a diferentes gerações e reforçando a diversidade e pluralidade de nossa música. Estamos 100% focados em ter uma produção que ofereça total conforto e segurança, onde todos poderão se divertir com tranquilidade”, indica Luiz Guilherme Niemeyer.

O Doce Maravilha tem patrocínio da ELO, Amstel e Schweppes Drinks. O evento também tem apoio de Chás Leão. ELO assina como meio de pagamento oficial e Amstel com assinatura de cerveja oficial do festival.

Doce Maravilha 2024

Dia 25 de maio – sábado 

  • Jorge Ben Jor: É Coisa Nossa!
  • Jorge Aragão convida BK´, Negra Li, Ana Carolina, Djonga & Xamã
  • Criolo, Mano Brown & Rael
  • Mayra Andrade convida Rachel Reis
  • Ayabass: Luedji Luna, Larissa Luz & Xênia França
  • Letrux canta: O último Romântico
  • ÀTTØØXXÁ & É O TCHAN
  • Donato Imperial: Orquestra Imperial, Donatinho & Marcos Valle
  • ELO apresenta: Samba do Miguelzinho
  • DJs –  Ingrid b2b LARINHX . VHOOR . Marta Supernova . TropiCals . jacquelone .  DJ Nepal

 Dia 26 de maio – domingo

  • Maria Bethânia convida Xande de Pilares
  • Capital Inicial celebra: 25 Anos do Acústico c/ Zélia Duncan & Kiko Zambianchi
  • Os Paralamas do Sucesso: 40 Anos de O Passo do Lui
  • Nação Zumbi & Lia de Itamaracá: 30 Anos de Da Lama ao Caos
  • Ana Frango Elétrico convida FBC & Bruno Berle
  • ÀVUÁ convida Bela Ciavatta
  • Nosso Sonho: Nova Orquestra, Buchecha, Deize Tigrona & Gabriel do Borel
  • ELO apresenta: Samba do Miguelzinho
  • Tahira . Marcelinho da Lua . GLAU . Sô Lyma . Tamenpi . MangoLab DJ Set b2b Banana Gold c/ Rafa Pinta & Kalleb

SERVIÇO

Data dos shows: Dias 25 e 26 de maio

Abertura dos portões: 12 horas

Horário dos shows: a partir das 13 horas

Local: Jockey Club  – Praça Santos Dumont, 31, Gávea, Rio de Janeiro – RJ

Ingressos: A partir de R?150 no LOTE 1 (ver tabela completa).

Classificação etária: Acima de 16 anos desacompanhado. De 5 a 15 anos é obrigatória a presença de um responsável legal.

Venda de ingressos online: Eventim

Bilheteria credenciada: Estádio Nilton Santos – Engenhão

Endereço: Bilheteria Norte – Rua das Oficinas, s/n – Engenho de Dentro, Rio de Janeiro – RJ

Funcionamento: Terça a sábado das 10h às 17h

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MP é acionado para investigar manifestantes que declaram apoio ao Hamas na frente da Câmara do Rio

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O vereador Pedro Duarte (Novo) acionou o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro para investigar possíveis crimes cometidos por manifestantes em frente à Câmara Municipal do Rio. O grupo, que proferia palavras de ordem contra Israel e o povo judeu, montou um estande na Cinelândia vendendo faixas e camisetas em apoio ao Hezbollah, ao Movimento da Jihad Islâmica e ao Hamas.

O Hamas, em particular, está ligado a um episódio de terrorismo que desencadeou a recente escalada de conflitos com Israel. Uma das faixas expostas declarava “100% Hamas”. O vereador expressou preocupação com o discurso de ódio e incitação à violência promovidos pelos grupos, que foram classificados como terroristas por diversos países.

Além disso, uma das faixas expostas durante a manifestação continha uma frase controversa, equiparando a Estrela de Davi, símbolo judaico, à suástica nazista. Essa comparação, recentemente feita pelo presidente Lula, gerou uma crise diplomática com Israel.

O vereador notificou o MP para que investigue o incidente e tome as medidas cabíveis diante do possível cometimento de crimes durante a manifestação na frente da Câmara Municipal.

Pró-labore x distribuição de lucros: entenda o que é, como declarar e as dúvidas mais comuns

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Qual a diferença entre pró-labore e distribuição de lucros de uma empresa a sócios, cotistas e acionistas? Em época de fazer o imposto de renda, o DIÁRIO DO RIO ouviu Giovana Gubert Carrer, palestrante, professora e autora de diversos livros sobre Tributação de Empresas, como “Normas e práticas tributárias” e “Governança tributária de indiretos: PIS e COFINS”.

PRÓ-LABORE

O pró-labore é pago aos sócios que executam atividades operacionais em uma empresa. O termo vem do latim, e significa “pelo trabalho”. É, portanto, a remuneração paga pela empresa aos seus sócios, pelo trabalho realizado pelos mesmos.

Já a distribuição de lucros aos sócios se refere a uma recompensa pela aplicação de recursos financeiros na empresa. Essa remuneração é considerada rendimento isento de Imposto de Renda, no momento de declarar os rendimentos dos sócios para a Receita Federal.

“Para diferenciar pró-labore e distribuição de lucros é possível dizer que pró-labore é remuneração do trabalho e distribuição de lucros é remuneração de capital. Assim, geralmente, àquele sócio quotista, que não trabalha na empresa e apenas investiu no negócio, não há pagamento de pró-labore.

COMO CALCULAR O PRÓ-LABORE

Segundo a professora, de forma geral, o pró-labore é estabelecido de comum acordo pelos sócios, considerando acordos realizados entre si, baseando-se nas responsabilidades assumidas por cada um deles. Não há uma legislação que determine limites na definição do pró-labore, mas o ideal seria que houvesse uma equiparação ao salário de mercado para uma função equivalente.

Supondo que um sócio assuma responsabilidades referentes ao setor comercial e o setor produtivo de uma indústria; e o outro sócio assuma o setor administrativo, se houver consenso entre os sócios, pode haver diferentes valores de pró-labore para os dois sócios. Ou em uma outra situação, em que um sócio pode trabalhar na empresa apenas no turno da tarde; enquanto o outro trabalha o dia inteiro, podem-se estabelecer diferentes valores de pró-labore entre os sócios. Ou seja, há diferentes critérios de definição do pró-labore, que podem ser negociados entre os sócios.

“Embora o ideal seja uma equivalência de pró-labore com o salário de uma pessoa no mercado de trabalho, essa realidade nem sempre se concretiza, já que a empresa, nem sempre, dispõe de fluxo de caixa para pagar valores de mercado para seus sócios. Assim, pode-se pensar que os valores de pró-labore resultam em valores menores do que o que se paga no mercado de trabalho, com registro de acordo com a CLT”, diz a docente.

Em um cenário ideal, a compensação dos benefícios trabalhistas para fins de cálculo do pró-labore fica entre 20% e 40% do salário bruto. Entretanto, não existe uma prática de mercado consolidada para empresas de médio e pequeno porte. Em empresas que começam suas atividades, geralmente o empreendedor aceita receber um pró-labore que não está compatível com o mercado, porque acredita que o negócio prosperará e, assim, ganhará muito dinheiro com a distribuição de lucros.

O pró-labore não está vinculado à participação societária, mas à remuneração do trabalho executado pelos sócios na empresa. A remuneração usualmente estabelecida de acordo com a participação societária é a distribuição de lucros. Aliás, muitas vezes, a remuneração do sócio é composta do pró-labore e da distribuição de lucros.

“Essa forma de remuneração é bastante atrativa porque representa menos gastos tributários já que a distribuição de lucros é considerada rendimento isento de Imposto de Renda. Assim, a remuneração do pró-labore costuma se manter fixa para não sofrer elevada tributação e a distribuição de lucros é relacionada com a participação do sócio na empresa, que pode ser tributariamente mais barata”, acrescenta Giovana.

O VALOR DO PRÓ-LABORE PODE VARIAR?

Não há impedimento para que o pró-labore seja variável. Entretanto, como o pró-labore sofre incidência tributária, todo e qualquer valor a ele acrescentado também é tributado. Assim, com o objetivo de não elevar a tributação, a remuneração do trabalho dos sócios, geralmente, se mantém em valores fixos. Além disso, o pró-labore pode variar em função do porte.

“Por exemplo, uma empresa em início de atividades, cujo porte é menor, naturalmente, pagará pró-labore mais baixo já que seu fluxo de caixa ainda não está estabilizado. Finalmente, é comum existirem diferenças entre setores, por exemplo, um diretor financeiro de empresa no setor de tecnologia pode ter pró-labore mais alto do que o diretor financeiro de uma empresa comercial”, exemplifica.

PRÓ-LABORE DEVE ESTAR NO CONTRATO SOCIAL?

No contrato social, em geral, há uma cláusula que estabelece a possibilidade de fixação da remuneração pelo trabalho. Entretanto, não é necessário indicar os valores nesse instrumento. De forma geral, essa definição é feita em um documento chamado ata, que se trata de um instrumento por meio do qual são registradas as decisões relativas à empresa, feitas em reuniões, inclusive tratando sobre o valor do pró-labore dos sócios. Geralmente, essas atas, assim como o contrato social, são objeto de arquivamento na Junta Comercial do Estado onde a empresa está localizada.

“Na hipótese de entrada de um novo sócio, a lógica é a mesma: negociar os valores entre os sócios. No nosso exemplo inicial, supondo que o sócio responsável pelo setor comercial e o setor produtivo decida se concentrar em apenas um dos setores e, com isso, sua responsabilidade é compartilhada com o sócio ingressante, o pró-labore pode ser reavaliado entre os três sócios”.

QUAIS IMPOSTOS INCIDEM SOBRE O PRÓ-LABORE?

Sobre o pró-labore incidem IRRF e INSS, e não incide FGTS. O IRRF e o INSS sobre o pró-labore dos sócios são encargos suportados pelos próprios sócios. O IRRF é calculado segundo a tabela do IRRF atualizada frequentemente pela Receita Federal e o INSS é calculado pelo percentual fixo de 11%, não sendo sujeito à tabela de INSS como os funcionários da empresa.

O tratamento do pró-labore considerando os principais regimes tributários brasileiros é:

MEI – o sistema do MEI se refere a um regime tributário de valores fixos. Não existe uma regulamentação sobre retirada de pró-labore pelo MEI. Por outro lado, não há impedimento de fazê-lo, apenas considerando que o recolhimento da contribuição previdenciária (INSS) é limitado ao valor de 01 salário-mínimo.

Simples Nacional – a ME e a EPP enquadradas no Simples Nacional podem definir o valor do pró-labore dos seus sócios, ficando sujeitas à tributação de INSS e IRRF.

Lucro Presumido – ocorre o mesmo tratamento aplicado para empresas do Simples Nacional, ou seja, tributação de INSS e IRRF.

A tabela do IRRF a ser utilizada para o cálculo do imposto é:

Tabela do IRRF a partir de maio de 2023

tabela 1 1 Pró-labore x distribuição de lucros: entenda o que é, como declarar e as dúvidas mais comuns

A título de exemplo de cálculo dos tributos sobre o pró-labore, considera-se o valor de R? 4.270,00. Calculando-se 11% sobre o pró-labore, tem-se um INSS descontado do sócio de R$ 469,70. Para fins de cálculo do IRRF, desconta-se o valor autorizado pela legislação de R$ 528,00 do valor total do pró-labore. Sobre o resultado dessa subtração, aplica-se o respectivo percentual da tabela de IRRF, nesse caso, 15%. Assim, totaliza-se o valor de R$ 190,90 de IRRF, também, descontado do sócio. No momento do pagamento do pró-labore, o sócio recebe R$ 3.609,40. Os demais valores são objeto de recolhimento para o governo federal.

tabela 2 Pró-labore x distribuição de lucros: entenda o que é, como declarar e as dúvidas mais comuns

Além da tributação que afeta o “bolso” do sócio, sobre o pró-labore as empresas do Lucro Presumido pagam 20% a título de INSS da empresa. Então, por exemplo, se o pró-labore for fixado em R$ 4.270,00, haverá o pagamento de INSS, pela empresa, no valor de R$ 854,00. No Simples Nacional, nem todas as empresas pagam esse percentual de 20% de INSS. As empresas que pagam são aquelas que atuam nas atividades construção de imóveis e obras de engenharia em geral; serviço de vigilância, limpeza ou conservação e serviços advocatícios.

COMO DECLARAR O PRÓ-LABORE NO IRPF?

O pró-labore é classificado como um rendimento tributável para fins de Imposto de Renda e, portanto, necessariamente deve ser declarado quando o empreendedor é obrigado a fazê-lo. O empreendedor deve preencher a declaração do Imposto de Renda no ano seguinte ao do recebimento dos rendimentos. A declaração pode ser preenchida no programa disponibilizado pela RFB ou pela internet.

Na declaração, o rendimento do pró-labore deve ser informado na ficha “Rendimento Tributável Recebido de Pessoa Jurídica”, na linha “Rendimentos recebidos de pessoa jurídica”, onde será informado o valor do rendimento anual obtido a título de pró-labore. Lembrando que ao informar essa ficha é necessário identificar a empresa, incluindo seu CNPJ e sua denominação social. Além disso, na mesma ficha, o empreendedor deve informar o valor relativo ao IRRF e a contribuição previdenciária retidos.

Todos os valores retidos a título de IRRF, por exemplo, em 2023 são considerados como antecipações do imposto total devido no ano. Assim, se porventura, o contribuinte já tiver recolhido o imposto em valor maior do que o devido ao final do ano, haverá imposto a ser devolvido. Se o imposto pago no ano, por meio das retenções mensais, não for suficiente para cobrir o valor devido no ano, haverá complemento do valor a pagar. Por outro lado, a distribuição de lucros é lançada como rendimento isento.

E SE O SÓCIO MUDAR DE CARGO OU SAIR DA SOCIEDADE?

Em geral, quando há alterações na participação societária, desde que o sócio continue trabalhando na empresa, desempenhando as mesmas funções executivas e pela mesma carga horária, não há necessidade de revisar o valor do pró-labore. Por outro lado, se o empreendedor passar a exercer a função de conselheiro da administração, a remuneração deve ser revista, já que ele se afastaria das atividades executivas e passaria a atuar na orientação estratégica do negócio, permanecendo afastado das operações diárias. Nesse caso, em geral, a remuneração é fixa.

A partir do momento em que o sócio se retira da sociedade, a empresa não efetua mais pagamento de pró-labore. A saída do sócio da empresa é concretizada a partir da formalização da alteração de contrato social que é o documento por meio do qual fica combinado entre os sócios que um deles se retira da sociedade. A partir desse momento, a empresa cessa o pagamento de pró-labore para o sócio que se retirou. Nesse ato, o sócio retirante recebe o valor equivalente às suas quotas societárias a título de “devolução do investimento” realizado anteriormente. Se o empreendimento gerou lucros no período, o sócio retirante recebe suas quotas societárias considerando o crescimento ocorrido.

Vereadora Mônica Benicio quer tornar primeiro-ministro de Israel persona non grata na cidade do Rio

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A vereadora Monica Benicio, líder da bancada do PSOL na Câmara Municipal do Rio, protocolou nesta quinta-feira (22) um Projeto de Decreto Legislativo (PDL) que declara o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, persona non grata na cidade do Rio de Janeiro. A iniciativa é uma resposta política ao governo israelense, que “cancelou” Lula após o presidente do Brasil comparar o genocídio do povo palestino com o extermínio dos judeus na Alemanha nazista durante a Segunda Guerra Mundial, dizimando também milhões de indígenas, ciganos e LGBTs no século passado.

No projeto, a parlamentar destaca a matança indiscriminada do povo palestino e faz uma crítica enfática ao primeiro-ministro de Israel. “Netanyahu está a frente de uma coalizão de extrema direita e move a máquina de guerra israelense para massacrar o povo palestino na Faixa de Gaza e na Cisjordânia. As estimativas apontam para mais de 30 mil pessoas assassinadas pelas tropas israelenses, entre elas mais de 12 mil crianças. Escolas, hospitais, mesquitas, residências: nada é poupado pelo desejo de extermínio dos palestinos que Netanyahu representa. Não há outro nome, é genocídio sim”, argumenta Monica.

Segundo relatórios da Human Rights Watch, os palestinos são submetidos, pelo Estado de Israel, a um regime de apartheid que já dura 75 anos. A líder do PSOL afirma ainda que Netanyahu não é bem-vindo na cidade, já que seu projeto político de poder diverge completamente do caminho de paz almejado pelos cariocas. “A população do Rio de Janeiro, que acolhe solidariamente as pessoas que aqui se refugiam, entre elas palestinos e judeus, certamente vê com asco e horror o massacre que o governo chefiado por Netanyahu está produzindo em Gaza. Os cariocas desejam um caminho de paz, respeito e dignidade para todos, israelenses e palestinos. Um caminho que Netanyahu faz questão de destruir e, por isso, ele se tornou persona non grata por aqui”, conclui a vereadora.

Futuros – Arte e Tecnologia promove estação educativa ‘Rádio e Carnaval’ neste domingo, 25

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Homenageando o Dia Mundial do Rádio, comemorado em 13 de fevereiro, e o Carnaval, festa mais popular do país encerrada na última semana, o Futuros – Arte e Tecnologia promove neste domingo, 25, às 15h, a estação educativa “Rádio e Carnaval”. O evento gratuito e aberto a todas as idades encerra a agitada programação do mês de fevereiro, que contou com ações como  “barracão” para confecção e customização de fantasias e adereços, e cortejo carnavalesco com o bloco Afro Lúdico Kekere. 

A estação educativa vai realizar uma atividade interativa homenageando mulheres importantes na história do carnaval e do rádio, como Emilinha Borba, rainha do rádio e cantora de marchinhas; Chiquinha Gonzaga, precursora das marchinhas e compositora da popular “Abre-Alas”; e Marlene, cantora de marchinhas e vencedora de vários concursos de rádio. Na ocasião, os visitantes serão convidados a criar um miniprograma de rádio, com leitura de dicas e pequenas entrevistas.  

“O carnaval é uma das mais importantes expressões populares do país, que atravessa gerações e linguagens artísticas e atinge milhões de pessoas todos os anos. A programação do mês de fevereiro no Futuros – Arte e Tecnologia ressalta a relevância desta manifestação nacional e dialoga perfeitamente com a proposta do centro cultural, com arte, cultura e diversão para toda a família”, destaca o gerente de cultura do Oi Futuro, Victor D’Almeida. 

ATIVIDADES PERMANENTES 

Além de participar da estação educativa, o público pode aproveitar para conhecer a exposição multimídia “Casa Comum” com obras e experiências que ressaltam o planeta Terra como a “casa comum” de todos os seres viventes. Sala imersiva, obras de videoarte e a escultura de uma anaconda gigante de 25 metros de comprimento que percorre vários andares do prédio são algumas das atrações. A mostra é uma colaboração internacional entre o diretor artístico Renato Rocha, o estúdio digital londrino SDNA e 12 artistas amazônicos, e fica aberta até 10 de março

Outra atração é o Musehum – o Museu de Comunicações e Humanidades do Oi Futuro, no qual crianças e adultos podem aprender e refletir sobre o tema das comunicações em diversas instalações interativas e imersivas. No espaço, destaque para o voo panorâmico de balão, com uso de óculos de realidade virtual e fones de ouvido; e para a instalação “A Roda”, uma sala imersiva espelhada que envolve o visitante em uma experiência de luzes, sons e efeitos visuais, destacando a necessidade de mantermos nossos laços fora do ambiente digital.

A estação educativa “Rádio e Carnaval” e a exposição “Casa Comum” integram a programação do Vem, Futuro!, projeto realizado pela Zucca Produções, com correalização de Futuros – Arte e Tecnologia que tem como patrocinadores a Prefeitura do Rio de Janeiro, a Secretaria Municipal de Cultura, Serede, Universidade Veiga de Almeida, Eletromidia, SANDECH Engenharia e Windsor Hoteis, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro.

Serviço: 

Estação educativa “Rádio e Carnaval”

Data: domingo, 25 de fevereiro

Horário: 15h

Capacidade: até 10 participantes

Inscrições no local por ordem de chegada

Local: Futuros – Arte e Tecnologia 

Endereço: Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo

Entrada franca

Exposição “Casa Comum” 

Data: 10 de janeiro a 10 de março 

Horário: quarta a domingo, das 11h às 20h

Local: Futuros – Arte e Tecnologia 

Endereço: Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo

Entrada franca

Musehum – Museu das Comunicações e Humanidades do Oi Futuro

Exposição permanente 

Horário: quarta a domingo, 11 às 18h

Local: Futuros – Arte e Tecnologia 

Endereço: Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo

Entrada franca

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Deputados propõem destinar R$15 milhões da Alerj para 10 municípios afetados por chuvas no RJ

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Os deputados estaduais Andrezinho Ceciliano (PT) e Carlinhos BNH (PP) apresentaram um projeto de lei, nesta quinta-feira (22/02), na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) com o objetivo de repassar R$ 15 milhões dos recursos do fundo especial da instituição para auxiliar 10 municípios impactados pelas intensas chuvas que assolaram o estado, especialmente durante a última madrugada, resultando em três mortes confirmadas.

Segundo o projeto, os municípios beneficiados serão: Paracambi, Japeri, Mendes, Engenheiro Paulo de Frontin, Nova Iguaçu, Belford Roxo, Queimados, Mesquita, Barra do Piraí e Porto Real. Essas áreas foram gravemente afetadas pelos efeitos das chuvas, enfrentando alagamentos, deslizamentos de terra e outros danos significativos.

Antes da sessão legislativa desta tarde, o deputado Andrezinho expressou sua determinação em mobilizar outros parlamentares para que o projeto seja incluído na pauta da Alerj em regime de urgência.
“A situação é extremamente crítica na Baixada Fluminense. Tenho recebido inúmeros relatos e vídeos da população, e meu gabinete está à disposição para prestar todo o apoio necessário, especialmente ao município de Paracambi. Estamos todos solidários às vítimas desta tragédia e é hora de unirmos forças para enfrentar esse desafio”, declarou o deputado.

Agentes da Subprefeitura da Zona Sul se capacitam em curso de emergências

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O subprefeito da Zona Sul, Flávio Valle, participou, junto com os agentes da Subprefeitura da Zona Sul, de um curso abrangente de “Suporte Básico à Vida em Emergência”. Promovido pela Secretaria Municipal de Saúde, o curso teve lugar nesta quinta-feira, 22, no renomado Instituto Philippe Pinel, em Botafogo, estendendo-se por três horas de treinamento intensivo.

A formação tem como objetivo essencial fornecer às equipes de socorro leigas as habilidades necessárias para avaliar e lidar com vítimas em situações críticas. Com uma ênfase prática e instrutores especializados, os participantes foram orientados sobre procedimentos de primeiros socorros, reconhecimento de sinais de emergência, administração de suporte básico de vida e utilização de desfibriladores, entre outras técnicas vitais.

Para Flávio Valle, a importância desse treinamento vai além da simples capacitação, representando uma oportunidade de aumentar a eficácia e a prontidão das equipes que enfrentam desafios diários nas ruas da Zona Sul.
“Nossos agentes estão na linha de frente, lidando com emergências em um ambiente dinâmico e imprevisível. Este curso proporciona conhecimentos essenciais que podem salvar vidas, desde reconhecer sinais de parada cardiorrespiratória até aplicar medidas de suporte adequadas para diferentes faixas etárias”, destacou o subprefeito.

‘Elle, Marielle Franco’ será exibido pela primeira vez na Suíça e chega ao 25º país onde o filme circula

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“Não serei interrompida, vai ter que aturar mulher negra, trans, lésbica, ocupando a diversidade dos espaços.” A voz de Marielle Franco ecoa no filme assinado por Liliane Mutti e Daniela Ramalho, que será exibido no dia 29/02, quinta-feira, em Lausanne, na Suíça, abrindo a mostra que homenageará Marielle Franco, suas lutas, trajetória e legado. A mostra, promovida pela Association Le Renversé, tem como objetivo promover o intercâmbio entre as culturas dos dois países, o Brasil e a Suíça, por meio do cinema.

“Elle, Marielle Franco” é um filme-ensaio, narrado por áudios em primeira pessoa pelos pais de Marielle Franco e ela mesma, como o do trecho do seu discurso de posse como vereadora do Rio de Janeiro: “A gente tem lado, tem classe e tem identificação de gênero”. No curta, a voz de Marielle alterna com a voz da sua mãe, Marinete, e de seu pai, Antônio da Silva.

Durante a visita de seus pais à Paris, eles participaram junto a filha de Marielle, da inauguração do jardim “Marielle Franco”, quando pediram justiça para Marielle e seu motorista Anderson, brutalmente assassinado no Rio de Janeiro. À época, a família foi convidada pela prefeitura de Paris para inauguração do jardim público, localizado no 10ème arrondissement de Paris, entre a Estação Gare de L’Est e o Canal Saint Martin.

“E ver seu Antonio e dona Marinete, pais de Marielle, narrando a dor da ausência da filha e a sua luta incansável por justiça me dá um nó no peito. Quanto de potência foi arrancada da sua família e de todos nós? São perguntas que ficam sem resposta e o filme tenta trazer a ferida desse silêncio”, afirmou a cineasta. “O ‘Elle’ existe porque Marielle continua existindo em cada uma de nós que fazemos do cinema nossa re-existência e, através dele, lutamos por justiça, por cada vida interrompida. O filme carrega essa dor, especialmente a imensa dor da família de Marielle. É um filme de 2021, que continua a circular pelo mundo, enriquecendo rodas de debates em vários idiomas sobre feminicídio e tantos temas urgentes, como a violência contra a comunidade LGBTQIA+”, destaca a cineasta Liliane Mutti.

O filme reúne ainda imagens de arquivo, a partir do acervo da família de Marielle, de diversas fases da vida da vereadora, materializando o sentimento da vida interrompida. A obra revela Marielle criança, depois se formando na universidade com a bandeira do Brasil, até sua posse como vereadora do Rio de Janeiro e discursando na Câmara, com a presença de Indianara e de mulheres trans da Casa Nem.

Segundo Liliane, “Participar do “PontE”, um evento de circulação do cinema latino-americano na Suíça é de uma potência imensa, de romper fronteiras e levar o grito por justiça à Marielle para os cantos do mundo”. A iniciativa do PontE é da cineasta pernambucana Tila Chitunda, responsável pela curadoria e seleção dos filmes.

Sobre “Elle, Marielle Franco” e o Jardim “Marielle Franco”

O Jardim Marielle Franco – onde se passa no filme – foi inaugurado por uma iniciativa da prefeita de Paris, Anne Hidalgo, a partir de uma demanda de associações brasilianistas como a RED.br (Rede Europeia pela Democracia no Brasil), a Mulheres da Resistência e a Autres Brésils. O filme foi realizado de forma colaborativa e voluntária pelos membros da Associação Ciné Nova Bossa e o Coletivo Ubuntu Audiovisual, e apoiado pelas produtoras Toca (BR) e Filmz (FR), com distribuição do Centre Simone de Beauvoir. “Elle, Marielle Franco” já percorreu diversos festivais e circuitos internacionais, entre eles: Brésil en Mouvement (Paris), Festival Rainbow (Ceará), Digo (Goiás), MujerDoc (Espanha), Imaginária (Itália), Cineffable (Festival Internacional dos Filmes Lésbicos e Feministas de Paris), e o prestigioso Festival de Caminho de Cinema, sediado em Coimbra, Portugal. “Elle, Marielle Franco” foi o único curta documentário e único filme brasileiro dirigido por mulheres na sua estreia na 28ª edição do Festival Chéries Chéris, no ano da sua estreia, em 2022, em Paris.

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lapa dos mercadores 2024 'Elle, Marielle Franco' será exibido pela primeira vez na Suíça e chega ao 25º país onde o filme circula

Marketing: Bud Tour leva fãs para viverem como celebridades nos maiores eventos de música do mundo

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“Você não precisa ser artista para viver como um!”. Essa é a proposta que Budweiser, a cerveja por trás da música e dos grandes festivais internacionais, traz aos consumidores brasileiros com a Bud Tour. Com a iniciativa, a marca vai levar fãs para viverem como celebridades ao promover experiências VIP para as pessoas curtirem os maiores eventos de música pelo mundo. A ação começou na segunda-feira (19) e vai até 30 de maio, conta com sorteios sequenciais para os mais prestigiados eventos musicais do planeta e prêmios instantâneos.

Nesta promoção global, lançada primeiro no Brasil, os fãs da marca terão direito a passagens, hospedagem exclusiva no Bud Hotel, estilista próprio e acessos VIP aos bastidores do Tomorrowland na Bélgica (que será realizado em julho), ao Lollapalooza Chicago (agosto) e ao Video Music Awards em Nova York (setembro). Além disso, serão sorteados diariamente vouchers de R$100 no Zé Delivery e assinaturas de Spotify Premium válidas por 1 ano.

Para participar, é simples: basta realizar um cadastro no site www.budweiser.com/budtour que o participante receberá um número da sorte para concorrer a um dos eventos internacionais e um momento premiado para descobrir, na hora, se foi  contemplado com um prêmio instantâneo. Para mais chances de ganhar, o participante pode ainda escanear produtos Budweiser ou Budweiser Zero (lata ou garrafa) por meio do mesmo site e receber números da sorte adicionais.

“Budweiser tem uma longa história com a música – já esteve nas mãos de grandes artistas e se mantém relevante na cena musical global até hoje. Por aqui, somos parceiros do Lollapalooza São Paulo há anos, e agora vamos levar fãs brasileiros para viver experiências incríveis, que apenas famosos têm acesso, em grandes eventos internacionais. Serão momentos que somente uma marca grandiosa e global como Bud poderia proporcionar”, diz Mariana Santos, diretora de Budweiser no Brasil.

A promoção Bud Tour faz parte da primeira grande campanha da marca em 2024, que inclui ainda filme para TV aberta, ações no Lollapalooza Brasil e ações promocionais no Trade, com criação da agência Africa Creative. Os sorteios ocorrerão nas datas  27/03/2024, 04/05/2024 e 05/06/2024.

Apple é condenada no RJ por venda de iPhone sem carregador; consumidor receberá indenização de R$ 3,2 mil

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Por decisão unânime da 18ª Câmara de Direito Privado, a Apple foi obrigada a pagar R$ 3.219 a um consumidor do Rio, por danos morais e materiais. Matheus dos Santos, que adquiriu um iPhone por quase R$ 5 mil, contestou a obrigação de comprar um carregador adicional por R$ 219, alegando que o telefone é inutilizável sem o acessório, configurando assim uma venda casada, prática proibida por lei.

Em seu voto, o desembargador Cláudio de Mello Tavares, relator do caso, destacou que o carregador é essencial para o uso do produto principal, justificando a indenização.

A Apple, por sua vez, pode recorrer da decisão, mas preferiu não de comentar sobre o assunto quando procurada pelo portal “g1”. Em sua defesa, a empresa argumentou que a informação sobre a exclusão do carregador do produto é apresentada de forma clara e que existem diversas alternativas para carregar o celular, além do carregador da própria marca. Alegou também que a medida visa reduzir a proliferação de fontes energéticas, em conformidade com a legislação ambiental.

Manu Le Prince revisita obra do ícone do Jazz Wayne Shorter no Blue Note Rio

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Wayne Shorter (1933-2023) se consagrou como um dos músicos e compositores de Jazz mais inovadores e influentes de todos os tempos. Um ano após seu falecimento, o ícone estadunidense será homenageado pela cantora Manu Le Prince no palco do Blue Note Rio, em Copacabana, no dia 01 de março, sexta-feira, às 20h. No show “Love to Wayne Shorter”, a artista francesa será acompanhada pelos renomados músicos Kiko Continentino (piano) e Jorge Continentino (saxofone), e revisitará o repertório do seu álbum “Children Of The Night – Tribute To Wayne Shorter”.

Nascido em Newark, Nova Jersey, em 1933, Wayne Shorter iniciou sua carreira musical na década de 1960. Ao longo de sua trajetória de mais de seis décadas como músico, integrou grupos como Art Blakey’s Jazz Messengers, Miles Davis’s Second Great Quintet e Weather Report. Ganhador de vários prêmios importantes, como onze estatuetas do Grammy, o artista marcou dando novos contornos ao jazz moderno com experimentação e conexão com diferentes ritmos. Isso o levou, inclusive, a manter uma relação estreita com o Brasil, lançando, em 1974, o álbum “Native Dancer”, em parceria com Milton Nascimento, seu grande amigo.  

Em 2023, pouco antes da partida de Wayne, Manu lançou um álbum em sua homenagem, “Children Of The Night – Tribute To Wayne Shorter”, que também conta com músicas do seu parceiro Milton Nascimento. O projeto chegou a Wayne, que aprovou e incentivou a cantora, além de ter avaliado as suas letras em quatro músicas instrumentais.

“Wayne Shorter buscava o inesperado. Ele ficou emocionado com a minha homenagem e a minha letra nas músicas dele. Tratou-me com muito carinho e me incentivou muito, assim como sua esposa, Carolina. Ele também adorou a minha letra em português no seu grande clássico “Footprints”. Muita honra para mim! Em cada “Tribute”, eu sinto a luz do Wayne comigo, como se ele estivesse presente”, conta emocionada Manu.

Serviço:

Show: Manu Le Prince em “Love to Wayne Shorter”

Dia: 01 de março, sexta-feira
Horário: 20h | Abertura da casa: 19h
Local: Blue Note Rio – Avenida Atlântica, 1910, Copacabana, Rio de Janeiro – RJ

Ingressos: de R$ 60 a R$ 120
Vendas e mais informações: https://www.eventim.com.br/artist/love-to-wayne-shorter/

Classificação etária: 18 anos

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Taste Lab do NorteShopping promove nova edição do Circuito dos Sabores

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Começa no dia 22 de fevereiro, o Circuito dos Sabores no Taste Lab do NorteShopping, com opções especiais por R? 39,90, exceto o drink do Ginteria que sai por R?25. Os chefes renomados do espaço criaram pratos exclusivos ou selecionaram opções dos seus cardápios para fazerem parte da ação. Com duas semanas de duração, o evento vai até o dia 7 de março.

Viemos com mais uma edição do Circuito dos Sabores do Taste Lab, pois é uma oportunidade de trazer boas experiências gastronômicas de uma forma mais acessível ao público. Alguns chefes prepararam pratos exclusivos para o Circuito, então será uma oportunidade única de experimentar novos sabores”, convida Camila Zafalon, gerente de marketing do NorteShopping.

Opções especiais por 39,90

No Blend Parrilla, a pedida do festival é o Sanduíche de Pastrami – Pastrami de peito bovino Black Angus defumado no pit com lenha de pecan, alface americana, tomate, queijo muçarela e molho aioli, servido na baguete francesa; No Bobô Bar, as Quesadillas de Frango – tortilhas recheadas de filé de frango, com lemon pepper, cebola roxa e maionese de sriracha foram preparadas exclusivamente para ação; Na Le Dep, a escolha para o Circuito foram as bruschettas, que vêm com cinco unidades, em três sabores: Caponata de berinjela, Caprese e Brie com damasco.

Para quem quiser uma comidinha mais leve e fresquinha, opções exclusivas foram criadas. O La Plancha Brasa preparou Ceviche de Verão para o evento, dupla de ceviche de peixe e camarão, com maçã verde, pimenta biquinho, pimentão vermelho, cebola e coentro, servidos com casquinha de massa de pastel crocante; o Wiki Wiki preparou um Poke de Verão, com camarão, arroz gohan, sweet chilli, cream cheese, pepino, kani e gergelim. Estreante no Circuito, o BistrOgro traz o prato Verão de Sol e Folhas Verdes – carpaccio de lombinho de sol com salada de folhas frescas, servido com emulsão de azeite e limão siciliano.

As bebidas ficaram por conta da Noi, Grand Cru e Bobô Ginteria. A cervejaria traz a Régua 7 Rótulos, uma degustação com sete opções de chopp NOI (Bionda, Oro, Nera, Sicilia, Avena, Rossa, Fiorella) – de R?49 por R?39,90. A casa especializada em vinhos também traz duas taças de vinho branco Pinot Grigio Ziobaffa pelo mesmo valor de R?39,90. Já o Ginteria preparou exclusivamente para o evento o drink ‘Pé na Areia’, uma combinação de cachaça, xarope de capim limão, suco de limão e mate, pelo valor de R?25.

Circuito dos Sabores recebe Chef e sommelier de cerveja durante evento

Durante o Circuito dos Sabores, os clientes poderão consumir o Ceviche de Verão preparado diretamente pelas mãos do chef Junior Gonzalez. Ele estará presente nos dias 22 e 29 de fevereiro, das 18h às 21h. Já no dia 07 de março, das 17h às 20h, a sommelier de cervejas, Bianca Buzin, diretora de vendas e marketing da NOI, estará presente na loja do Taste Lab, mostrando um pouco sobre o universo das cervejas da marca, além de falar das harmonizações dos pratos do Circuito, com as cervejas artesanais.

O Taste Lab NorteShopping funciona de domingo à quinta, das 11h às 23h, e sexta e sábado, das 11h às 00h.

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ONG oferece apoio às vítimas das enchentes na Baixada; saiba como contribuir

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Após a devastação causada pelos temporais que atingiram diversos municípios da Baixada Fluminense na madrugada desta quinta-feira (22/02), a Ação da Cidadania lança a campanha Emergências. A partir desta sexta-feira (23/02), a entidade inicia a distribuição de 35 toneladas de alimentos e itens de higiene e limpeza para as vítimas das enchentes na região.

A Ação da Cidadania já está em contato com lideranças locais cadastradas, preparando o envio das doações para as famílias desabrigadas ou desalojadas. Até o momento, três mortes foram confirmadas, e as equipes de resgate continuam em busca de desaparecidos.

As doações incluem alimentos, água mineral, itens de higiene pessoal como absorventes e papel higiênico, além de produtos de limpeza como sabão, vassouras e rodos. A ONG pede para que as doações sejam feitas através do site acaodacidadania.org.br/emergencias e por meio de PIX, utilizando a chave sos@acaodacidadania.org.br.

Casa de Apoio à Criança com Câncer Santa Teresa promove campanha de arrecadação de alimentos

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A Casa de Apoio à Criança com Câncer Santa Teresa (CACCST), na região central do Rio, está promovendo a “Campanha de Alimentos”, devido à falta de mantimentos não perecíveis para cestas de apoio nutricional aos jovens assistidos pela instituição. As doações podem ser enviadas diretamente para o endereço da CACCST na Rua Santos Rodrigues, nº 60, no bairro do Estácio. A casa também aceita doações via Pix de qualquer valor para serem revertidas na compra dos alimentos através da chave 04.158.233/0001-78 (CNPJ).

Fundada em 2000, a CACCST tem como objetivo o de promover uma melhor qualidade de vida em um momento de extrema vulnerabilidade a tantas famílias que precisam de suporte e acolhimento durante o período de tratamento da doença. Com esse propósito, a instituição atende a mais de 100 jovens prestando apoio nutricional, psicológico, pedagógico e odontológico, além de oferecer hospedagem, alimentação, transporte e cestas básicas aos jovens e familiares assistidos pela casa.

A instituição também promove atividades sociais internas que viabilizam o acesso à cultura e à educação ao dia a dia das crianças e adolescentes assistidos pela CACCST, como festas de aniversários, oficinas de arte, fotografia, vídeo, teatro e pintura, confecção de produtos autossustentáveis, passeios (teatros, cinemas, museus, exposições, visitas guiadas em empresas e fábricas), reuniões mensais com a participação de profissionais de diferentes áreas como Psicologia, Pedagogia e Serviço Social, entre outros. Através dessas ações, a casa busca ressignificar a magia da infância e da adolescência dos pequeninos que muitas vezes acabam sendo interrompidas devido ao tratamento da Neoplasia.

A Casa de Apoio à Criança com Câncer Santa Teresa (CACCST) nasceu a partir de um desejo de Sandra Nóbrega, presidente da CACCST, que durante um período de tratamento pessoal observou alguns casos de crianças carentes portadoras da Neoplasia e quis fazer algo para ajudá-las. A imensa dificuldade das famílias em iniciar e dar continuidade ao tratamento da doença, tanto por questões relacionadas ao elevado custo dos medicamentos quanto à permanência do acompanhante e do transporte contínuo para a sua realização, foram alguns dos fatores que a comoveram e motivou Sandra a criar o projeto que vem desenvolvendo em parceria com voluntários e doadores de amor há mais de 20 anos.

Endereço: Rua Santos Rodrigues, 60, Estácio, Rio de Janeiro/RJ
Telefones: (21) 2293-2210 / (21) 2502-8343
Site: caccst.org.br
Instagram: @caccst
Facebook: Casa de Apoio à Criança com Câncer Santa Teresa