A lista dos pré-candidatos a prefeito do Rio em 2020 está diminuindo, e bastante. Alguns nomes já se posicionaram, outros mudaram de partido e outros desistiram (ou foram desistidos). Então a lista que tinha mais de 20 nomes, agora está em menos da metade disso.

  • Clarissa Garotinho (PROS)
  • Cristiane Brasil (PTB)
  • Eduardo Paes (DEM)
  • Fred Luz (NOVO)
  • Glória Heloíza (PSC)
  • Hugo Leal (PSD)
  • Marcelo Crivella (Republicanos)
  • Marcelo Freixo (PSol)
  • Marcelo Calero (Cidadania)
  • Martha Rocha (PDT)
  • Paulo Messina (MDB)
  • Rodrigo Amorim (PSL)

Na lista, não estão inclusos os nomes de quem está procurando partido, ou é óbvio que não será

Clarissa Garotinho (PROS)

Formada em jornalismo pela Hélio Alonso, a filha do casal de ex-governadores Anthony e Rosinha GarotinhoClarissa Garotinho, já assumiu publicamente a sua pré-candidatura a prefeita do Rio durante um Mesa Viva feito pelo DIÁRIO DO RIO. E em 11/3 disse que será a pré-candidata do PROS ao Informe O Dia.

Começou na política bem jovem, tendo sido diretora da UNE, presidente do PMDB Jovem, quando seu pai era do partido. Em 2008 se elegeu vereadora do Rio, em 2010 deputada estadual e desde 2014 é deputada federal. E de 2017 a 2018 ela foi Secretária de Desenvolvimento, Emprego e Inovação no governo Crivella.

Em 2012, foi candidata a vice-prefeita em uma esotérica chapa com Rodrigo Maia (DEM) como cabeça. No lugar de juntar a popularidade das 2 famílias, acabou reunindo a rejeição e terminaram com apenas 95.328 votos.

Como deputada federal tem sido muito atuante, destaque pela luta pela compensação financeira pelo Rio ter deixado de ser capital e a tentativa de trazer a Embratur de volta para a cidade.

Cristiane Brasil (PT do B)

Roberto Jefferson e Cristiane Brasil

Filha do infame Roberto Jefferson, e um tanto enrolada na Justiça, Cristiane Brasil é a pré-candidata do PT do B a Prefeitura do Rio em 2020. Em 2018 ela teve apenas 10.002 votos e não conseguiu se reeleger deputada federal.

Eduardo Paes (DEM)

O ex-prefeito do Rio Eduardo Paes (DEM) disse que dirá se é candidato ou não a prefeito do Rio até o fim do mês de março. Não é segredo para ninguém que ele será.

Tem um invejável currículo político. Começou na Juventude Cesar Maia no início dos anos 1990, foi subprefeito da Zona Oeste no 1º mandato de Cesar Maia. Se elegeu vereador em 1996 e deputado federal de 1999 até 2007, em 2001 foi Secretário de Meio Ambiente na 2ª gestão de Maia.

Em 2006, foi candidato a governador pelo PSDB, quando ficou com 5% dos votos e causou espanto ao apoiar Sergio Cabral no 2º, contrariando decisão de seu partido que apoiou Denise Frossard. Em 2008 se candidatou a prefeito do Rio e saiu vitorioso contra Fernando Gabeira (PV), que tinha apoio de seus antigos aliados tucanos e Cesar Maia. Em 2012, se reelege no 1º turno mas não consegue fazer seu sucessor Pedro Paulo. Em 2018 tentou ser governador do Rio, mas perdeu o 2º turno para Wilson Witzel.

É formado em direito pela PUC.

Fred Luz (NOVO)

Ex-CEO do Flamengo, Fred Luz, fez parte do processo seletivo do NOVO que escolhe o candidato a prefeito do Rio em 2020. Em 2018 deixou o Flamengo para coordenar a campanha presidencial do partido, ao lado de João Amôedo. É ligado ao Renova-BR, também.

Empresário, Fred é sócio e diretor da Inbrands que reúne marcas como a Richards, Salinas, Ellus e VR. Foi também diretor das Lojas Americanas de 1980 a 1995. Se formou pela PUC em engenharia e fez mestrado na COPPE UFRJ.

Gloria Heloíza (PSC)

A, agora, ex-juíza Glória Heloíza é o nome que enche os olhos do presidente do PSC, Pastor Everaldo. É bem verdade que ela ainda não está nem filiada, mas abandonou a toga e está fazendo media training.

Heloíza era desembargadora do TRE, e juíza titular da 2ª Vara da Infância, da Juventude e Idoso da Capital.

Correndo por fora no PSC tem o nome do economista Paulo Rabello de Castro, que chegou a ter o nome anunciado por Witzel no carnaval, mas isso foi antes de Glória Heloíza deixar de ser juíza. Há quem diga, entretanto, que Rabello é o nome favorito de Witzel para a disputa.

Hugo Leal (PSD)

O deputado federal pelo PSD, Hugo Leal, também é pré-candidato após uma disputa nos bastidores com Paulo Messina e Jorge Felippe Neto. E é alguém com um currículo político extenso, foi líder estudantil no CACO da Nacional de Direito da UFRJ, e filiado ao PDT chegou a ser diretor do Depósito Público na gestão Brizola.

Foi secretário de Administração e Reestruturação na gestão Anthony Garotinho. Com Rosinha Garotinho foi presidente do DETRAN e secretário de Justiça e Direitos do Cidadão. E desde 2007 é deputado federal, onde se notabilizou como “pai da Lei Seca“. E chegou a ser líder do PSC entre 2007 e 2011. Entre 2013 e 2016 foi do PROS, de onde também foi líder, depois PSB e em 2018 se elege pelo PSD.

Marcelo Crivella (PRB)

Foto: Léo Correa/AP

Apesar da grande impopularidade, Marcelo Crivella (PRB) vai tentar a reeleição como prefeito do Rio em 2020. Inclusive apostando em um repeteco do 2º turno de 2016 contra Marcelo Freixo (PSol). Com um governo cercado de escândalos, brigas e chamado de incompetente da esquerda à direita, Crivella tenta montar uma ampla aliança, mas anda encontrando dificuldades.

Engenheiro formado pela Santa Úrsula, Crivella era mais conhecido por ser sobrinho do polêmico Edir Macedo, Bispo da Igreja Universal do Reino de Deus e cantor gospel. Foi Senador de 2003 a 2017, quando se elegeu prefeito e foi Minsitro da Pesca de Dilma.

Marcelo Freixo (PSol)

Marcelo Freixo
Reprodução Internet

Marcelo Freixo (PSol) vem pela 3ª vez ser candidato a prefeito do Rio, desta vez com ares de favorito e suavizando o discurso como no papo com Janaina Paschoal no Quebrando o Tabu. Ele também tem procurado fazer uma ampla aliança pela esquerda, o que é uma verdadeira novidade para o estilo de seu partido. Tal aliança gerou descontentamento em parte do PSol, com Renato Cinco e David Miranda lançando seus nomes para disputar internamente a candidatura. Isso levou a Freixo ameaçar não ser candidato, mas todos sabem que é só da boca para fora.

Freixo começou a carreira política como militante dos Direitos Humanos e foi consultor nos anos 1990 do então deputado federal Chico Alencar nesta área. Em 2006, se elegeu deputado estadual pela 1ª vez, cargo que ocupou até 2018, quando se elegeu deputado federal, como o 2º mais votado do estado.

Como deputado estadual, seu mandato ficou marcado pelas CPIs do Tráfico de Armas e das Milícias do Rio de Janeiro. O que o levou a ter seguranças 24 horas por dia. Em 2010, Freixo ficou conhecido nacionalmente devido ao filme Tropa de Elite 2. O personagem Deputado Diogo Fraga era baseado em sua vida: um professor de história e militante dos direitos humanos que se torna deputado estadual e também preside uma CPI contra o poder das milícias no Rio de Janeiro.

Em 2012, foi candidato a prefeito e ficou em 2º lugar com, 914.082 votos, 30% dos válidos, mas Eduardo Paes acabou vencendo em 1º turno. Já em 2016, teve uma votação menor no 1º turno, 553.424 votos, 18,26% dos válidos, no entanto, conseguiu ir ao 2º turno contra Marcelo Crivella. E terminou o 2º turno com 1.163.662 votos, 40,64% do total.

Marcelo Calero (Cidadania)

Marcelo Calero para o Mesa Viva ( Foto: Gabriel Subtil )
Marcelo Calero para o Mesa Viva ( Foto: Gabriel Subtil )

Atualmente no Cidadania, antigo PPS, o deputado Marcelo Calero foi cedido para a Prefeitura do Rio de Janeiro a partir de 2013 e atuou como coordenador adjunto de Relações Internacionais, como presidente do Comitê Rio450, responsável pela comemoração dos 450 anos do Rio de Janeiro (2013-2014), e como secretário de Cultura (2015). Em 2016, exerceu a função de ministro da Cultura de junho a novembro, quando renunciou ao cargo após denunciar forte pressão para rever um parecer técnico desfavorável a interesses pessoais do então ministro-chefe da Secretaria de Governo do Brasil.

Após deixar o Ministério da Cultura, Marcelo Calero juntou-se a uma série de grupos cívicos apartidários originados dos protestos de impeachment de 2016, representando uma vontade da sociedade civil em favor da mudança. São os casos do RenovaBR, do Livres, do Agora! e da RAPS, que defendem uma cultura política de renovação, ao mesmo tempo em que se opõem à polarização política. Atualmente, trabalhando na Câmara dos Deputados, Marcelo Calero é membro, entre outras, da Comissão de Cultura, da Comissão de Educação e do Comitê de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência.

Martha Rocha (PDT)

De pais portugueses, Martha Rocha (PDT) foi a 1ª mulher na história a chefiar a Polícia Civil do Rio de Janeiro. Em 2014, foi eleita pela 1ª vez para a ALERJ e foi reeleita em 2018. Em 2016, foi convidada para ser a vice de Pedro Paulo, mas não aceitou. A vaga ficou com a ex-deputada Cidinha Campos.

Para as eleições de 2020, todos a querem como vice, especialmente na esquerda, já que ela junta o fato de ser mulher e especialista em segurança pública, uma grande combinação. Mas ela já deu declarações que não aceita ser vice, e deve ser mesmo candidata, inclusive caminhando por cidades do Rio com o presidenciável do PDT, Ciro Gomes.

Martha Rocha se formou em Direito pela UFRJ, e fez especialização em Direitos Humanos pela Cândido Mendes e no Curso Superior de Polícia ministrado pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Também tem pós-graduação em Direito Penal e Processo Penal pela Universidade Estácio de Sá, como também em Administração Pública pela UERJ e pela Escola de Políticas Públicas e de Governo da UFRJ.

Ela foi delegada da Polícia Civil de 1983 até 2014, quando se candidatou, e venceu, pela 1ª vez. Durante o governo de Sérgio Cabral chegou a ser chefe da Polícia Civil.

Paulo Messina (MDB)

Eleito vereador pela 1ª vez vereador em 2008, em 3 mandatos participou da Comissão de Educação e Cultura por 7 anos consecutivos, tendo a presidido por 4. Em 2013 criou a Lei de Incentivo a Cultural, estabelecendo 1% da arrecadação do município (o que dá mais de R$ 45 milhões por ano) às produções culturais (antes isso ficava em torno de 0,3%).

Após a vitória de Marcelo Crivella, seu nome chegou a ser ventilado como Secretário de Educação, mas acabou sendo Secretário-Chefe da Casa Civil, e bem poderoso, chegando a ser chamado de Primeiro Ministro. No cargo deu atenção ao controle fiscal do município e zerar o déficit orçamentário.

Messina deixou o cargo para defender o chefe no processo de impeachment que Crivella sofreu na Câmara. Porém, após a vitória do atual prefeito no impeachment, não voltou ao cargo e se tornou oposição. De acordo com Messina, teria sido identificado que a Prefeitura começou a desrespeitar as principais premissas construídas ao longo de 2018, passando a gastar de forma desmesurada e desnecessária, utilizando-se inclusive de créditos sem compensação, o que, segundo a lei de complementar 101/2000, é previsto como crime de responsabilidade. A partir daí, Messina passou a fazer críticas ao novos rumos da atual gestão, alertando para o risco de colapso de serviços a partir de outubro deste ano, mas, sem ser ouvido, acabou optando por anunciar seu rompimento com o governo.

Surpreendeu a vários recentemente ao anunciar sua filiação e pré-candidatura a prefeito pelo MDB.

Rodrigo Amorim (PSL)

O ultra-conservador Rodrigo Amorim deve ser o candidato do PSL a prefeito do Rio em 2020, apesar de estar afastado da família Bolsonaro no momento. Eleito pela 1ª vez na última eleição, quando obteve 140.666 votos e foi o deputado estadual mais votado naquele ano. Durante a campanha de 2018, ficou conhecido nacionalmente após rasgar a placa de rua com homenagem a vereadora assassinada, Marielle Franco.

É advogado, membro da Mesa Permanente do MERCOSUL e do Conselho Americano de Desenvolvimento, pós-graduado em Direito do Trabalho e Legislação Social, especializado em Direito da Saúde. É integrante da Associação Fluminense de Advogados Trabalhistas, foi secretário-geral da Comissão dos Direitos da Criança e do Adolescente, bem como da Comissão de Politicas Criminais e Penitenciárias da Ordem dos Advogados do Brasil.

Ocupou os cargos também de procurador do Município de Niterói, no qual coordenou o Curso de Capacitação para Servidores Públicos Municipais; foi Secretário de Fundações e Organizações Sociais do MERCOSUL; Secretário Municipal Adjunto de Governo e posteriormente Secretário Municipal Adjunto de Planejamento do Município de Mesquita; e Secretário Municipal de Cidadania e Direitos Humanos do Município de Nilópolis, quando criou o Procon Municipal, a Casa da Mulher e o Centro de Referência em Direitos Humanos.

Também atuou como consultor da Caixa Beneficente da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. Fez Especialização em Integração Regional na CEFIR, quando foi bolsista da OEA/Fundação Konrad Adenauer no curso realizado em Montevidéu (Uruguai).

Em 2016, foi candidato a vice-prefeito pelo PRP, na chapa encabeçada por Flávio Bolsonaro, onde estreitaram os laços.

51 COMENTÁRIOS

  1. A pré-candidata Martha Rocha é um excelente nome, pena que esteja no PDT,
    e possa sofre interferências e pitacos do Ciro Gomes.

    Espero que vocês entrevistem também outros candidatos, que não sejam da panelinha da esquerda. Como a Cristiane Brasil (PTB)

    Acho que o Diario do Rio , não deveria dar tal tratamento a um candidato:

    “Filha do infame Roberto Jefferson, e um tanto enrolada na Justiça, Cristiane Brasil é a pré-candidata do PT do B a Prefeitura do Rio em 2020. Em 2018 ela teve apenas 10.002 votos e não conseguiu se reeleger deputada federal.”

    Vocês, do Diario do Rio, não escondem que estão fazendo campanha para o Freixo. Lamentável (Postado nas redes sociais)

  2. Meu candidato será o Rodrigo Amorim,vamos mexer nesse jogo de damas aí galera ou vcs preferem continuar com os ricos que só pensam neles,como Eduardo Paes e Crivella? Eu estou fora!

  3. Povo do Rio de Janeiro vcs só tem mais uma chance e o nome ideal ser chama cabo daciolo que nem entra nas pesquisas acordem deixem de ser enganados por esses outros

  4. Tá na hora dos milicos pirarem a cabeça. Se não votar em Marta Rocha está virando a cara pra classe. e se votar no bandidão amigo do bozo e do governador é porque gosta de ser roubado em todas os niveis da administração publica.

  5. Crivella, Larissa Garotinho, Cristiane Brasil, Marta Rocha,
    Freixo ?????? Deus nos livre desses aí, em especial!!!
    Eduardo Paes, ligado ao DEM…???
    Quanto aos outros, realmente, não vejo muita esperança, infelizmente.
    Espero que até lá, tenhamos melhores opções.
    Precisamos de alguém que ame de verdade o Rio de Janeiro, que seja realmente capacitado, de preferência conservador, e anti- corruptos de fato, coisa rara, mas tudo é possível.
    Alguém que olhe pelo Rio no todo e não só para o centro e zona Sul.

  6. Freixo nem pensar! A favor a liberação das drogas. Quem é mulher jamais vota em quem acha normal viciar seu neto(a), filho(a), sobrinho(a), amigo(a), irmão (ã). Enfim, é um insulto esse colaborador a atividades ilícitas concorrer a candidato da nossa cidade. #tristeeleicao2020.

  7. Fred Luz do NOVO ou R.Amorim do PSL, são os melhores nomes pra Prefeitura do RIO. O resto, só vejo merdas e inocentes políticos dando palpite achando q entende de política. Eu nasci no subúrbio, trabalhei no comércio, tenho formação acadêmica, conheço os principais problemas do RJ, e todos os cantos da cidade…se bobear eu mesmo vou me lançar candidato e colocar ordem nessa bagaça….Carioca tem q parar de sofrer e votar em novos nomes.

  8. Crivela tô fora o prefeito que monitorou os nossos celulares nos trancou em casa, fechou o comercio e não ajudou a população nem com cesta básica . Fechou pequenos comercios e deixou abrir as lojas americanas favorecendo grandes empresários

  9. Meu candidato, FRED LUZ, do NOVO

    Todo partido tem seus defeitos, mas ainda acredito que o NOVO é o que mais se alinha com o liberalismo econômico de todos os outros partidos.

  10. Estava verificando que não observei nesta lista o Pré Candidato a Prefeito 2020 o Ramires Duarte, Combatente que vêm crescendo na zona oeste e começado a despontar em algumas classes sociais da zona sul e Norte. Eu estou com você nesta jornada.

    • Gosto muito do Hélio, como pessoa. Porém, eu não sinto que ele esteja preparado pra administrar uma cidade e nem pra enfrentar um debate. Precisamos de um prefeito que seja de direita, mas também seja preparada. Infelizmente, aqui no Rio de Janeiro, pelo menos olhando pra esses quadros expostos aqui, eu vejo apenas um pior que o outro.

      • Certamente é o desejo de todos Tiago, no entanto, Lula não estava preparado para administrar um país como o B rasil, nem mesmo uma cidade pequena, só estava preparado para roubar, Crivela é Pastor, não estava preprarado, Garotinha muito menos, ainda é muito garotinha, Além do mais, o Prefeito tem um monte de acessores para cada cargo, não precisa ter experiência, como ocorre hoje em dia, pois não existe curso para administrar uma cidade. Eu vou de Helio Negão , se ele vier, pq é honesto e precisamos de honestidade e verdade, o Rio está cansado de ladrões. Paes roubou com cabral, os outros, nem a ex-juiza tem curriculo para adm.

  11. Nossa parece formação de quadrilha isso aí,se juntar o bando de processos que vários candidatos tem,isso vai longe…Só estou esperando o Hélio Negão,se ele não estiver ou o do Flamengo ou nenhum!

  12. A candidatura do Messina não foi surpresa nenhuma. Achar que o cara saiu da base do governo pra começar a falar mal do ex-chefe às vésperas do período eleitoral a troco de nada é muita inocência.

  13. Não entendo a omissão, nessa lista, do nome do ex presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, que em pesquisa recente já figura entre os primeiros colocados na disputa à prefeitura do Rio, pela Rede.

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